Somos exigentes demais... Passamos
uma década calados, sendo governados por uma quadrilha, e agora na monarquia
terrivelmente evangélica ficamos de mimimi porque querem colocar um dos
príncipes no mais importante posto da diplomacia brasileira! Oras, tenham a
santa (e evangélica) paciência! Quase todos os governantes africanos colocam
seus rebentos e parentes próximos em cargos relevantes, e mesmo nas repúblicas
bananeiras da América Central, meio século atrás, os ditadores de plantão nomeavam
seus rebentos sem qualquer gritaria do povo amordaçado! E nem mesmo seus
meninos tinham feito intercâmbio! Inclusive, segundo uma deputada, fará bem para
o planeta! A Terra agradece, só nós que não, ficamos envergonhados como se o
líder que apoiamos e elegemos esteja sendo antiético, imoral, praticando
nepotismo ou simplesmente fazendo uma patetada atrás da outra! Oras...
Um monarca pode escolher cercar-se de assessores sábios ou de bobos da corte. Esses últimos são mais agradáveis, adulam e aplaudem cada espirro que o chefe supremo dá. Fortalecem seu ego. Já os primeiros criticam, instruem e alertam. Fortalecem o reinado.
Um monarca pode escolher cercar-se de assessores sábios ou de bobos da corte. Esses últimos são mais agradáveis, adulam e aplaudem cada espirro que o chefe supremo dá. Fortalecem seu ego. Já os primeiros criticam, instruem e alertam. Fortalecem o reinado.
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