sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Deus e Satanás na Terra do Nunca, esse tal de Brasil...


Estava a reler um texto meu de 2013, “Brasil: o gigante adormecido que faleceu durante o sono...” Nada mudou.

Nele cito um artigo de 2011 da Veja, “O incrível caso do país sem direita”. Realmente não temos uma direita plenamente identificável. A questão vai além de siglas e ideologias. A política brasileira é uniforme, única: a lei da oferta e da procura. Não se trata de não ter direita ou esquerda, trata-se de não termos verdadeiros homens políticos, temos negociantes de poder e dinheiro sem qualquer ideologia firme, com exceção de alguns honestos mas ingênuos cidadãos bem intencionados que são rapidamente engolfados e até vilipendiados, como se danosos fossem e muitos esquerdopatas que em qualquer país sério estariam internados como indivíduos perigosos à sociedade. No Brasil, política não é uma luta por conquistas sociais do País, ou de valores morais; é um emprego fácil e lucrativo que pode ser mantido legalmente através de métodos ilegais.

Uma das causas apontadas como responsáveis pela ausência da direita, dos partidos conservadores, é a “herança maldita da ditadura militar”. Não deixa de ter sentido embora a própria herança deixa claro que não houve ditadura e sim um Governo Militar: esta herança maldita é a Grande Quadrilha Petista. Num governo realmente ditatorial esses marginais transvestidos de militantes e terroristas teriam sido exterminados e não poderiam prosseguir em sua carreira criminosa, mas aí estão, e até conquistaram o poder máximo! Em plena atividade de rapina não só do dinheiro público mas na tortura e lento assassinato de nossa cultura, tradição, história, levaram, em uma década, o país à UTI, agonizante. Sem outra opção, desesperados, os nativos foram levados a votar em qualquer força que representasse uma oposição ao saque desenfreado dessa facção criminosa. Mas até agora o que vimos não representa qualquer oposição ou direita e sim um típico governo de república bananeira de meados do século passado. Envergonhados diariamente, decepcionados seguidamente, pelo menos barramos o petismo, nos consolamos mentalmente... E resta esperar pelo surgimento de algum líder verdadeiro que nas próximas eleições (ou sem elas e sem o Congresso, a fonte de todos os nossos males) comece a verdadeiramente resgatar o que resta desse Porto de Piratas...

A principal causa de não termos um partido conservador, uma direita forte defendendo os valores tradicionais do ser humano - que nada tem a ver com a ignorância das religiões e seus deuses e diabos - e que constituem a argamassa que constrói uma Nação - a Honra, a Família, a Tradição, a Propriedade - é que para isso é necessário um sentimento pátrio forte que só é conseguido por um comportamento comum no mínimo assemelhado da grande massa, com uma maioria numérica de alguma raça e uma cultura crescente baseada em valores esculpidos durante a História deste mesmo povo. Não temos nada disso, somos apenas um Porto de Piratas multirracial e inconsequente amassando os papéis da história para limpar os vestígios de qualquer tradição e sentimento pátrio que comece a aparecer sobre a mesa do dia a dia, onde serão colocados os copos de ideologias estrangeiras perversas cheios do álcool do carnaval, futebol e circo televisivo, sem que em cada grupo de ébrios se encontre um denominador comum que seja útil a todos. Sem que ninguém se preocupe com a alta conta a pagar que certamente será apresentada no futuro.

Não temos um Partido Conservador porque não há mais nada para ser mantido, conservado. Não conseguimos ser um país, o Gigante Adormecido faleceu durante o sono. E à nossa tragédia verde-amarela agora acrescenta-se - graças à crescente massa ignorante - o pesadelo de uma anacrônica ditadura teocrática, onde os pastores ditarão as leis e Satanás representará toda a oposição. 

Mas que Inferno!!!

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Amazônia x Macron - Status internacional para as regiões de Périgord e Midi-Pyrénées já! Salvemos os gansos franceses!


