segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Neocolonialismo russo na América Latina?


Os irmãos do norte avisam extraoficialmente: os primos de leste que trabalharam nas colônias portuguesas em África estão circulando na Venezuela de olho no Brasil. Por que extraoficialmente? Porque Obama não é América, mas nem por isso os irmãos deixarão de se ajudarem. Tudo leva a crer que Putin achou novos caminhos expansionistas sem maiores traumas e celeumas que a invasão de vizinhos pura e simples, contando para isso com a traição de Dilma e Maduro, apátridas esquerdopatas servis aos seus ídolos, sonhando com uma Pátria Grande Comunista. O Brics tem servido de fachada, mas a Rússia parece que aposta em ganhar um grande e submisso quintal aumentando seu poder de negociação econômica com a Europa e América, enquanto distrai os dois ditadorezinhos com o sonhado enfrentamento do demônio capitalista. Existem acordos recentes entre Venezuela, Brasil e Rússia que vão além do comércio. As duas ditaduras latino-americanas já possuem armamento russo e Putin tem espalhado centros de controle eletrônico por estas bandas. Se o Grande irmão do Norte não se livrar dos Obamas e não criarem novos Reagans e o povo brasileiro não despertar da apatia política, grandes surpresas no equilíbrio geopolítico no mundo podem acontecer em curto prazo graças a um enorme território que miseravelmente confirma o que dele já se falava há meio século atrás: não é um país sério.

sábado, 1 de novembro de 2014

Brasil, a nova Cuba da América Latina e a nova URSS de Cuba


Regime sem vergonha que envelhece e perde amante fica na miséria, a menos que encontre outro otário endinheirado. Cuba, sem os soviéticos acabou na sarjeta até que num golpe de sorte, alguns de seus lacaios e comensais mais radicais e desonestos tomaram o poder no Brasil aproveitando-se da procriação desenfreada da manada estúpida com sua inteligência bordeline, já chegando ao puro retardo mental. Prato cheio para as esquerdas patológicas, um banquete para marginais fantasiados de militantes... Não é ajuda à Cuba, é pagamento de estadia em tempos de subversão, com olho na herança sem herdeiros da franquia da eterna revolução de Fidel.

A ditadura petista já está à vontade, deixando cair os disfarces, encantada com o baixo preço de mercado dos magistrados, com a indiferença dos cidadãos à constituição tratada como literatura de cordel dependurada nos varais da conveniência do partido, com o abanar de rabo das Forças Armadas servis, com a mais descarada falta de vergonha na cara da oposição ao negociar no mercado negro do toma lá dá cá. Sem mais ser vigiada pela Justiça que austeramente assumiu sua condição de cega, a ditadura acelera seus planos de terra arrasada. Surpreende-me que empresários reclamem do crescimento quase zero do setor produtivo e o desinteresse governamental. Será que esses homens inteligentes e empreendedores não entenderam ainda que não é interesse da ditadura o crescimento, o enriquecimento real do povo? Que o modelo seguido é o cubano, escravidão disfarçada em socialismo, a perpetuação do poder através da pobreza instalada e mantida a pão e água do paternalismo canalha?

A meta é a falsa educação que emburrece, a violência sem combate que entorpece, a corrupção desenfreada morro abaixo que sangra rapidamente o país e espalha o desânimo. Quebrar resistências, deixar como única preocupação de um povo ajoelhado, o não contrariar o poder para receber seus vales, sua ração.

Acham incoerente que se corte gastos com segurança aqui no Brasil e se dê linhas de crédito à Cuba, que ultrapassam um bilhão de dólares? Que brasileiros moradores de rua agonizem de fome enquanto se enviam verbas para pensão e alimentação de imigrantes ilegais no Acre? É totalmente coerente porque estamos debaixo de uma ditadura de traidores da pátria, derrotados em 1964 e que ao assumir o poder usando de todas as fraudes possíveis continuaram a servir uma ideologia, não o país,são os que sonham e se preparam para herdar o legado de Fidel Castro nas Américas, ressuscitar Lenin e Marx em seus desfiles de 1º de maio com milhões de zumbis alinhados com perfeição, enquanto governam com mão de Stalin e cérebro de Al Capone.

