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terça-feira, 9 de março de 2021

Esquerdopatas brasileiros: o mais perfeito e definitivo perfil


O perfil de um esquerdopata

Edson Ferreira do Nascimento – Médico Psiquiatra e Psicoterapeuta, Ribeirão Preto/SP,

Depois de 55 anos de vida, enquanto psiquiatra, parei para refletir sobre o perfil psicológico da imensa maioria dos esquerdopatas.

Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão para "ser alguém na vida".

Como são preguiçosos, sem disciplina e folgados, precisam arrumar um jeitinho para se dar bem e se fazerem passar por coisas que não são, pensam ser! Fingir que é culto, "engajado", e "crítico", o que rende pontos.

Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.

Então, começam a sua carreira de charlatanismo. Alguns, pouquíssimos, estão em cursos como Direito, Medicina, Engenharia, Administração, Economia, mas, como não são chegados a estudar, terminam por trancar a matrícula ou mudam de curso. E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses cursos acima e assemelhados.

Ali, na universidade, encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, cigarros de maconha, palestras com "doutores" no assunto; e até o assédio de políticos "guerreiros" do PT, do PC do B et caterva.

É claro que não estudam nada! Vivem o tempo todo no DCE, ligam-se à UNE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e cabelos ensebados.

Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos Sem-terra. Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas; e também das causas revolucionárias. Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos e diferentes.

Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente. Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina, Administração ou Economia como pobres coitados que não tiveram a chance da "iluminação".

Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana. Aí começa a brotar a inveja, o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. Estes, são os chamados "porcos capitalistas" ou "burgueses reacionários"!

Começam uma fase ainda mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba, Venezuela e, muitos deles, apoiam o Irã e não acreditam no holocausto judeu! Fingem esquecer do episódio do muro de Berlim e da queda do comunismo na antiga União Soviética. Não usam mais desodorante e a cada cinco minutos aparece nas suas mentes a imagem de um McDonald's totalmente destruído.

Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, por serem arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas.

Querem, no fundo, a coisa que todo esquerdista (esquerdopata!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada: um emprego público! Mas, aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso! É preciso estudar (argh!).

Por isso, sonham com a "revolução" proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo! Consequentemente, ocuparão, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus "vastos e necessários conhecimentos" adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.

Nessa fase, mudam e se contradizem: cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes. E, dependendo do cargo que ocuparão, até motorista particular terão!

E, sem dó, enfiarão a mão – e com muito tesão – no dinheiro dos cofres da nação!!! Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores, postura sem noção!

Tenho a certeza que após esta leitura você lembrou de vários vizinhos, conhecidos, colegas, políticos etc....


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Eleições 2018 - A volta fraudulenta da ditadura petista: é preciso lutar!


Brasileiros acreditam que os venezuelanos estão debaixo de uma ditadura bolivariana mas neles não conseguem visualizar nosso futuro imediato, consideram o governos de Lula e Dilma, legítimos após mais de uma década de fraudes, desmandos, roubos, corrupção, assassinatos políticos, truculência e reeleições ilegítimas através de crimes eleitorais à luz do dia, com apurações secretas sem comprovação e sem direito à recontagem! Que democracia é essa!?

Pelas contas da própria esquerda, que sabidamente tem a mentira e o exagero como modus operandi, os mortos e desaparecidos no regime militar somam cerca de 400 indivíduos. Hoje, num Brasil abandonado, em apenas três dias supera-se essa marca, em homicídios! Mais do que qualquer guerra presente no planeta, 60 mil assassinatos por ano! E é a ditadura petista que os matou, ou seja, 400 vítimas do Governo Militar contra 60.000 por ano da Ditadura Petista! Acordem! A corrupção é assassina também! Quando os petistas esvaziam os cofres da nação, saqueiam a Petrobras, o BNDES, repassam nosso dinheiro para os coleguinhas ditadores de outros países e enchem suas próprias contas secretas, estão tirando os leitos dos hospitais, os remédios, estão deixando nossas estradas mais perigosas por falta de manutenção, a Polícia sem verbas! Lula e sua quadrilha são ladrões, são assassinos, entendam isso!

Só há uma diferença entre a Venezuela e Brasil: lá não há tantos covardes e corruptos fantasiados de oposição ou Justiça como aqui e os venezuelanos saem às ruas já dispostos à luta e não ao diálogo, pois com ditaduras não se conversa. Os principais opositores estão presos ou mortos; aqui estão bem vivos, livres e filosofando sobre conversar e colaborar para “o bem do país” e aceitando nossas “eleições” como demonstração democrática!

