quinta-feira, 13 de junho de 2013

Internet:o cérebro humano saiu do corpo

Pedro Marangoni*

Emissão, recepção, conhecimento, busca, manuseio da informação. Falo do cérebro humano ou do computador e internet? Falo de todos que em verdade são apenas um sistema, uma base individual (cérebro) e uma extensa rede (net) no espaço, que abrange todo o planeta e o conhecimento de cada habitante conectado mas que atinge por meio dos resultados obtidos todos os terráqueos, sem exceção. Anteriormente todas as ações citadas ocorriam em nossos neurônios e restritos à experiência e cultura acumuladas além da memória genética e instintos herdados. A troca ou aquisição de dados era restrita e a velocidade do manuseio das informações era condicionada ao quociente de inteligência de cada um. Agora, diante de um computador em instantes neurônios eletrônicos de funcionamento similar aos meus trabalham para mim, multiplicam infinitamente meu conhecimento, aceleram meus cálculos, aumentam o alcance de meus olhos.

Ao perguntar-me qual seria a data de nascimento de Bertrand Russell, por exemplo, após inutilmente pensar iria à biblioteca pesquisar livro por livro ou perguntaria a alguém que possuía tais conhecimentos. Ou telefonaria. Ou escreveria uma carta, tudo dependendo de meus conhecimentos, local, recursos. Hoje, no mesmo momento em que o pensamento vem à mente, o cérebro comanda sua extensão eletrônica e lá está: Bertrand Arthur William Russell, 18 de maio de 1872... Tornamo-nos pequenos gênios de memória prodigiosa, de cultura sem limites para o bem ou para o mal: como fazer uma bomba caseira? E instantaneamente transformo-me em um químico com dezenas de opções.

Não há diferença entre um dado proveniente de pesquisa acumulada pessoalmente e um toque no computador, não é uma aquisição falsa ou artificial, o conhecimento é o mesmo, armazenado da mesma maneira, pouco importa se os impulsos elétricos são de origem química produzidos pelo seu corpo ou de origem externa através de cabos. Além do conhecimento de todos, que podem ser úteis, também compartilhamos ignorância, crenças, taras... Tudo o que cérebros humanos contém estão também no grande cérebro artificial chamado de Internet. Podemos pensar junto com multidões ou raciocinar em conjunto com apenas uma pessoa do outro lado do globo que naquele instante teve a mesma dúvida. Podemos emocionarmos e nos enraivecer em instantes e provocar uma briga na rua, um vandalismo, uma revolução, multidões pensando com o mesmo cérebro. Minha mentira pode fazer milhões chorarem, minhas ameaças podem fechar centenas de portas em uma cidadezinha milhares de quilômetros distante. Posso ser o inimigo mas posso trazer à revelia o inimigo para dentro de minha mente, de minha casa. Posso namorar uma chinesa, filosofar com um francês, comprar um paletó na Suíça, roubar a conta de um banco na Alemanha, espiar alguém no México, estragar o computador de um australiano, tudo em segundos, somos hoje um só cérebro que como o nosso pequeno órgão original, pode nos fazer sofrer, amar, viver melhor ou até morrer.

Temos que começar seriamente a se adaptar e gerir esse poder de abraçar o mundo e todo seu conhecimento sem perder as próprias ideias, sem esquecer do resto do corpo, braços e pernas que antes teriam que trabalhar se quiséssemos namorar a chinesa lá do outro lado do planeta ou mesmo filosofar ao entardecer contemplando o pôr do sol. Ou aos poucos nos transformaremos em um pedaço mole de carne pálida cheia de conhecimentos, amigos que jamais foram tocados, experiências acumuladas e nunca vividas... Gênios loucos e solitários que conhecem a fundo um planeta que nunca pisaram, apenas peças de um grande computador trabalhando para um único poder global. E este, o único dado inatingível e desconhecido...

*Pedro Marangoni,64,é autor de A conspiração de Santo Antonio do Desamparo e Angústias de um peixe-voador entre outros.

Porte de armas para atiradores aprovado pela Comissão de Segurança da Câmara

Veículo: Agência Viva Brasil/ www.movimentovivabrasil.com.br

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara aprovou nesta quarta-feira (12) a inclusão dos atiradores e colecionadores de armas de fogo entre as categorias que estão habilitadas a ter o porte de arma, concedido pela Polícia Federal.