Não há mais esperanças, eles venceram e do poder não sairão. Você acha que eu exagero? O sistema é um homem, um voto. O país é deles, o futuro é agora, imensas planícies onde manadas de milhões de gnús pastam vales, bolsas, carnaval e futebol.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Um pardieiro chamado Brasil e o separatismo


O politicamente correto agora é se posicionar veementemente contra o separatismo. Eu, desde jovem, sou a favor e não somente entre regiões mas entre estados, independente de tamanho ou riqueza. E isso nada tem a ver com racismo, discriminação ou outras baboseiras exploradas politicamente e engolidas pelos ingênuos. Países nada mais são que famílias ampliadas. Quem tem chance de conquistar melhor qualidade de vida? Uma família numerosa ou um casal com filho único? Onde se vive melhor, com mais liberdade, numa casa ou num conjunto habitacional? Patriotismo num país sem raça -nosso caso- é improdutivo, cada um pensa e age de forma distinta. Vivemos num pardieiro, numa enorme casa velha decadente com gente de todos os tipos, que jogam lixo pela janela, escutam música em alto volume pela madrugada e brigam pelos corredores. E quem tem que acordar cedo para trabalhar que se dane. Mas em nome de uma bandeira, de um nome, nos recusamos a mudar para uma casinha nova, limpinha, com vizinhos escolhidos. Separatismo não é fazer o jogo da ditadura petista, pelo contrário! Manter vivo esse gigante manco e retardado é que faz o jogo ideal de um governo com inspirações totalitárias, que usa o dinheiro dos mais capazes para comprar os votos dos menos dotados e se perpetuar no poder!

Pedro Marangoni, o Idiota e Dilma Rousseff, a Estadista


Este sou eu. Fico boquiaberto e não consigo entender o que políticos, cientistas sociais, comentaristas de mídia e até a tal de oposição aceitam tão bem. Acho que parei no tempo e só consigo ver a Dona Dilma Rousseff como uma terrorista submissa ao marxismo internacional, adoradora de ditaduras e que sonha com um poder absoluto sobre um povo miserável debaixo de seus pés. Numa ditadura que abranja não só o Brasil, mas toda a América Latina, rosnando na cerca do quintal para os vizinhos norte-americanos, o sonho de consumo de todo esquerdopata.

As eleições clamadas como livres, sem incidentes, festa da democracia, foram realizadas em maquininhas primárias, sem chance de recontagem e o resultado final já era de conhecimento do governo três horas antes de ser finalmente comunicado ao povo. Apesar de várias reclamações de fraudes com fotos, filmes, declarações, todos os ouvidos são surdos, inclusive da oposição. Nenhum comunicado oficial sobre o assunto, Será que só eu ouço?! A oposição recebe o resultado sem um pio e cumprimenta a candidata vitoriosa, que como presidente em exercício era dona do TJE, das urnas, e fez a campanha com dinheiro público, em aeronaves da Força Aérea e outros meios oficiais. Seu partido é uma quadrilha, comprovadamente, com os principais nomes atrás das grades e sendo ela totalmente obtusa, mal conseguindo articular uma frase, parece claro a mim, o idiota, que é um pau mandado, uma laranja que meliantes deixam brincar de governar mas que em sua doença revolucionária, muitas vezes sai do controle perigosamente. Ela declara que agora consultará os setores da sociedade em suas decisões de mudança e todos aplaudem e ficam tranquilos e sorridentes. Só eu não acredito, penso que é da boca para fora e que esses setores não são empresários, empregadores, e sim MST e outros sem qualquer coisa, grupos de guerrilha disfarçados em movimentos sociais, longamente preparados para a violência e intimidação.