Todos se indignam sobre o silêncio da mídia, da grande mídia, incluindo as tradicionalmente mais à direita que se calam e não dão cobertura às manifestações cidadãs que começam a pipocar por todo o país de forma quase espontânea, contra a farsa descarada da "virada" de última hora ensaiada por Haddad, numa repetição cínica das últimas eleições para a presidência!

Não podemos aceitar a volta da ditadura dos ignorantes imposta pelos petistas, formados pela escória humana que paralisou o crescimento da nação!

Por tudo isso precisamos de um líder guerreiro que una o país num só idioma de salvação e nos guie nesta batalha que já está acontecendo. É a metade dos brasileiros, justamente os que trabalham e geram a riqueza do país que estão contra a volta da criminosa ditadura petista. Precisamos urgentemente deixarmos de ser operários e ser soldados, deixarmos de ser cavalheiros e passar a ser cavaleiros, resistir e preparar-se para a carga. Não aceitar a fraude! Mantermos a disciplina e evitar o confronto até a vitória ou a configuração da fraude; depois, ou comemorar ou lutar pela sobrevivência da Nação, não há mais opções. Luta ou submissão. A campanha da quadrilha petista tem sido um insulto à inteligência humana, um deboche às instituições e à família brasileira! Parem com essa ideia de que somos um povo pacífico, somos em verdade um povo covarde! Um bando de ovelhas que se deixa conduzir ao matadouro! É preciso lutar!


segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Eleições 2018 - Apenas combata as fraudes, não tente resgatar um eleitor petista


O militante de esquerda é apenas uma vítima de patologias psiquiátricas, mas perigoso, que considera todos os competentes como inimigos que estão roubando suas oportunidades de subir, embora defenda uma sociedade de igualdade onde comprovadamente, todos são rebaixados para a pobreza. Esse desastre ocorreu em todos os países em que a esquerda fanática, através de fraudes, pela força ou pelo populismo sobre povos culturalmente atrasados tomou o poder, mas eles piamente acreditam que o fracasso é devido a fantásticas intervenções do demônio capitalista, da sabotagem dos fascistas, embora não saibam definir o que é fascismo, e nele coloquem todos os que não são do Partido, a entidade pura e sagrada. Jamais o caos que produzem na economia do país é culpa deles. O canto da sereia é pensar que ele, o militante, com sua boina, estrela, camiseta vermelha e barbinha - o kit-cretino - após chegar ao poder tomará o paletó e a gravata do patrão e sentará em sua cadeira! Porque em sua cabecinha oca o patrão não é aquele lhe dá emprego, é aquele que o explora. Não perca tempo discutindo com um militante; suas respostas serão fora do contexto, pois são pré-fabricadas e eles as repetem à exaustão; se encurralados, erguerão o punho cerrado e começarão a gritar as palavras de ordem, as mesmas desde 1917...

Republico abaixo as palavras de Marcello Caetano, que sem a minha deselegância, melhor definem um militante revolucionário" e vestem sob medida os patetas petistas:

"...O militante revolucionário é por via de regra uma pessoa completamente fora das realidades, que abdicou de pensar pela própria cabeça. O partido toma conta de toda a sua personalidade e, através de sua doutrina, fornece-lhe uma imagem do mundo que a ela corresponde e não àquilo que existe, e que ele aceita sem qualquer espírito crítico porque comodamente se encostou a uma construção onde a reflexão e a dúvida não podem ter lugar. O mundo passa a ser, não aquilo que efetivamente se está a viver, mas o corpo das teorias e dos factos deformados, das interpretações oficiais do Partido, sobre o que, em nome do interesse superior deste, da revolução social que ele encarna, não se sente no direito de levantar a mínima interrogação. Se for preciso defender hoje o que se condenava ontem, não hesita em fazê-lo, se essas forem as indicações.
A vida, para o militante comunista, não é esta realidade vária, complexa, contraditória, de que o mundo é feito e que constitui a impossibilidade de o definirmos e interpretarmos através dum sistema. Não, é um mundo de situações-tipo, de palavras-chave, de abstrações e de fórmulas.
Aquilo que chamam a “burguesia” acaba por ser uma entidade abstrata para onde transportam todos os vícios e donde fazem partir todos os males. Por outro lado, o “trabalhador” é também um ser mítico, ornado de todas as heroicidades, onde os próprios trabalhadores raramente se reconhecem. Mas a verdade é que, não obstante esta situação estar há muito evidente e descrita, muitas pessoas continuam sensíveis à miragem das promessas...”