A matéria foi objeto do Projeto de Lei nº 6971/2012, do deputado Milton Monti (PR-SP), que prevê a concessão de porte aos atiradores e colecionadores para armas registradas no Sistema Nacional de Armas (Sinarm). A proposta altera a Lei nº 10.826/2003, conhecida como Estatuto do Desarmamento.

O relator da proposta na Comissão, deputado Edio Lopes (PMDB-RO), chegou a apresentar parecer pela rejeição. Porém, mudou de ideia após participar de audiência pública sobre o tema na Câmara. Outro motivo teria sido a apresentação de voto em separado pelo deputado Guilherme Campos (PSD-SP), com texto pela aprovação

Em seu novo parecer, Edio entendeu que os colecionadores e atiradores podem ter porte de arma concedido, desde que comprovem vínculo com instituição desportiva por no mínimo 3 anos ininterruptos. Outro critério é a assiduidade. Segundo o texto apresentado, haverá a necessidade de apresentar uma declaração expressa de assiduidade para que seja liberado o porte pela Polícia Federal. Porém, não há uma definição de quem deverá emitir essa declaração: o atirador ou o clube.

Para Fabrício Rebelo, diretor do Movimento Viva Brasil para Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs), a aprovação demonstra que o debate exaustivo sobre a questão acabou por revelar o mérito da proposta. “O Projeto de Lei é positivo e representa um avanço para os CACs”, afirma. Apesar da comemoração, Rebelo mostra-se preocupado com a necessidade de uma declaração expressa de assiduidade, o que pode transferir para o Clube de Tiro a co-responsabilidade pela concessão do porte e também deixa dúvidas quanto aos colecionadores.

Já em relação à necessidade de estar vinculado a uma instituição desportiva por no mínimo três anos, Rebelo considera que não haverá prejuízo para a classe. “Isso evita a migração de pessoas que querem, apenas, o porte de arma para os Clubes de Tiro”, afirmou. “Embora ainda existam outras fases na tramitação da proposta, temos que comemorar essa aprovação”, explicou Rebelo.
Nota do Blog: Vejo com desconfiança,prefiro aguardar e comemorarei quando ver os atiradores com o porte nas mãos,tendo-o conseguido sem ter que lutar contra exigências absurdas,entraves,altos custos,atrasos propositais ou simples negativas de concessão,como vem repetidamente acontecendo com quem quer comprar uma arma ou proceder à inconstitucional renovação de registro de arma de fogo. (Pedro Marangoni)

Sertanejo,v ida de gado, eleitor marcado

Transladando um helicóptero de Aracaju para Belém,atravessei o Piauí de sul a norte, horas de terra árida, sem vida. Voando baixo, alienígena num disco voador visitando um planeta seco, contemplei um sepultamento, meia dúzia de gatos pingados ao redor de uma cova no meio da nada, o dia a dia só de presente, amanhã cópia de hoje. Certamente sem certidão de nascimento, sem certidão de óbito, sem cidadania. Cercas de galhos finos retorcidos, algumas cabras. Lembra Somália, Djibuti, Etiópia... Desde a formação da nação brasileira todos os governos tentaram alguma solução ou paliativos para o problema. Outros apenas fingiram tentar. Muitos usam o nordeste como fonte de verbas fáceis de desviar apostando no analfabetismo, na seca cultural tão atroz como a de água que não gera reclamações ou revolta, apenas resignação...

Consegue-se transformar o deserto em área produtiva? O mundo está cheio de lugares e países que servem de exemplo de sucesso. Mas por falta de opção,de mais espaço. O Brasil tem terras da União produtivas para um verdadeiro êxodo,da seca para a fartura. Mas o sertanejo nordestino é um povo com as raízes profundas típicas de plantas que teimam em solo ruim. Não quer sair de lá. Se sai,  sonha em voltar. Não podem ser recriminados por isso, é um direito querer viver perto das crianças e dos anciãos, das histórias, das lendas,dos contos de infância mas também do cheiro do ninho, da paisagem, de cada pedrinha familiar, de cada casa, ruína, recanto onde brincava e sonhava.