Emmanuel Macron diz que não descarta a possibilidade de conferir um status internacional à floresta Amazônica “caso líderes da região tomem decisões prejudiciais ao planeta.” Essa afirmação, feita por um chefe de estado é gravíssima, uma ameaça intolerável que deveria resultar no imediato rompimento de relações diplomáticas, pois é uma clara ameaça à soberania de um país. Desde a invasão gratuita da Polônia pelos alemães não se via tamanho desprezo pela liberdade e direitos de um povo.

Mas por sorte a ameaça vem dos franceses, tradicionais perdedores de todas as guerras, campeões das rendições mais constrangedoras na história militar recente, reis das ameaças vazias. Será que já se esqueceram de Dien Bien Phu, das cômicas bravatas com sua “inexpugnável” Linha Maginot na segunda guerra mundial, da Argélia, de sua esmagadora superioridade numérica na Batalha de Azincourt quando levaram a histórica surra de meia dúzia de arqueiros ingleses? Crescemos assistindo franceses de braços levantados sendo levados à baioneta calada por algum povo, mas ao que parecem eles não perdem a arrogância, a empáfia!

Não dá para levar a França a sério. “A França não é um país sério”. (l.o.l.) Portanto vamos entrar na brincadeira e pedir a independência da Guiana Francesa, último resquício do colonialismo na América do Sul... Ou vamos pedir a internacionalização das regiões de Périgord e Midi-Pyrénées onde os gansos são torturados goela abaixo para que seus fígados com cirrose produzam o foie gras, orgulho da sujinha cozinha francesa... Salvemos os gansos das mãos dos perigosos e agressivos franceses!

Oras Macron, “estamos tristes por você e a França”, arranje outra maneira de recuperar a popularidade, seja mais esperto que Napoleão, que subestimou a extensão das estepes russas. A Amazônia também é razoavelmente grande, umas dez vezes maior que seu país...



sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Amazônia em chamas: a histeria politicamente correta


Toda vez que a França entra no meio de alguma polêmica eu me irrito, enojado. A França é a expressão máxima do danoso politicamente correto, mas na base do “façam o que acho correto para vocês, não o que faço...” Preocupem-se com seus crepes e outras receitinhas minúsculas e cheias de frescuras, deixem o mundo dos machos em paz! Ou eu chamo a Alemanha! Bons tempos em que a Alemanha acordava irritada e ia lá na França e dava umas porradas até que os americanos apartassem... Mas agora também são dirigidos por mãos femininas... Bom, reconheço que nós estamos mal das pernas em questão de presidente, mas como já disse antes das eleições, o importante era alguém para quebrar a sequência da quadrilha petista, ou as cinzas hoje não seriam da Amazônia e sim do país todo. Cinzas morais e econômicas. Cumpriu sua missão, capitão, obrigado. Mas se puder, continue a trabalhar calado e sem bancar a galinha choca a respeito de seus “meninos”...

Voltemos aos incêndios na Amazônia: todos os anos tem! É cíclico e natural na floresta e provocado no cerrado e cercanias -Amazônia Legal - para a plantação, nada mudou. Há umas duas décadas ou mais, fiz um vôo na Amazônia com senadores americanos que queriam ver a tal devastação de um campo de futebol a cada dia ou coisa assim. Só viram verde e mais verde. Não tem seus moços, tentava explicar... É verde até o horizonte. Se contássemos os tais campos de futebol nem haveria discussão hoje, pois não haveria mais floresta. Humm, seria campos de futebol de salão?

Mas o governo agora não é de esquerda, não tem o mesmo charme para os fracassados e desocupados conhecidos como esquerda festiva ou esquerda caviar, os otários úteis... Então as queimadas naturais e programadas e nem comentadas dos governos petistas passaram a ser crime internacional no governo Bolsonaro. Observem os participantes dos protestos, os mesmos de sempre, que defendem a legalização das drogas, o fim da polícia e outra baboseiras. Vejam os argumentos expostos, o histerismo político sem qualquer base ou uma investigação mais séria, mais profunda. Um teatro ridículo, fake news alimentadas por dirigentes mundiais a procura de holofotes para ofuscar algum problema interno e seguidos afoitamente pela manada desocupada... É chique, dá um ar guerreiro aos beócios...

