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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Propaganda politicamente correta: estou farto de ver gente feia!

O belo nos traz satisfação, nos atrai, seja uma paisagem, uma obra de arte, uma pessoa. Roupas, carros, barcos... Em cima dessa obviedade sempre trabalhou a propaganda, os filmes, as novelas. Sou um baixinho magrelo, mas torço o nariz se o heroi do filme se parecer comigo, quero ver atores fisicamente perfeitos, que se encaixam dentro do conceito de belo, esteticamente falando, que a maioria segue. A mocreia quer se sentir na pele de uma bela loira de olhos azuis... O franzino ao fumar um Malboro identifica-se com o cowboy destemido. A gordacha desliza como uma modelo ao vestir aquela blusa estilo Gisele Bundchen... A mente humana concede um agrado ao ego quando adquirimos o produto tal, vestimos, bebemos, usamos, criando um elo com o personagem da propaganda e não com nosso geralmente comum e sem atrativos aspecto. Assim sempre foi, outdoors com gente bonita pela cidade. Crianças, homens e mulheres agradáveis, provocando empatia pelo produto.


E aí veio o maldito politicamente correto, produto das esquerdas, sempre fora da realidade e que tanto dano tem causado à verdade, ao real... Patrulhas formadas por gente hipócrita que se sente superior mas magnânima ao “defender e acolher” os que julgam inferiores e perseguidos. Esses são os verdadeiros preconceituosos, os racistas, os xenófobos, mas que falsamente posam de defensores dos “fracos e oprimidos” pressionando a sociedade para um rumo teatral, uma verdadeira comédia em que o bonito é ser feio! Mudar os papeis de mocinhos e bandidos nos filmes e novelas, além de resultados hilários, não vai trazer progresso para ninguém, esse vem somente com esforço próprio, trabalho. E vencer na vida, progredir, vai ser bom, mas não vai tornar os esteticamente feios em bonitos!


Cada povo ou raça tem seus gostos estéticos – e direito de mantê-los - que não mudam por lei ou pressão, apenas forçam a dissimulação, aumentando as distâncias entre as pessoas. Gosto estético não pode ser confundido com discriminação, preconceito ou racismo! Estou farto de levar sustos com rostos grosseiros, corpos disformes, aparecendo de supetão na minha TV, quando estou quase dormitando no sofá! Quero voltar a ver gente bonita!


quinta-feira, 27 de maio de 2021

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Renée Venâncio: um NEGÃO de aço!


 Eu sou negão, porra!

Mas eu sou um negão de aço, não esses negão de geléia que tem por aí, que choram igual nenê só porque o amigo fala qualquer coisa sobre o cabelinho dele. Vaisefoder! Sou Comendador Negro do Mato Grosso do Sul, sou um dos dois únicos Policiais Federais do MS a receber essa honraria dos irmãos de armas pelos serviços prestados, e ainda sou o preto mais votado da história de Três Lagoas. Mesmo assim, para os movimentos de segregação racial da esquerda, eu sou apenas um CAPITÃO DO MATO. É assim que eles me definem.
A verdade é que esses movimentos de segregação racial não suportam ver um preto se insurgir contra a doutrina porca deles e ganhar asas. Eles só admitem em seus quilombinhos pretos subservientes aos seus dogmas comunorracistas. Tô fora! É por essas e por outras que boa parte dos negros não me suporta. Amor e amizade pra mim não tem cor, pois se tiver cor, aí é racismo.
Vivi minha vida dedicada a dar orgulho aos meus pais e bons exemplos para meus filhos. Meus filhos têm muito que aprender ainda, mas meus pais só tiveram o melhor de mim. Eles morriam de orgulho do filho deles. E, no dia que eles morreram, foram meus amigos brancos que me carregaram arrastado até o cemitério para me despedir deles, pois eu não tinha forças nem para me manter de pé de tanta tristeza.
Movimento Negro é esconderijo de gente que tem vergonha de si mesmo, de gente que não se garante. Ser preto é ser foda duas vezes mais, não ser fraco em dobro. Fuja dessa bolha racial criada pela esquerda para te dominar e te separar das pessoas. Se você não pode brincar com o cabelo do seu amigo, mande-o para a PQP e arrume um amigo melhor! Vaza dessa gente chata e babaca. Não permita que pautem o seu caráter pela cor da sua pele, nem pelo seu cabelinho. Até porque a nossa pretaiada adora alisar o cabelo.
O importante é ser feliz, mas bem longe de gente infeliz.
Renée Venâncio

domingo, 21 de junho de 2020

RACISMO: Do direito de não gostar e o coitadismo dos oportunistas


Penso, logo é melhor ficar calado... 