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Eleições 2018 - O Incidente de Gleiwitz e poucas palavras para os bons entendedores...



Na noite de 31 de agosto de 1939, um pequeno grupo de agentes alemães vestidos com uniformes poloneses tomou a fronteiriça rádio Sender Gleiwitz na Alemanha e divulgou uma curta mensagem antigermânica em polonês. O objetivo deles era fazer com que a "agressão" e a publicação fosse obra de sabotadores poloneses antigermânicos, instigando a população alemã e "justificando" como a gota d'água para a posterior invasão da Polônia.

Lembrei-me de imediato do "Incidente de Gleiwitz" como ficou conhecido, ao sentir a sutil diferença no discurso petista, que está acontecendo agora. O atentado contra Bolsonaro, crime gravíssimo, pois mais que contra um homem, é contra um candidato à presidência do país, portanto contra a democracia e o futuro de todos os brasileiros, crime de alçada federal, foi interpretado pela quadrilha petista como "o candidato colhendo o que plantou", enquanto que uma briga de bar numa respeitável biboca na Bahia é interpretado como "atentado aos eleitores, intolerância fascista, ascensão da violência, barbárie eleitoral que deve ser contida", e repetida agora cada vez mais, com o claro fito de assustar e indignar os mais ingênuos e ignorantes...

"O que mais os violentos bolsonaristas vão fazer agora contra nós?"

E lembrei-me do Incidente de Gleiwitz... Fiquemos atentos, lidamos com profissionais, Celso Daniel e a meia dúzia de testemunhas mortas que o digam...



quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Jovens, às ruas! A hora é agora, não esperem acontecer!

Quando se voa dentro de uma tempestade, com a água batendo no para-brisas, o vento sacudindo a aeronave, barulho por todo lado, ao sairmos dela somos surpreendidos por uma “explosão” de silêncio, num segundo tudo se torna muito fácil, suave, quase atordoante. Ao se preparar para uma missão com grandes chances de não voltar é como estar dentro da tempestade. Não é fácil, o medo vai e vem, parece que nada vai dar certo, vem a vontade de desistir, retornar. Mas “há um ponto do qual já não há retorno possível, a esse ponto é urgente chegar”(Kafka). O ponto do não retorno é quando finalmente, armas prontas, motores acionados, vem a ordem de partida, calços fora e as rodas começam a se movimentar. Aí é como se saíssemos da tempestade, somos surpreendidos pela explosão de paz, de calmaria, rumo ao sucesso, à morte ou ambos. A vida é curta para todos, carneiros ou leões, e se você está dentro de uma tempestade, o pior que pode fazer é permanecer dentro dela, tentar retornar. Ir em frente é a melhor solução e nós estamos dentro de uma tempestade como jamais vista pelas várias gerações que construíram o Brasil. A força e o destemor para conduzir essa enorme aeronave com os motores falhando para fora do caos está com a juventude que tem a chance única e histórica de cumprir uma grande missão. É preciso acreditar primeiramente na turbulência, que a situação não é normal. Depois entender que ao dispor-se à enfrentá-la como comandantes e não permanecer como simples e inertes passageiros, buscarão o meio mais direto de sair dela para a explosão de paz mas também de glória, da construção de uma vida que anos após, poderão afirmar aos netos: valeu a pena! O egoísmo é normal, faz parte do ser humano, principalmente nos mais jovens, menos vividos, ainda sem cicatrizes, visíveis ou invisíveis. Geralmente não se dão conta de sua força e do momento. É importante visualizar esse momento histórico que estamos atravessando e agir, pois será da geração atual que o futuro, que a História cobrará. Como deixaram que isso acontecesse? Que cegueira tomou conta de vocês?

Observem a foto abaixo. O jovem piloto sou eu, aos 23 anos, privilegiado, bem alimentado, comandando uma aeronave militar no Brasil, pago para voar e estudar. Na foto seguinte, o homem à frente da coluna na fronteira Rhodesia-Moçambique também sou eu, e apenas quatro anos haviam se passado... Com fome, cansado, já responsável direto pela vida e morte de meus homens mas também um privilegiado, porque soubera entender o momento e passara pelo ponto do não retorno, deixara minha zona de conforto, fiz minha parte.