França, vá cuidar dos coliformes fecais de seus sujos restaurantes, vá compensar os danos causados na Oceania pelas suas explosões atômicas; Alemanha, use o dinheiro do fundo da Amazônia para indenizar as famílias judias e as cidades destruídas em todas as guerras que vocês provocaram; Finlândia, parabéns, cretinos, boicotem a carne brasileira, atinjam nossa economia e diminuam os nossos meios de combater os incêndios! Noruega, gaste sim conosco, mas para sanar o desastre ambiental de suas mineradoras na Amazônia, deixem de ser caras de pau!

Europa, vá cuidar de seus ex escravos coloniais que estão à deriva no Mediterrâneo, vocês não vão tirar o corpo fora vão? Ah, nem notaram, estão no momento preocupados com nossa Amazônia, tem lógica...

domingo, 14 de julho de 2019

Pobre Brasil, saímos da Quadrilha e entramos na Monarquia... (mas com intercâmbio!)


Somos exigentes demais... Passamos uma década calados, sendo governados por uma quadrilha, e agora na monarquia terrivelmente evangélica ficamos de mimimi porque querem colocar um dos príncipes no mais importante posto da diplomacia brasileira! Oras, tenham a santa (e evangélica) paciência! Quase todos os governantes africanos colocam seus rebentos e parentes próximos em cargos relevantes, e mesmo nas repúblicas bananeiras da América Central, meio século atrás, os ditadores de plantão nomeavam seus rebentos sem qualquer gritaria do povo amordaçado! E nem mesmo seus meninos tinham feito intercâmbio! Inclusive, segundo uma deputada, fará bem para o planeta! A Terra agradece, só nós que não, ficamos envergonhados como se o líder que apoiamos e elegemos esteja sendo antiético, imoral, praticando nepotismo ou simplesmente fazendo uma patetada atrás da outra! Oras...


Um monarca pode escolher cercar-se de assessores sábios ou de bobos da corte. Esses últimos são mais agradáveis, adulam e aplaudem cada espirro que o chefe supremo dá. Fortalecem seu ego. Já os primeiros criticam, instruem e alertam. Fortalecem o reinado.

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domingo, 5 de maio de 2019

Pô Capitão, levando tapa na cara do politicamente correto?


Afinal era ou não era o fim do maldito, danoso, teatral “politicamente correto”, que instalou a ditadura dos feios, dos indolentes, dos malandros, da manada disfarçada de minorias disso ou daquilo, e que dá armas para que a oposição canalha, apátrida, sem vergonha caia de pau em cima de você, toda vez que alguém do seu pelotão diz alguma verdade sem dourá-la com eufemismos bonitinhos? Quer botar ordem nesses vermes, nessas sanguessugas que não querem largar a pele já empalidecida do pobre Brasil? Então parem de pedir desculpas, PO***! Assuma o comando de uma PU** vez!

Menino veste azul e menina veste rosa, essa é a tradição que vai muito além de cores ou roupas e ajudam na formação moral, psicológica, natural de homens e mulheres. Quem quiser tomar novas cores depois de suficientemente adulto que tome... Qual é o problema de lembrar isso? Ou nossas mães e avós são marginais perigosas que cometeram crimes contra nossa infância?
Cantar o Hino Nacional nas escolas também é crime? O correto seria então continuar a cantar a Internacional nos acampamentos da guerrilha conhecida por MST, após um dia cansativo invadindo e destruindo terra e trabalho alheio?
Brasileiro é canibal lá fora? Dessa vez eu discordo: brasileiro é canibal lá fora e aqui dentro também. Os gerentes de hotéis, restaurantes, motéis, os diretores de escolas, que o digam. É considerado um diploma de esperteza ter em casa “troféus” roubados infantilmente ou relatar vandalismos em terra alheia. É constrangido que apresento meu passaporte lá fora, já esperando um esgar de preocupação e desprezo. Somos considerados selvagens, deixem de hipocrisia, todos sabem disso!
Nosso dinheiro é desperdiçado sim nas Universidades para consertar estragos da baderna reinante nessas bocas de fumo transvestidas em Templos do Saber e para pagar mestres esquerdopatas que vivem num mundo irreal, teórico, formando imaturos militantes patetas que ajudarão a corroer os combalidos alicerces desse porto de piratas chamado de Brasil, PO***!!!