Sou tão idiota que a grande líder do povo brasileiro, ontem à noite, em declaração na TV disse que trabalharia "diuturnamente e noturnamente" e após um minuto abobado, fui ao dicionário Aurélio verificar o significado de diuturnamente, pois acreditei que eu é que estava errado. Ela e seu partido infiltrados em todos os setores, inclusive os técnicos, desmontaram o país que ainda se arrasta graças à infraestrutura montada nos tempos do governo militar e empregaram o dinheiro dos impostos para sustentar ditaduras de colegas estrangeiros e para manter 50.000.000 de cidadãos brasileiros sem trabalhar em vez de fomentar empregos e estudo, perpetuando a miséria a pão e água. Mais ou menos o número de votos que teve nas eleições. E eu acho que isso é compra ilegal de votos, votos de cabresto, como faziam os antigos coronéis do sertão. Eu de bom grado aceitaria que o dinheiro de meus impostos servisse para dar melhores condições de vida aos mais necessitados, mas condições, ferramentas e estudo para que mais à frente eles caminhassem pelas próprias pernas, mas o que vejo é um enorme estábulo onde mensalmente meu dinheiro é lá jogado para ser consumido apenas para a manutenção de uma vida vegetativa, até que as porteiras são abertas para que a manada aperte o botãozinho da urna eletrônica e voltem em fila indiana para dentro da cerca da miséria. E eu, idiota, acho que isso perpetua uma ditadura e uma extorsão sobre os cidadãos que trabalham, sem que haja algum progresso, apenas, como vasos comunicantes, aos poucos vai se nivelando para baixo com o desânimo de quem sofre a extorsão, com a fuga dos que podem para outras terras livres e a agitação da manada que desocupada, procria desenfreadamente e exige que se retire mais feno dos que ainda possuem reservas. Mas eu sou apenas um idiota que nada entende e se assusta com um suposto futuro sombrio e miserável, uma imensa Cuba onde esfarrapados passam o dia sentados em velhas cadeiras, numa rua suja, esperando o bônus governamental...



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Secessão negociada: um sonho exequível para brasileiros nascidos livres


Sentiram falta de alguma parte? Não? Ótimo, agradecemos.
Existe um território neste país que é habitado por bravos, brasileiros pioneiros em pleno séc. XXI. São homens de todos os estados, do RGS ao Nordeste. Um lugar privilegiado, com fronteiras internacionais tão  extensas como a divisa com o Brasil, de onde o governo central só se lembra quando para explorar e dilapidar. Foram a pouco roubados de uma imensa área produtiva para que se transformasse numa terra de ninguém, abandonada, para obscuros fins. São poucos os irmãos que lá habitam e acredito que de bom grado receberiam homens de bem para criar um novo país, uma República Democrática do Brasil em oposição à República Socialista do Brasil. Em termos de Brasil parece pequeno, mas é quase duas vezes maior que a Inglaterra: 224.000km² x 130.000km² e no país inglês estão 53.000.000 de habitantes, ou seja, mais ou menos o número da "elite branca" que pode ser escorraçada para não atrapalhar os bolivarianos. Pode ser de forma pacífica, através de discussão no Congresso, com o fim de evitar convulsões sociais sangrentas pelo repúdio ao estado marxista que a atual ditadura está implantando. Quase não estragaria o desenho do mapa, até ficaria mais fácil para as crianças cubanizadas tentarem desenhar nos intervalos da doutrinação política e das aulas de sexo. Diferente de São Paulo, que cortaria o país ao meio. Como um estado associado e com autodeterminação progressiva. Por bem.

Mas também pode ser por mal e aí se verificará, senhores guerreiros, que todas as condições de um território a ser libertado através de guerrilha lá se encontram. Fronteiras internacionais, sendo que um dos vizinhos tem reivindicações antigas de território e pode aproveitar as vantagens de ser um santuário para um grupo guerrilheiro; outro vizinho, bolivariano, tem uma oposição encurralada que pode cerrar fileiras conosco... Todos sabemos que guerrilhas não se vencem, no máximo administra-se. Dois ou três homens com mísseis portáteis valem por uma Força Aérea; minas e armadilhas neutralizam exércitos.

Sonhar ainda não é proibido, e sonhar com dados exequíveis nos dá esperanças de futuro para nossos netos, permanecendo numa fatia do solo onde nascemos. E a grande manada marxista-cubano-bolivariana-petista poderá se chafurdar em sua lama sem se preocupar com a “elite branca reacionária de todas as cores”, estaremos ocupados construindo um novo e livre país para nossa família.

Esta terra de bravos é fácil de se encontrar, basta olhar no mapa das eleições presidenciais: é um pontinho azul de consciência, isolado no mar vermelho da ignorância...

Brasil, onde a Revolução dos Bichos de Orwell virou realidade!


A presente situação da “democracia” brasileira vai além da política, é um caso elementar de violação dos Direitos Humanos – os verdadeiros, não os interpretados pelos defensores de marginais.

Nunca uma frase esteve tão de acordo com o que estamos vivendo no Brasil em relação à eleição de nossos governantes movida pelos vales-esmola: “Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha abatido no recinto ao lado.” Orson Scott Card

E é impossível não lembrar da “Revolução dos bichos” de George Orwell, que a Era Petista está reproduzindo com uma perfeição tão assustadora que temos que nos esforçar para acreditar, olhar à nossa volta e buscar a certeza de que não é um pesadelo.