Não basta remediar o presente, é preciso construir esperança, os sertanejos não são gado para serem mantidos com doação de alimento e dinheiro numa vida vegetativa. Se por um lado a ignorância viceja, por outro não se lhes pode negar a coragem, a força de trabalhador, a vontade de resistir e vencer. Se eles admitem migrar para suas cidades, que se criem escolas práticas, simples mas eficazes onde se misturem a alfabetização e um curso básico de carpintaria, eletricista, pedreiro, costureira,  cozinheira, dando assim uma ferramenta de sobrevivência mais racional que a simples enxada que por séculos vem batendo nas pedras. Aos que não querem sair do sertão, que se lhes dê os meios usados por outros países para vencer o deserto mas sobretudo, com decisão política corajosa, firme, uma qualidade de vida melhor através de um radical controle da natalidade sem se importar com as críticas que virão de setores religiosos e cortando na própria carne desavergonhada da tradicional fábrica de eleitores de cabresto. Porque a proliferação desenfreada de seres humanos na miséria por ignorância e abandono das autoridades de saúde pública interessa aos políticos desonestos -desculpem pelo pleonasmo- e também às religiões que milagrosamente conseguem extrair minúsculas gotas de dízimos aqui e ali no deserto famélico para encher suas cisternas de milhões sem retorno terreno.

Nordestino não é gado de cria para políticos. São cidadãos brasileiros, sócios do país com direitos e deveres. Entreguem a eles sua devida cota de educação e infraestrutura e não Vales-Ração... 





terça-feira, 11 de junho de 2013

A destruição do Brasil pelo marxismo apátrida e a inércia das Forças Armadas


Estatuto dos militares. Das Obrigações e dos Deveres Militares. Do Valor Militar :
Art. 27. São manifestações essenciais do valor militar:
I - o patriotismo, traduzido pela vontade inabalável de cumprir o dever militar e pelo solene juramento de fidelidade à Pátria até com o sacrifício da própria vida;
II - o civismo e o culto das tradições históricas;
III - a fé na missão elevada das Forças Armadas;

Oficiais Generais de nossas Forças Armadas: os senhores detém o poder das armas em suas mãos e o dever de agir diante de grave ameaça à Constituição,à Nação,à integridade física do povo e do território nacional. Como homens fardados que optaram pela vida de guerreiros,não é preciso relembrar os itens constantes no artigo 27 do Estatuto Militar,acima transcritos. O Patriotismo está na alma de cada verdadeiro brasileiro;a Fidelidade à Pátria está nos corações;o culto das Tradições históricas está na mente de cada um,é o conhecer o solo onde se pisa,que foi construído através dos tempos com trabalho,sacrifício e sangue e não pode ser apagado como tem acontecido na última década e finalmente ana missão elevada das Forças Armadas,atributos dos que somam o Patriotismo,a Fidelidade à Pátria e o culto às Tradições históricas: o Militar!

Estou certo que quase todos os senhores possuem tais atributos. Mas me parece também que quase todos os senhores estão alheios diante das ações continuadas do atual governo marxista dissimulado em submeter o território nacional ou parte dele à soberania de país estrangeiro; desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional; internacionalizar região ou partes do território nacional, leia-se FUNAI e as demarcações de imensas áreas indígenas,exageradas e injustificáveis em nossas fronteiras; livre transito das FARC, um exército guerrilheiro estrangeiro que além de passear em nosso território,o faz a convite de autoridades brasileiras e tem nas áreas urbanas das grandes capitais, territórios livres, governos paralelos que exploram a venda de drogas e levam a violência nunca antes vista a todo o Brasil; MST, movimento terrorista que às claras treina militarmente suas hostes; tumultos planejados em todo o país sob os mais diversos pretextos onde não haja o domínio petista, com posterior intervenção do governo central para “apaziguar”; criação de uma guarda pessoal chamada de Força Nacional assumindo paulatinamente as funções constitucionais do Exército e intervindo contra o povo; desvio do tesouro nacional para sustentar  Cuba e outras ditaduras de esquerda e agora o ditatorial decreto "bolivariano" número 8.243/2014 assinado dolosamente pela laranja Dilma Rousseff, rasgando a Constituição e tirando poder do Congresso eleito pelo povo.

Código penal militar

Art.142.Tentar:

I - submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro;

II - desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania;

III - internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional;
Pena - reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes.