Para aplastar a ditadura da ignorância que assolou o país por mais de uma década é preciso dar nomes aos bois, sem medo, sem passar a mão na cabeça de ninguém, vocês estão no comando! Falem, façam, enfrentem e sustentem! E PAREM DE PEDIR DESCULPAS!


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P.S. Também ajudará: somos uma República e não uma Monarquia, portanto não existem príncipes. Que as crianças parem de atrapalhar e vão brincar no quintal. Papai precisa trabalhar.

quinta-feira, 28 de março de 2019

Não se governa povos latinos com “democracia e liberdade”


Democracia: um sistema baseado numa premissa errada, a de que somos todos iguais...

Liberdade: um conceito que permite aos predadores agirem e reincidirem.

Líderes de uma Nação não se escolhem com votos da Grande Manada e sim são homens que se destacam quer pela inteligência, quer pela força que possam reunir ao seu redor e comandá-la pelo exemplo, sempre no sentido de “sigam-me” e nunca no de “avancem”. Não se governa com trocas de favores, com o toma lá dá cá, com a divisão do saque entre poucos. O saque, hoje denominado de verbas e impostos, deve ser distribuído em forma de serviços, para que a manada transite, trabalhe, estude, progrida e cada vez mais seja independente de vacas madrinhas. Enquanto isso não acontece, chicote e curral é a solução para os que escoiceiam ou mugem demais.

Não se governa com instituições dedicadas a conluios, ações entre amigos e ao próprio bolso.

Uma Nação forte e próspera é construída por cidadãos competentes, inteligentes, e esses se transformam no decorrer da vida em grandes empresários, cientistas, profissionais liberais de sucesso e não devem ser desastrosamente atrapalhados por políticos, uma classe de atores especializados em farsas grotescas ou sofisticadas, mas sempre em benefício próprio e nunca no do país em que fingem se interessar.

Cidadãos competentes geram renda e empregos, políticos geram descontentamento para repartir o poder e reinar no propício caos.

Um verdadeiro líder se quiser quebrar a espinha de um gigante chamado corrupção e desgoverno tão presentes nos países latinos, e escancaradamente arraigados nesse Porto de Piratas sem história e sem raça transvestido de país chamado Brasil, não pode ser obrigado a negociar com instituições que legislam em causa própria.

Não se governa também com tribunais dedicados a exibições de força, desfiles de vaidades, interpretações de leis ao sabor dos humores do dia.

E visto o elementar acima, temos que nos curvar à antiga máxima: para povos latinos, governos fortes.

Chicote e curral. Pensem.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Livro "Batalha Histórica de Quifangondo", de Serguei Kolomnin