Mas o mesmo inimigo asqueroso que bem conheço aqui chegou e tentou perpetuar-se no poder, construindo uma teia de controle e corrupção jamais vista. Destruíram, saquearam o país e agora posam de vítimas, mas continuam infiltrados em todos os níveis da administração pública e no ensino. Um expurgo é preciso, radical, uma caça saneadora ao mais doentio -e perigoso- desvio de cidadania, de personalidade: a esquerdopatia. Agora é a vez de vocês, jovens. Saiam da zona de conforto egoísta, renunciem agora para usufruir por toda a vida. É preciso ir às ruas, é preciso lutar. É preciso entender que estamos debaixo da mais hipócrita das ditaduras, tendo nossas vidas e o futuro de nossas famílias comandados por marginais, por traidores sem sentimento pátrio que aos poucos, covardemente, pelas costas, sem mostrar armas e disposição para o confronto, vão solapando pedra por pedra os alicerces da Nação.  É preciso que tenhamos coragem de chegar ao ponto de não retorno. De enfrentar as patrulhas danosas do "politicamente correto", de confrontar os "mestres" aliciadores nas escolas, de recusar a desconstrução da História nos livros oficiais, de dizer não ao desarmamento assassino! Depois tudo será mais fácil, os levaremos de roldão. Jovens, é a hora de vocês, construam hoje a liberdade de amanhã! Construam hoje a história que contarão aos seus netos!


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sertanejo,v ida de gado, eleitor marcado

Transladando um helicóptero de Aracaju para Belém,atravessei o Piauí de sul a norte, horas de terra árida, sem vida. Voando baixo, alienígena num disco voador visitando um planeta seco, contemplei um sepultamento, meia dúzia de gatos pingados ao redor de uma cova no meio da nada, o dia a dia só de presente, amanhã cópia de hoje. Certamente sem certidão de nascimento, sem certidão de óbito, sem cidadania. Cercas de galhos finos retorcidos, algumas cabras. Lembra Somália, Djibuti, Etiópia... Desde a formação da nação brasileira todos os governos tentaram alguma solução ou paliativos para o problema. Outros apenas fingiram tentar. Muitos usam o nordeste como fonte de verbas fáceis de desviar apostando no analfabetismo, na seca cultural tão atroz como a de água que não gera reclamações ou revolta, apenas resignação...

Consegue-se transformar o deserto em área produtiva? O mundo está cheio de lugares e países que servem de exemplo de sucesso. Mas por falta de opção,de mais espaço. O Brasil tem terras da União produtivas para um verdadeiro êxodo,da seca para a fartura. Mas o sertanejo nordestino é um povo com as raízes profundas típicas de plantas que teimam em solo ruim. Não quer sair de lá. Se sai,  sonha em voltar. Não podem ser recriminados por isso, é um direito querer viver perto das crianças e dos anciãos, das histórias, das lendas,dos contos de infância mas também do cheiro do ninho, da paisagem, de cada pedrinha familiar, de cada casa, ruína, recanto onde brincava e sonhava.

Não basta remediar o presente, é preciso construir esperança, os sertanejos não são gado para serem mantidos com doação de alimento e dinheiro numa vida vegetativa. Se por um lado a ignorância viceja, por outro não se lhes pode negar a coragem, a força de trabalhador, a vontade de resistir e vencer. Se eles admitem migrar para suas cidades, que se criem escolas práticas, simples mas eficazes onde se misturem a alfabetização e um curso básico de carpintaria, eletricista, pedreiro, costureira,  cozinheira, dando assim uma ferramenta de sobrevivência mais racional que a simples enxada que por séculos vem batendo nas pedras. Aos que não querem sair do sertão, que se lhes dê os meios usados por outros países para vencer o deserto mas sobretudo, com decisão política corajosa, firme, uma qualidade de vida melhor através de um radical controle da natalidade sem se importar com as críticas que virão de setores religiosos e cortando na própria carne desavergonhada da tradicional fábrica de eleitores de cabresto. Porque a proliferação desenfreada de seres humanos na miséria por ignorância e abandono das autoridades de saúde pública interessa aos políticos desonestos -desculpem pelo pleonasmo- e também às religiões que milagrosamente conseguem extrair minúsculas gotas de dízimos aqui e ali no deserto famélico para encher suas cisternas de milhões sem retorno terreno.

Nordestino não é gado de cria para políticos. São cidadãos brasileiros, sócios do país com direitos e deveres. Entreguem a eles sua devida cota de educação e infraestrutura e não Vales-Ração...