Quando o militar não age diante de infrações,crimes,que se enquadram no domínio de suas funções,de seu dever,ao se omitir está sendo conivente,está sendo cúmplice. Releiam o Código penal Militar,artigo 142 e acordem. O povo brasileiro indefeso debaixo do ataque da marginalidade e vendo o território nacional sendo fragilizado intencionalmente pelo governo marxista apátrida,não está pedindo,está ordenando. Cumpram!


domingo, 9 de junho de 2013

Falece o Capitão Alves Cardoso, às vésperas do Dia da Raça!

 Pedro Marangoni


 Alves Cardoso

  Oficial

 Alvará da TORRE E ESPADA ao CAPITÃO «COMANDO» ALVES CARDOSO

Considerando de justiça distinguir o Capitão Miliciano de Cavalaria Álvaro Manuel Alves Cardoso, que, por mais de uma vez ganhou justas a considerações por acções em campanha desde 1961; Considerando que na prática de feitos em combate nas províncias de Angola e da Guiné revelou coragem constante em presença do inimigo, alto espírito de sacrifício, decisão, alheamento consciente do perigo, prestigio pessoal sobre as tropas comandadas ou entre os seus camaradas e superiores, virtudes militares estas que o impõem com alto valor moral da Nação; Américo Deus Rodrigues Thomáz, Presidente da República e Grão-Mestre das Ordens Honorificas Portuguesas, faz saber que, nos termos do Decreto-lei n.º 44 721 de 24 de Novembro de 1962, confere ao Capitão Miliciano de Cavalaria Álvaro Manuel Alves Cardoso, sob proposta do Presidente do Conselho, o Grau de Oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
Presidência da República, 24 de Maio de 1972

Visto o acima, não é necessário melhor descrição do Capitão Alves Cardoso,para nós dos Comandos Especiais do ELNA -Exército de Libertação de Angola- o "Major A.C." com quem convivi na Rhodesia, Angola e Espanha. Juntamente com o Coronel Gilberto Santos e Castro escreveu a última página da presença militar portuguesa em África. Porque foi em nome dos valores portugueses, da democracia e da Civilização Ocidental é que lutaram, com a marca de Portugal no Continente Negro: aventura, coragem, altruísmo, ousadia. Estive sob seu comando direto nos combates de Mabubas, Quicabo e Balacende e juntos no jeep do Staff descemos à Lagoa do Panguila ao iniciar-se o avanço do que seria chamado a Batalha de Quifangondo: é nossa vez Pedro,vamos descer. E ao lado de um Oficial da Ordem Militar da Torre e Espada mergulhei no mais importante embate da guerra civil que determinou os rumos políticos da Angola de hoje. Algumas horas depois foi ferido, evacuado, mas após socorrido retornou à posição.

O Major A.C. faleceu aos 78 anos às 07:15hs da manhã de hoje, 9 de Junho de 2013 no Hospital da Luz, em Lisboa, cercado pelos membros da Associação dos Comandos, um ninho de heróis de ontem e de sempre. Apertou o passo e juntou-se a coluna dos companheiros mortos, Jaime Neves logo à frente, braço levantado no sinal de reunir, Santos e Castro quase no horizonte.
Marchou de cabeça erguida, privilégio de todos os guerreiros portugueses do passado distante e do presente que lutaram para que Portugal permanecesse sempre em pé e longe das ideologias contrárias ao bem estar de seu povo. Formará amanhã na eterna cerimônia do Dia da Raça, ao lado dos outros heróis lusitanos de todos os tempos.
A coluna vai aumentando... Homens que foram criados com histórias de grandes navegadores, aventureiros, guerreiros, Mouzinho, soldado“Milhões”, sob o olhar atento de cidadãos ímpares como Antonio de Oliveira Salazar que colocavam a Pátria acima de seus interesses pessoais, da própria vida e assim orgulhosos dos Homens e da Terra onde nasceram optaram pela espada em sua juventude e se consagraram ao serviço da Nação Portuguesa. O que será da geração atual sem alicerces firmes, sem história, com os nobres feitos apagados dos livros didáticos, sem um sentimento forte de nacionalidade, com a Metrópole e o Ultramar traídos e entregues ao inimigo, com um Portugal sem fronteiras misturado com uma Europa decadente, sem líderes, sem memória? A Frente de Combate se enfraquece...
Santos e Castro olha para trás com aquele seu meio sorriso, mira Jaime Neves, cumprimenta com a cabeça Alves Cardoso e encolhe os ombros como se dissesse: eu bem que avisei... Mas enquanto ainda houver velhos companheiros e discípulos desses Homens como os camaradas que em sentinela acompanharam a partida de um dos Grandes -Capitão Álvaro Manuel Alves Cardoso- ainda há esperanças de levantar hoje de novo o esplendor de Portugal.
Mama Sume!