A democracia de um homem um voto só é válida para povos com um mínimo de uniformidade racial e social. Não é o nosso caso. A metade produtiva da população através de uma exigência maior para se conseguir o direito de voto é que deve decidir e com seus representantes mais aptos no poder, pela sua própria formação, trabalharão para que a metade obtusa seja educada e treinada para que possar andar pelas suas próprias pernas. E não o contrário como está acontecendo, onde a massa parasita elege seus iguais para obrigar a outra metade trabalhadora a produzir para alimentá-los em detrimento de ambas partes, pois nunca haverá progresso e sim retrocesso!

Ficou claro a falta de compreensão do que é o voto consciente, diante da “indignação” da militância marxista, massa acéfala de manobra das ditaduras, com a esmagadora vitória de Geraldo Alckmin e Aécio Neves em São Paulo, “mesmo com a falta d'água nas torneiras!”. O povo paulista nada mais fez que pensar no futuro e não tomar atitudes emocionais por problemas passageiros do presente, não ouviu estupidamente o canto das sereias que só atraem navegantes incautos e ignorantes.

Temos dois brasis e o capataz no poder obriga àqueles que caminham em busca de alimentos a trazer nas costas fardos de capim aos que apenas pastam ao redor do próprio rabo. E isso é escravidão que não pode ser tolerada, não é opção política, não é regime democrático e não deve ser aceito, respeitado, acatado.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Deixai os traidores se alistarem no Estado Islâmico! Mas ofereçam-nos as Novas Cruzadas!



Como sempre aconteceu no planeta, qualquer desmiolado ou ingênuo pode se alistar com facilidade nas Forças do Mal, mas para combatê-las só forças legais, militares ou policiais são usadas, dentro de regras, regulamentos, leis e objeções morais, com a consequente desvantagem no embate. Enquanto isso o terror islâmico se espalha nos tolerantes países ocidentais e centenas de jovens cretinos de ambos os sexos deixam seus ovos com bacon pela metade no farto prato e pegam um avião para se voluntariar nas fileiras do Estado Islâmico, onde sonham com bandeiras negras aos ventos do deserto e lutas heroicas. Depois de terem seus rosados traseiros esmerilhados pelos assassinos pervertidos islâmicos e experimentarem o que é ser miserável em todos os sentidos sem músicas épicas de fundo, pedem socorro às autoridades ocidentais querendo voltar para a casinha da mamãe, para um banho de água quentinha e sabonete perfumado...

Que lá fiquem, tratemos isso como uma seleção natural, estamos limpando a casa. Que se permita que todos os descontentes com a civilização ocidental se unam ao Islã, sem passagem de volta. E não se trata de confundir política com religião. O Islã é nosso inimigo milenar, sempre foi e seus filhotes são criados e educados para a intolerância e a violência. A Internet está repleta de fotos e filmes das atrocidades perpetradas contra crianças, mulheres, civis indefesos, não é preciso republicar aqui. É preciso enfrentá-los pela violência, única forma de detê-los e exterminá-los, não pertencem à raça humana. É preciso ir até eles antes que cheguem até nós. Que não mais se receba aqui em nosso mundo de "infiéis" esse povo bárbaro, hostil, que se infiltra numa metástase cada vez mais intensa. E os que emporcalham as ruas da Europa que voltem para seu maravilhoso mundo governado por Alá.

Mas que se sepulte de vez o maldito politicamente correto no trato com esses animais e que nossos líderes se conscientizem que se trata de uma luta pela sobrevivência da espécie humana, que nos permitam criar livremente brigadas de voluntários para combater as Forças do Mal, que permitam o livre trânsito para chegar às frentes de combate, que nos auxiliem ou pelo menos não atrapalhem ou impeçam a formação de uma urgente Cruzada para combater o Estado Islâmico. Associações de veteranos, é hora de agir, criar grupos sob a bandeira das Cruzadas e partir para a luta. E a frente no momento está localizada em Kobane. É lá que se defende a Civilização Ocidental.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Instruções básicas para enfrentar uma turba armada


Caro comandante:
Num ambiente hostil (claro que não aí no seu Brasil, um país abençoado por Deus) como você sozinho ou com meia dúzia de amigos enfrentaria uma turba armada, insuflada, fanática, invadindo, avançando ou bloqueando estradas? Do leitor Zé Mané, Repúblicas das Bananas.
Caro leitor Zé Mané, eu diria com muito pouco, em homens e material:

INGREDIENTES:

-Uma (1) camionete 4x4

-Uma (1) metralhadora .50 ou equivalente

-Um (1) morteiro 60 de percutor fixo

-Armas de proteção individual a gosto

Dependendo do número de amigos esse conjunto pode ser multiplicado.