Ao pesquisar cuidadosamente os eventos da Batalha de Quifangondo, o historiador militar russo Serguei Kolomnin preenche quase em definitivo as lacunas existentes nesse momento ímpar na criação de um estado em tempos modernos. Digo “quase”, pois as dificuldades são imensas para romper com as vaidades e interesses pessoais nos relatos desse acontecimento, que hoje tem mais heróis que combatentes na época. Cubanos que insistem em viver ainda hoje num mundo irreal que só sobrevive na propaganda que encobre a pobreza atroz trazida pelo comunismo ingenuamente levado ao pé da letra - como na paupérrima Coreia do Norte - exageram seu papel bem no anacrônico estilo stalinista; sul-africanos fantasiam e criam uma “retirada heroica” para encobrir sua vergonhosa deserção em pleno combate; zairenses ficam calados para evitar perguntas constrangedoras e querem esquecer suas desaventuras vergonhosas em Angola; angolanos de ambos os lados relatam verdadeiros contos infantis que me fazem lembrar o nosso herói militar brasileiro Duque de Caxias “com as granadas explodindo nas patas de seu cavalo e com a espada desembainhada, gritando: siga-me quem for brasileiro!” Criança, eu lastimava pelo cavalo... As histórias destinadas à formação artificial de um orgulho nacional são geralmente assim forjadas, não resistem a um estudo mais crítico. Tarefa difícil e inútil tanto no Brasil, formado com “tribos” tupis, tapuias, guaranis, italianas, portuguesas, alemãs, japonesas, como nos países africanos, artificialmente construídos pelos países colonizadores e que juntam no mesmo balaio etnias várias, incompatíveis em hábitos, tradições, fisicamente diferentes, algumas inimigas inconciliáveis…                                                       

Portanto, que tal sermos honestos e racionalmente, deixar de lado as grandes e heroicas historietas de nacionalismo puro, empunhando bandeiras ao vento e destroçando o inimigo? Quifangondo, batalha de vital importância para o futuro politico de Angola, foi o improviso da pressa de um lado contra a confortável posição geográfica dos defensores do outro lado, que pelos números do próprio MPLA só morreram uma meia dúzia, no máximo. Provavelmente no mesmo dia deve ter morrido mais gente atropelada em Luanda no caótico trânsito provocado pelos carros abandonados pelos portugueses em fuga para a Europa e guiados por africanos sem experiência…

No livro “Batalha Histórica de Quifangondo”, Serguei Kolomnin busca com eficiência os detalhes, confronta os relatos dos participantes, procurando ser imparcial (mesmo chamando de “internacionalismo puro” o puro intervencionismo soviético e de seus afilhados cubanos). Desfaz com seu trabalho injustiças históricas, como a insistência angolana de menosprezar e mesmo encobrir a decisiva ajuda soviética de última hora para se valorizar e até, usando as próprias definições da Convenção Internacional contra o Recrutamento, Utilização, Financiamento e Treino de Mercenários, corrige a acusação de mercenários, usada por muitos, ao idealista grupo do Coronel Santos e Castro e do Major Alves Cardoso, do qual fiz, honrosamente, parte. Ambos oficiais eram angolanos de nascimento, respectivamente Lobito e Nova Lisboa; Angola ainda era uma província portuguesa, o que justificava a nossa presença nos combates; muitos dos portugueses também eram africanos que jamais haviam posto o pé na Europa e o único que poderia ser considerado um estrangeiro, (mas menos que os cubanos, zairenses, soviéticos) era eu, nascido no Brasil mas com dupla cidadania portuguesa. Nenhum pagamento fora prometido no recrutamento e sim a paga maior: ajudar na construção de um novo país com nossos valores ocidentais. Por isso, sermos confundidos com os aventureiros de língua inglesa que só apareceram no final do conflito sempre nos incomodou. Por isso, devemos agradecer ao nosso antigo inimigo, autor dessa obra, pela honestidade e profissionalismo. Cita também meu relato sobre a deserção sul africana com seus obuses 140 que poderiam nos ter dado a vitória, mas que hoje, em livros e textos, procuram justificar com mentiras patéticas, afirmando que o Coronel Santos e Castro é que os abandonou sem proteção, sendo que sempre, até o final do combate, estivemos alguns quilômetros à frente da bateria de obuses. Transformaram a vergonhosa fuga em uma epopeia digna da 1ª guerra mundial, com os obuses sendo rebocados em estradas enlameadas, sem ninguém entre eles e o inimigo, sendo que só percorreram asfalto até Ambriz! E o General Ben Roos também somou-se à lista de "heróis"...