MS,Brasil e as manadas dos "Vales"e das planícies



Demorou,mas os abusos da FUNAI,a violência dos índios e o descaso intencional do governo está levando a um basta dos produtores do Mato Grosso do Sul. Entendo que uma movimentação como essa programada requer muita coordenação e é impossível manter o sigilo,mas acredito que a Semana da Dependência do Brasil foi anunciada com muita antecedência,o que dará tempo à ditadura petista se organizar para que resultados sejam neutralizados, revertidos com medidas populistas "emergenciais" e ainda posarem de heróis do povo,como é de praxe. Sugiro que antecipem sem dar tempo à manobras. Estamos tratando com marginais no poder,vigaristas, estelionatários,que sabem muito bem lidar com tais situações e usá-las a seu favor. A baderna em SP contra o aumento das passagens e o posicionamento de Haddad mostra bem como eles trabalham e usam o caos a seu favor. O que tem resultado é povo nas ruas aos milhões,como nas manifestações que antecederam o contra golpe de 64 e que há muito se fazem necessárias para pressionarem as titubeantes Forças Armadas. Este governo não tem legitimidade!

Que os nossos heroicos produtores de Mato Grosso do Sul que têm que trabalhar com uma mão na enxada e outra na arma para se defenderem dos falsos selvagens manipulados pelo órgãos governamentais,se preparem para invasões de hordas do MST -o braço armado petista- para “resgatar o alimento para o povo”,sob a vista grossa de nossos “governantes”

O grande problema dos produtores brasileiros atacados e espoliados é que a Manada dos “Vales” se reproduz mais rapidamente que a manada das planícies...


 

sábado, 8 de junho de 2013

A moçambicana sem noção e os pobres brasileiros...


Na página "Ocupa a Rede Globo", uma escritora moçambicana chamada Paulina Chiziane resmunga com o título "Temos medo do Brasil" acusando novelas brasileiras de só mostrarem negros em papéis subalternos e de servir “para perpetuar as desigualdades raciais e sociais” e mais frases pré fabricadas já conhecidas e mimimis e blá blá blás,gerou 1681 compartilhamentos por enquanto e uma série de comentários onde dezenas de idiotas brasileiros com complexo de inferioridade se dizem envergonhados,pedem desculpas,criticam,tudo em nome do politicamente correto!
 
 Leiam algumas pérolas:
-essas palavras me envergonham como brasileiro, porque é verdade!!!
-Uma amiga alemã folheou uma revista brasileira e ficou horrorizada. Não viu um negro, só brancos. A gente realmente merece o pais de merda em que vive!
-nas novelas da globo os artistas tem predominância de olhos claros, pele alva e cabelos lisos, quase todos louros. Subliminarmente isto significa alguma coisa. Ou será que não???
-as novelas geralmente buscam vender a imagem de uma brasil desejada, é uma representação de grupos políticos e econômicos. A própria história do Brasil contada pelas telenovelas é um jogo de poder excludente e perverso.
-Brasil sente vergonha de sua cor.
-É o padrão Globo de qualidade, que julga o branco mais valoroso que o negro.
-A Paulina tem toda razão. Na verdade, muitos brasileiros de boa índole, também tem tido medo desse Brasil que não se envergonha de ser preconceituoso, elitista e colonialista
-Triste e não fazemos nada !
-Como Brasileira,negra vivendo na Europa me envergonho de ver as revistas e novelas brasileiras,algumas pessoas estranham quando digo que sou Brasileira,pela imagem que o Brasil vende fora,pensam que nasci na Africa.
-Que vergonha para nós,esta declaração!!
-que triste vamos abrir o olho globo
-Sinto uma imensa vergonha de ver essa moçambicana falando a verdade sobre o Brasil, principalmente da Globo. Parabéns Paulina Chiziane
Aos brasileiros acima,que não querem ver cabelos loiros,olhos azuis,pele alva e que por motivos éticos tenho certeza que não assistem às novelas e gostam da realidade social brasileira na telinha,a própria Rede Globo,cujo objetivo é comercial,não deixa ninguém de fora:assistam aos domingos ao programa "Esquenta". Bom divertimento...
Não gosto de novelas. Simplesmente não as assisto! Mas novela,boa ou não,foi produzida aqui,arte brasileira reconhecida em todo o mundo,para o Brasil e para os brasileiros.  E gera divisas também mas os países menos desenvolvidos nesta área que compram assistem obviamente a uma novela estrangeira. A maioria gosta e muito. Se a moçambicana Paulina não gosta,não assista,mas não venha dar lições de moral em casa alheia! Nem fale em nome de todos os moçambicanos,um dos povos mais simpáticos de África,que eu conheço muito bem! Diga eu tenho e não nós temos medo! Prove a si mesmo que seu povo tem condições de igualdade em capacidade,produza e assista as próprias novelas com pretos nos papeis principais e os brancos varrendo e carregando! Simples assim! Sem problema algum! Por acaso se os países muçulmanos começarem a assistir nossas novelas,as atrizes terão que vestir a burca? Dona “escritora moçambicana”,a senhora só é menos ridícula em seu infeliz comentário que os beócios brasileiros que a apoiaram!