As regras não escritas da Sociedade aliadas à leis estúpidas com finalidades eleitorais exigem do cidadão uma postura falsa, impedido de exercer e expressar sua opinião, seus gostos pessoais e mesmo preferências de ordem estética podem constituir crime! Estas imposições ditatoriais, antinaturais, partem de exigências de minorias agressivas entranhadas em suas próprias comunidades pacíficas, que exigem em nome de todos, conquistas sociais sem esfôrço ou levar vantagem sobre concorrentes alegando discriminação, colocando-se no papel de vítimas para usufruírem de algumas benesses que depois não saberão gerir, pois conquista, progresso, como a palavra diz, vem aos poucos, com alicerce, com sedimentação; uma casa rapidamente construída sem fundamentos pode desmoronar... Estamos entrando no perigoso terreno das questões raciais e políticas, das minorias barulhentas cujo diálogo se resume em "ame-me ou processo-te"...

O preconceito é irracional e deve ser sem dúvida evitado, mas o pós, o conceito, é um direito a ser exercido sem coerção de leis. Após conhecer, conviver, ver ou sentir, o ser humano naturalmente incluirá, excluirá ou evitará em seu círculo social indivíduos, tipos ou raças que por motivos concretos ou vagos não condizerem com seus gostos pessoais ou costumes. E isto é um direito natural que não pode ser objeto de esbulho por parte do Estado. E se após repetidas experiências pessoais ou de um grupo, o tomar do todo pela parte ao julgar coletivamente não poderá ser denominado preconceito, pois partiu do conhecimento. A palavra preconceito aí teria em verdade o contexto de prevenção, que é parte integrante do inconsciente humano ditado pela auto preservação.

Somos animais, façamos um paralelo com os cães: mesma espécie, mesma fórmula dentária, patas com cinco dedos, unhas não retráteis etc, etc... O Chiuaua, com seus vinte centímetros e cerca de um quilo e meio é um cão. O São Bernardo com seus cem quilos também. O inteligente pastor alemão é um cão, o "agressivo" pitbull também... E de chofre, iluminados teóricos em busca de publicidade ou afirmação pessoal, resolvem declarar que todos os cães são iguais e têm direito ao mesmo tratamento e oportunidades; todas as casinhas deverão ter o mesmo tamanho da do São Bernardo, pitbulls poderão guiar cegos e cuidar de crianças e os Chiuauas serão treinados pela Policia Militar para ajudar no patrulhamento..

Falta de bom senso, para não dizer pura estupidez..

Por quê não reconhecer a diversidade da natureza, suas diferenças criadas ao acaso e insistir em colocar elefantes para arar a horta e raposas para cuidar de galinheiros? A especie humana é extremamente diversa em suas divisões, cada uma com suas peculiaridades , aptidões, padrões de beleza, senso estético. Não podemos estabelecer um padrão rígido de comportamento. Existirão sempre as exceções e estas não podem ser tomadas como regras para teorias forçadas e sem fundamento de igualdade comportamental entre raças e tipos humanos, geralmente fabricadas para fins escusos,oportunistas, desonestos, políticos. E isso se aplica não só às raças mas também dentro da mesma raça,em termos de praticidade ou simples preferência pessoal,sejam em relação a brancos, negros, amarelos, obesos, magros, calvos, altos, baixos, sexos, etc, etc... E que nossos gostos pessoais ou de ordem funcional não sejam desvirtuados para darem margem a um processo por racismo ou discriminação. Por quê uma firma de origem asiática, no Brasil, por praticidade e por querer auxiliar os membros de sua raça e companheiros de tradições e costumes, não poderia empregar só orientais e seus descendentes? Pela lei ridícula e eleitoreira, não. Cada um,seja indivíduo, grupo ou raça tem o direito de livre escolha e associação desde que não crie estados dentro de um Estado e permaneça contribuindo para que uma diversidade reconhecida e clara seja UNA em termos de resultados de trabalho para o bem comum.

Uma atitude artificial e ditatorial que podemos observar é criação de cotas em Universidades para a raça negra; ora, as vagas naturalmente serão sempre para que tiver capacidade para conquistá-las, podendo serem tomadas em sua totalidade por qualquer raça. Obter vagas para indivíduos que não as conseguiram em concurso com outros mais dotados é produzir maus profissionais que só agravarão os problemas sociais posteriormente, servindo ainda mais para aprofundar as diferenças raciais além de criar mesmo naqueles que ingressaram no ensino superior por seus próprios méritos, a indelével marca dos doutores tantos por cento, deitando por terra todo um esforço de auto afirmação de uma raça. Mas deixa claro que as autoridades consideram realmente que não somos todos iguais além de agir de maneira discriminatória com outras raças e minorias diversas não contempladas com suas cotas. Quão estúpido seria, nesta linha de ação, que se reservasse nas representações olímpicas dos países, cotas para a raça branca nas equipes de atletismo ou de basquete, por exemplo, forçando muitos negros mais hábeis e vigorosos a ficarem de fora, substituídos por atletas medíocres! Ou latinos pleitearem vagas em cursos específicos dominados por altamente eficazes amarelos...Temos em verdade é de ficarmos satisfeitos com a diversidade racial, que dá margem a que indivíduos naturalmente capazes se ocupem de atividades de sua competência, favorecendo a todos.