Mas o facto principal, linha mestra dessa obra, é o papel indiscutível dos BM-21 russos na batalha. Num ousado esforço de pilotos soviéticos, esse equipamento foi transportado por milhares de milhas e colocado pronto para a ação no momento decisivo. E o resultado principal, insisto, foi o psicológico. O maciço bombardeamento, concentrado em nossas posições, criou o pânico na tropa africana, que sendo de fracos valores ideológicos, sem noção profunda de nacionalidade, aterrorizada, só pensou em salvar a própria pele e evitar a todo custo repetir a experiência. Devo lembrar que nós, os Comandos Especiais de Santos e Castro e Alves Cardoso, ao conquistar com facilidade o norte de Angola para a FNLA, fomos várias vezes alvejados pelos 122 através de lançadores individuais, o que não nos causava a mínima preocupação ou danos maiores. O que se viu depois de Quifangondo foi a desmotivação total do ELNA, um caminhar em direção à fronteira do Zaire, enquanto eu comandava um pequeno grupo atrás de pontes destruídas, procurando ser a pedra no caminho dos cubanos, retardando-lhes o fácil avanço.

Mas notei um certo desconforto do General Xavier, angolano, que efetivamente participou do combate, em posição vulnerável na linha de frente e merece nosso respeito. O relato de sua atuação na batalha, no manejo do canhão 76, coincide com as informações repassadas pelo condutor da Panhard 90 atingida, que conseguiu escapar e posteriormente fez parte de minha tripulação até o final da guerra no norte. Mas acredito que o general não apreciou a falta de colorido nacionalista angolano no livro do aliado Kolomnim! Também não concordou com minha opinião sobre a ineficiência do 122 como arma de resultados físicos, no terreno, e demostra bons conhecimentos sobre o míssil que empregou muitas vezes. Mas perguntaria eu, até com certo humor, ao general: quem pode opinar com mais precisão sobre o efeito de uma pedrada? O garoto que atira ou aquele que a recebe na cabeça? O sr é o atirador, mas eu sou o alvo! Pelas contas cubanas, foram cerca de 700 mísseis, pela CIA, milhares. Todos concentrados na baixada do Panguila, cujo centro era a ponte, meu ponto de ação. Eu estava lá, não dentro de um abrigo, mas cruzando a ponte, correndo, rastejando, resgatando colegas feridos, avançando, retrocedendo, passando informações, e estou aqui, sem maiores arranhões, resmungando acerca de ineficiência do 122 em causar maiores baixas físicas… Se nossas baixas aparentemente aceitas por ambos os lados foram de aproximadamente 350 homens e usando os números cubanos, teremos o uso de 2 mísseis para cada inimigo atingido, inimigo esse que estava em campo aberto, sem qualquer abrigo! Mantenho minha opinião admitindo porém se não fosse o desmoralizante efeito em Quifangondo, provavelmente Angola hoje estaria, no mínimo, dividida em Angola do Norte e Angola do Sul, tal qual aconteceu com Coreia e Vietnam.

Mas os estrondos dos mísseis 122, na Batalha de Quifangondo, atingiram mortalmente a alma dos nossos combatentes...



Corrigindo sutilmente a história angolana... Na medalha comemorativa dos 40 anos da Batalha de Quifangondo, a União dos Veteranos de Angola, de Moscou, "reconstrói" o monumento erigido no local com mais precisão e justiça : entre os heróis a serem lembrados foi colocado o BM-21!



terça-feira, 30 de outubro de 2018

Eleições 2018 - Família, Lar, Liberdade: Pátria!



Vencemos porque a determinação dos verdadeiros cidadãos foi maior que as fraudes - que aconteceram - e esta é a primeira vez nas últimas décadas que vejo os habitantes desse território latino americano agir em conjunto e racionalmente, em defesa do que deveria ser elementar: a família, o lar e a liberdade.