O que serve "para perpetuar as desigualdades raciais e sociais"como você diz, Paulina Chiziane,é o seu país,Moçambique,debaixo da ditadura da FRELIMO,quatro décadas depois da independência ainda importar técnicos -brancos- para manter a precária infraestrutura em pé,ao invés de investir nos cidadãos nativos. Você própria começou e não terminou seu curso universitário. Você própria escreve na língua do branco,português,e não na de seu povo,Shironga,língua que está arriscada a ser esquecida por desuso. Mais ao norte de seu território,a língua Macua permanece firme porque um branco,Padre Alexandre Valente de Matos,compilava todo o vocabulário que podia em suas décadas de África e juntamente com o Padre Prata escreveram o dicionário e a gramática Macua,além do livro dos provérbios antigos,passados oralmente até então,na década de 70 do século passado. Eu pessoalmente assisti ao padre Alexandre corrigir a pronúncia de anciãos nativos graças aos seus profundos conhecimentos,não permitindo que aos poucos a língua sofresse distorções. 

Amadureça primeiro como cidadã,ajude a nação a crescer,prosperar e assim poder honrar suas dívidas e mesmo assim,quando forem realmente livres,soberanos,não dê palpite em casa alheia. É feio. Não lhe ensinaram isso?

Infanticídio indígena:a mentira tem braços curtos


(...)afirmei que a cultura politicamente correta dos nossos dias convive bem com o infanticídio praticado por tribos ianomâmis, mas acha absurdo que a Igreja Católica cultive alguns valores sobre a família. Citei o caso dos ianomâmis, mas atenção!, há pelo menos 20 etnias no Brasil que ainda matam suas crianças, sob o olhar cúmplice da Funai e do Ministério da Justiça. Certa “antropologia” acha que o “homem branco” não tem de se meter. Em nome do multiculturalismo, considera-se um “direito” matar infantes. As situações que “justificam” a sentença são as mais variadas: deficiência física, nascimento de gêmeos (um tem de ser morto), filho de mãe solteira… E vai por aí.(Reinaldo Azevedo em Os índios,a cultura da morte e os poetas do infanticídio)


Vou acrescentar às citadas pelo Reinaldo Azevedo,mais uma situação que justifica o infanticídio na tradição indígena: o adultério... Isso mesmo, traição, chifre, medo da fogosa peladona de que o marido descubra que andou em moitas alheias e lhe dê  com o tacape na cabeça...

O que conto abaixo ocorreu numa aldeia da região do Tumucumaque, Amapá. Índio que entrou em contato com o civilizado em pouquíssimo tempo deixa de ser ingênuo, como qualquer outro humano. De outra forma seria considerá-los seres inferiores, incapazes de aprender, de assimilar. Assim que entendem que podem praticar todos os ilícitos proibidos aos outros habitantes do país desde que ajam de forma pretensamente selvagem alegando tradições, cultura, tão ao gosto dos cientistas sociais, antropólogos e barbudinhos esquerdistas, deitam e rolam e riem da nossa cara. Têm plena consciência do que fazem e ainda aperfeiçoam os procedimentos bárbaros para passarem incólumes ao crivo do “civilizado” e suas leis e conceitos. Os ladrões são ladrões, não estão colhendo objetos; os assassinos são assassinos, não estão cumprindo leis da selva!