Temos o direito ao gosto puramente estético ou comportamental. Temos o direito de não gostar desde que isso não signifique tentativa de extermínio físico. E este direito é para todas as raças, tipos ou tendências.

Através de nossa herança genética, como meio de auto preservação, temos medo do desconhecido, aversão e prevenção contra estranhos, sejam eles estranhos por originários de outros lugares ou por características físicas diferentes de nós. As normas e teorias de igualdade comportamental foram criadas pelos intelectuais europeus, quando ainda não atingidos pelo problema em seus países antigos e homogêneos e importadas pelos seus colegas inconsequentes de outros continentes. Com o fim da colonização em África e a dissolução do império soviético, começaram a afluir os imigrantes africanos e asiáticos... Rapidamente a máscara caiu e o que era obrigatório para os demais em nome dos direitos humanos,agora já não serve para a nobre Europa e mesmo países tradicionalmente exportadores de mão de obra, como Itália e Portugal, além da França que a todos entulhava com belas teorias, admitem seus problemas sociais causados pelas diferenças comportamentais, endurecendo as leis para a entrada de estrangeiros. E a maioria dos governos europeus agora tendem à direita, xenófoba e racista, levados ao poder pelo basta da população submetida ao exagero e permissividade de leis que acabaram transformando a discriminação em intolerância. A própria palavra discriminação, tão ao gosto dos teóricos também significa discernimento (Aurélio) e o que é discernimento? Segundo o mesmo dicionário, é a faculdade de julgar as coisas clara e sensatamente. O comportamento humano, instintivo,animal, não pode ser mudado por uma simples determinação escrita e a discriminação, no sentido de distinguir, separar, evitar, sempre existirá e é administrável com o uso de inteligência e sobretudo dignidade por parte do atingido, mas medidas artificiais criadas para combatê-la só conseguem transformar um sentimento natural em aversão, em intolerância, pela imposição. Como um casamento forçado, sem amor. É contra a intolerância que devemos lutar, quando a discriminação passa a ser provocação e agressão. E sem dúvida nenhuma os conflitos surgem provocados pelos atos dos que pensam estarem ajudando na integração das raças. O patrulhamento social, cultural, é tão agressivo, que torna esse meu simples e natural ato de expor uma opinião numa audácia que explorada emocionalmente -e de forma irracional- como costuma acontecer, pode ser enquadrado como crime!

Centenas de anos de escravidão aliada a uma profunda discriminação a nível mundial e tentativas de extermínio, têm o poder de subjugar uma raça, prejudicá-la em seu desenvolvimento de maneira que seja necessário empurrá-la para progredir,obrigá-la a pensar e se instruir, colocá-la por força de lei em postos de trabalho e escolas em detrimento dos demais?

A resposta está no povo judeu, a quem me refiro acima. Esta raça, discriminada hoje e sempre, não se sentou sobre sua infelicidade em lamentos, trabalhou com afinco, com capacidade crescente, habilmente manipulou a crença religiosa como aglutinadora racial e política. Forçada no caminho material para sobreviver no mundo opressor, nunca deixou de percorrer uma trilha paralela de desenvolvimento mental e o resultado pode ser sentido pela magnífica contribuição judaica às letras, artes e ciências do planeta.

Este é o exemplo a ser seguido:ou se mantém a identidade da raça abrindo suas próprias estradas ou se miscigena e se esquecem as origens, lutando de igual para igual. O que não é admissível é tentar exigir as benesses conseguidas por outros grupamentos e querer manter agressivamente suas características socioculturais como uma lança extorsiva cravada na vida alheia, acabando por penalizar justamente os melhores elementos da comunidade que progridem por seus próprios méritos e que se transformam no anteparo que recebe toda a reação contrária, já com o laivo discriminante.

Forçar o contato e aceitação através de leis, obrigar o cidadão a esconder seu gosto pessoal ou abrir mão de escolhas pessoais, contradizer o instinto, instalar a hipocrisia social é que constitui o verdadeiro crime, aí sim um atentado aos direitos humanos. A única maneira honesta de ser aceito em todos os níveis é com competência crescente, conquistando seus degraus sociais com trabalho, sem que isso inclua um diploma de graça, beleza ou simpatia. Gosto pessoal não pode ser imposto por lei.



Condensado e adaptado do livro O infinito não tem pressa