Mas - atentem- essa determinação - e disposição para o combate se necessário - não pode decair, a vigilância cidadã deve ser mantida ou perderemos novamente, pois o inimigo trabalha, por deformação histórica, melhor no caos, nas trevas. São marginais, frustrados, recalcados, invejosos, desonestos, raivosos do sucesso alheio, sem relacionar esse sucesso com trabalho árduo. Eles primeiro sabotarão, depois explorarão o descontentamento dos mais fracos de nós e tentarão voltar. O Partido dos Trabalhadores não é um partido político, é uma facção criminosa que deve ser extinta, colocado na ilegalidade. Os processos e as condenações de seus líderes provam que é uma associação ilegal, voltada para o crime. Vigilância e expurgo também na fonte: nas fábricas de fantoches descerebrados chamados de universidades, através de mestres nefastos e teóricos, desconhecedores da vida real, verdadeiros comissários políticos estalinistas, que não podem mais ser tolerados!

Não abram a guarda! Não relaxem! Talvez não tenhamos muito tempo para saborear os resultados, mas a conquista será para nossos filhos e netos, num Brasil como verdadeira Nação. Porque a nacionalidade só agora começa a aparecer, só agora sinto que os brasileiros começam a se formar verdadeiramente nesse território que até a pouco eu denominava de Porto de Piratas.

Não apenas assistam e protestem contra o corroer de nossos alicerces democráticos quando detectados, contra-ataquem de imediato e batam forte! O Brasil começa a amadurecer finalmente.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Eleições 2018 - A volta fraudulenta da ditadura petista: é preciso lutar!


Brasileiros acreditam que os venezuelanos estão debaixo de uma ditadura bolivariana mas neles não conseguem visualizar nosso futuro imediato, consideram o governos de Lula e Dilma, legítimos após mais de uma década de fraudes, desmandos, roubos, corrupção, assassinatos políticos, truculência e reeleições ilegítimas através de crimes eleitorais à luz do dia, com apurações secretas sem comprovação e sem direito à recontagem! Que democracia é essa!?

Pelas contas da própria esquerda, que sabidamente tem a mentira e o exagero como modus operandi, os mortos e desaparecidos no regime militar somam cerca de 400 indivíduos. Hoje, num Brasil abandonado, em apenas três dias supera-se essa marca, em homicídios! Mais do que qualquer guerra presente no planeta, 60 mil assassinatos por ano! E é a ditadura petista que os matou, ou seja, 400 vítimas do Governo Militar contra 60.000 por ano da Ditadura Petista! Acordem! A corrupção é assassina também! Quando os petistas esvaziam os cofres da nação, saqueiam a Petrobras, o BNDES, repassam nosso dinheiro para os coleguinhas ditadores de outros países e enchem suas próprias contas secretas, estão tirando os leitos dos hospitais, os remédios, estão deixando nossas estradas mais perigosas por falta de manutenção, a Polícia sem verbas! Lula e sua quadrilha são ladrões, são assassinos, entendam isso!

Só há uma diferença entre a Venezuela e Brasil: lá não há tantos covardes e corruptos fantasiados de oposição ou Justiça como aqui e os venezuelanos saem às ruas já dispostos à luta e não ao diálogo, pois com ditaduras não se conversa. Os principais opositores estão presos ou mortos; aqui estão bem vivos, livres e filosofando sobre conversar e colaborar para “o bem do país” e aceitando nossas “eleições” como demonstração democrática!

Todos se indignam sobre o silêncio da mídia, da grande mídia, incluindo as tradicionalmente mais à direita que se calam e não dão cobertura às manifestações cidadãs que começam a pipocar por todo o país de forma quase espontânea, contra a farsa descarada da "virada" de última hora ensaiada por Haddad, numa repetição cínica das últimas eleições para a presidência!

Não podemos aceitar a volta da ditadura dos ignorantes imposta pelos petistas, formados pela escória humana que paralisou o crescimento da nação!