Na aldeia, onde eu andava livremente com o responsável da FUNAI pelo fato de ter um detector eletrônico de ouro, para alegria dos garimpeiros índios e não índios, havia uma família que tinha uma característica física que os diferenciava dos demais, o braço era muito curto, bem notado esteticamente, mas que não interferia em sua eficiência mecânica, simples detalhe. Todos os filhos saiam assim, marca registrada do garanhão de tanga. Conversa vai, conversa vem e em outra família nasceu um bebezinho saudável mas sem maiores avisos, mesmo sem ser apresentado ao marido foi enterrado pela mãe. Tradição & cultura, ninguém se meteu, a FUNAI ignorou.

Mas o tambor-fofoca logo ecoou pela selva: o curumim tinha... os bracinhos curtos!


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Elogio e defesa da vocação militar e a ameaça marxista por Blás Piñar

As palavras de Blas Piñar, político e escritor espanhol,aqui recortadas de seu discurso para Oficiais e Cadetes do Exército Espanhol sobre a vocação castrense e a ameaça marxista com o título de Elogio y defensa de la vocacion militar,serve perfeitamente ao Brasil atual e às nossas Forças Armadas. É hora de grandes decisões para a sobrevivência da Nação nos moldes em que foi criada pelos nossos antepassados. "O gigante está a ponto de ser escravizado pelos anões" Os negritos são meus:

Vosotros, Oficiales, Caballeros cadetes, tenéis una vocación noble, estáis cumpliendo con un altísimo deber y sois, en última instancia, los ejecutores de una paz verdadera, no entendida como paz de los sepulcros, sino como la paz de Dios, la que defienden los hombres que están dispuestos a que su país no sea ultrajado, la que, como alguien ha escrito, vigila las vides y los olivos con la sombra pujante de las espadas.

Por eso, el derecho y la fuerza son, a un tiempo, necesarios. Esta sin aquél no es otra cosa que tiranía. Pero aquél sin ésta sólo sirve para su escarnio

Al Ejército hay que entenderlo y amarlo. Es preciso descubrir la entraña de la vocación castrense y percibir sin vacilaciones que la existencia militar no es una manera de estar o de pensar, sino una plena forma de ser.

El Ejército, en frase de Jorge Vigón, en “Milicia y política”,es la «única armadura sólida de un orden social cualquiera», de tal modo que cuando la revolución bolchevique aniquiló el ejército ruso, inmediatamente organizó el ejército rojo, sin el cual no subsistiría el comunismo

Pero si el Ejército es el gran agente formativo del espíritu nacional, ello se debe a que al mismo corresponde, junto al adiestramiento castrense de la juventud, su adiestramiento social,inculcándola el sentido de la Patria y del Estado.

La eficacia del cuadro de oficiales y el cumplimiento de su doble misión, adiestramiento castrense y formación del espíritu nacional, se halla en función de las virtudes militares que posea.La vida militar, ha escrito Azorín, es espíritu, y sin tal espíritu, que las virtudes castrenses vigorizan,las fuerzas armadas serían como una espada sin temple o un cuerpo sin alma.

Cuando el Estado pierde el sentido de su misión, cuando deja de creer en la filosofía política que le dio nacimiento y fuerza, empieza a adquirir un complejo de inferioridad, inicia una etapa de disimulo, utiliza un idioma contradictorio y débil, abdicante y enfermizo, deja que de nuevo las fuerzas ocultas de la historia, replegadas a sus puntos de partida después de la Victoria, se envalentonen y avancen, pululen y brujuleen.

El gigante está así a punto de ser esclavizado por los enanos.

Pues bien; ¿acaso no debemos preguntarnos, ante la realidad que nos circunda, si el Ejército puede continuar como espectador en los días que nos toca vivir?
 
Senhores militares brasileiros:a resposta virá ou continuarão como espectadores?



quinta-feira, 6 de junho de 2013

Eu,silvicoladescendente,exijo meus direitos!

Pedro Marangoni*

É uma salada de conceitos,preconceitos,idiotices. Oras,o Brasil inteiro,com exceção do Acre dos seringais comprado a preço de bananas,era dos índios. Pensando bem,o Acre também era,só que dos índios dos bolivianos. Que aliás são um bando de índios mesmo,nem precisam reclamar para ninguém nem podem se auto invadir. Invadem alguma refinaria da Petrobras quando dá vontade e pronto,igual no Brasil,não dá em nada... Os portugas não descobriram essa terra,não pesquisaram em laboratório,misturaram alguns ingredientes e voilá:Brasil! O Brasil já estava aqui igualzinho à Portugal,que estava lá. O mais certo seria dizer:os indígenas brasileiros e os portugueses se descobriram por volta de 1500. Isso de,passados cinco séculos de construção de um país por gente oriunda de todos os cantos do mundo,querer individualizar regiões e considerá-lastradicionais terrasindígenasé uma grande piada. Na mesma linha que as tais áreas de quilombos,que obviamente são também áreas indígenas invadidas,só mudou a cor do invasor. Invasão dentro de invasão. Índios já estavam aqui,mas se os os tais quilombolas querem também fatias de terra para viver em tribos,vão ter que voltar para África e com os portugueses pagando as passagens,não temos absolutamente nada com isso. Aliás tem algumas companhias aéreas que em pleno século XXI parecem um navio negreiro em termos de comida e conforto... Parem com isso.
 
Reserva Indígena vá lá,pode ser em qualquer lugar,nada a ver com tradições nem visões de antropólogas da FUNAI maconhadas. Mas reservas devem ser dimensionadas na medida equivalente em termos de subsistência e olhe lá,tipo fazendas,sítios ou chácaras de acordo com o grupinho que quer viver de tanga. De t-a-n-g-a. E em local que não interfira com propriedades já em exploração,em produção,peças vitais no desenvolvimento nacional. Ou é para trás que se progride? Se é para viver como o cara pálida,se virem nas cidades como qualquer cidadão. Os negros também eram tribais e para a sorte deles quando da abolição não havia FUNAI,antropólogos,esquerdas maldosas,o politicamente correto e tiveram que se virar como seres humanos que são e se miscigenaram,sem maiores direitos e com os mesmos deveres de todos os habitantes. Senão hoje estariam em reservas e o governo importando zebras,leões e elefantes para não “perderem a cultura”. Índio é de porcelana? Se gritar com eles a alma se perde? Tem que chamar o Pajé de plantão? Mas quanta frescura! Índio aqui só se veste de índio para extorquir cara pálida! Aqui só se dá mal o trabalhador verdadeiro;o resto passa a vida tentando conseguir alguma boquinha de acordo com a direção dos ventos,como na indústria de indenizações onde todo imberbe que se assustou com o grito de algum sargento da PM nos "anos de chumbo” reclama e ganha um saco de dinheiro nosso com o efeito de um copinho de água com açúcar:pronto,pronto,passou,os milicos maus já foram,já foram,Tia Dilma deu tatau neles.
 
Eu,lembrei ainda hoje sou um silvícoladescendenteimportante,estava quieto e satisfeito mas agora também quero meus direitos,que não são poucos. Toda a área da Grande São Paulo e litoral era de vovô Tibiriça e do irmão dele,titioPiquerobi. Este pai da índia batizada como Antonia Rodrigues e aquele pai da Bartira,mais socialite,mais conhecida do público. Que se  casaram respectivamente com os portugueses Antonio Rodrigues e João Ramalho. As duas linhagens seguiram paralelas (não duvidem,tenho a árvore genealógica embora um falso RANI,o registro de nascimento indígena hoje resolva) até se unirem em casamento cerca de três séculos depois e desses dois importantes ramos nasceu Romualdo,pai de Júlia,mãe de Pedro,pai de Isolino,meu pai. Sou,como outros prováveis milhares de parentes,a 18ª geração dos chefes indígenas Tibiriçá e Piquerobi e para efeitos de indenização,pulsa forte dentro de mim o sentimento dos goianases,dos carijós,dos tupís e vou sentar a bunda no meio da Avenida Paulista,minha propriedade roubada pelos cara pálidas,interromper o trânsito e a economia e esperar que a Força Nacional venha para me proteger. Depois colocarão panos quentes e eu aceitarei um simples prédio como indenização e a vida continuará embora o milionário prejuízo de meu dia de índio fique. Parece piada? Não é. Assim está funcionando o Reino do Absurdo,Brasil.



*Pedro Marangoni,64,é autor de A opção pela espada entre outros.