Por tudo isso precisamos de um líder guerreiro que una o país num só idioma de salvação e nos guie nesta batalha que já está acontecendo. É a metade dos brasileiros, justamente os que trabalham e geram a riqueza do país que estão contra a volta da criminosa ditadura petista. Precisamos urgentemente deixarmos de ser operários e ser soldados, deixarmos de ser cavalheiros e passar a ser cavaleiros, resistir e preparar-se para a carga. Não aceitar a fraude! Mantermos a disciplina e evitar o confronto até a vitória ou a configuração da fraude; depois, ou comemorar ou lutar pela sobrevivência da Nação, não há mais opções. Luta ou submissão. A campanha da quadrilha petista tem sido um insulto à inteligência humana, um deboche às instituições e à família brasileira! Parem com essa ideia de que somos um povo pacífico, somos em verdade um povo covarde! Um bando de ovelhas que se deixa conduzir ao matadouro! É preciso lutar!


quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Eleições 2018 - Os Cyborgs Vermelhos que alteram o resultado das urnas


Enquanto todos se preocupam com o absurdo chamado de urna eletrônica, com prováveis fraudes sofisticadas, esquecem que existe algo mais vulnerável ainda, o ser humano, facilmente atacado por um vírus chamado suborno. E para isso a grande quadrilha tem quantias impressionantes em dinheiro vivo, indetectável. Sim, as velhas fraudes grosseiras, comuns nas repúblicas bananeiras como a nossa. É possível votar sem título, e o controle é feito manualmente pelos mesários, sob supervisão dos presidentes das mesas e esses homens e mulheres que são escolhidos com antecedência de dois meses, geralmente entre os eleitores da seção, de preferência com curso superior, professores, funcionários da Justiça, admitindo-se também voluntários. E essa lista de nomes é obviamente, aberta para consulta pública, o que dá muito tempo para detectar os mais vulneráveis para a corrupção, e contatá-los. Lembrem-se que estamos lutando contra uma quadrilha poderosa, tão tentacular, infiltrada, impiedosa, como a de seus aliados, os grandes traficantes de drogas! Em um universo de quase 500 mil urnas, bastam apenas 40 votos para Haddad em cada uma, para retirar uma vantagem de 20 milhões de votos. Para Dilma bastaram uns quatro votos por urna apenas!

Apenas 50% dos eleitores serão identificados por biometria, para o restante é só apresentar qualquer documento e assinar, algo que pode ser feito por qualquer um, já prestes a terminar o horário de votação, substituindo os eleitores faltosos. Com o auxílio da digitação, uma centena de votos podem ser inseridos em poucos minutos, enquanto, de posse dos dados dos ausentes, são preenchidos e assinados os comprovantes. Isso é um método antigo, do tempo das cédulas em papel, fraudes muito simples. Mesmo com a biometria, ainda se permite que o mesário desbloqueie a urna quando ela não reconhece as digitais do eleitor. Portanto, a fraude de identidade realizada por mesários, ou com sua conivência é e sempre foi possível. Daí a importância da confiabilidade dos fiscais dos partidos, dos mesários honestos, que não devem se ausentar um minuto sequer das salas de votação e fiscalizar os próprios colegas de trabalho. Nós também podemos participar, não indo votar em massa nos melhores horários, dando margem a que seções de votação fiquem desertas em determinados períodos. Se possível, compartilhem esse parágrafo, estaremos ajudando a combater a fraude.
Afinal, nas fraudes petistas não são eletrônicas ou manuais, são realizadas por cyborgs vermelhos, uma mistura de homens e partes eletrônicas, um facilitando a tarefa suja do outro. Lembrem, a diferença apresentada até agora entre o cidadão Bolsonaro e o deplorável lacaio que representa um presidiário, não pode ser revertida em poucos dias, mesmo com falsos fatos novos gravíssimos que possam ser apressadamente fabricados pela Grande Quadrilha. Desta vez NÃO!