MODO DE USAR:

-Se as cores do veículo não ajudar na camuflagem e na ausência de reflexos, suje-o completamente com barro, incluindo o para-brisas, limpando apenas o suficiente para dirigir com tranquilidade.

-O morteiro 60 deve ser usado desembarcado, sobre solo natural, não tendo necessidade da placa de apoio, aparelho de pontaria ou bipé. Lança-se a primeira granada e a correção da inclinação do tubo é feita no visual. A grosso modo: 45º, maior alcance; 90º, cai na sua cabeça.

-A metralhadora deve estar fixada no veículo, mas de modo simples de maneira que possa ser colocada e retirada rapidamente de acordo com as circunstâncias.

-O confronto pode ser iniciado apenas com o morteiro -arma de tiro curvo- se não houver contato visual com a turba devido às condições de terreno ou para manter uma separação segura. Mas um observador deve estar posicionado em condições de ir dando informações para a correção de tiro.

-No confronto direto, ambas armas deve ser usadas, na potência máxima de tiro no embate inicial. (Se estiver só, use a metralhadora para espalhar e depois o morteiro para limpar)

-Na sequência, cerca de 60 segundos após, com todo mundo no chão ou correndo, a .50 em tiro concentrado, rajadas curtas e seletivas. O morteiro 60 em tiro compassado, no alinhamento do inimigo, em fogo de barragem, indo e vindo.

-Se a intenção é apenas destruir, ao ser notado o início do recuo inimigo, fustigar com mais intensidade, recolher o material e partir.

-Se a intenção é deter, escolher antecipadamente um gargalo: ponte, terreno montanhoso, e manter posição, necessitando para isso um grupo maior para a proteção do perímetro e consequentemente com uma logística maior e mais facilmente detectável, só recomendado em caso de conflito aberto e generalizado, com a união de vários grupos.



Espero ter ajudado. Mas caso não obtenha sucesso, venha para o Brasil, um país pacífico, livre de ameaças totalitárias, alegre, hospitaleiro, com um povo honesto, trabalhador, educado, abençoado por Deus e bonito por natureza...






quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A Nação versus Dilma Rousseff: reagir, bater forte ou pereceremos como Estado de Direito!


Os brasileiros mais sensatos fazem a óbvia escolha por Aécio Neves e fariam por qualquer candidato oposto à barbárie destruidora do sonho castrista/bolivariano de Dilma Rousseff e sua quadrilha, chefiada por Inácio da Silva, vulgo Lula. Os brasileiros que se opõe à terrorista búlgara a serviço de Fidel Castro, o fazem de maneira típica dos que possuem uma razoável cultura, discernimento político e educação, com brincadeiras bem humoradas, defesa de seu candidato, indignação às propagandas enganosas no velho estilo marxista e acreditando em eleições livres. E só. Do outro lado, a canalhice impensável para cidadãos honestos com seus conhecidos dossiês falsos, interferência na Internet, compra da mídia, truques baratos e outros sofisticados nos debates na TV, conluios com a marginalidade e gangues armadas denominadas de movimentos sociais – a quem pretendem dar voz e poder após a reeleição- que se movimentam de acordo com as ordens do poder central. Os crimes eleitorais dos petistas são evidentes, cometidos claramente aos olhos da Justiça e da oposição, impunemente. E, em verdade, à luz da justiça toda a Era Petista deveria ser considerada ilegal, um poder conseguido com fraudes, com crimes, incluindo os de sangue. Vivemos numa das mais corruptas e violentas ditaduras que se têm notícia nesta volúvel América Latina sob o disfarce de uma democracia erigida pelo soberano voto popular – em urnas eletrônicas, brinquedinhos primários! Tempos mais sombrios ainda estão por vir, irreversíveis, destruidores, que, como na antiga União Soviética ou na mendiga Cuba, levarão décadas para que apodreçam naturalmente, com um custo terrível em vidas e propriedades, destruição dos alicerces da nação, da história, com o culto fanático a uma doutrina que nivela por baixo e impede o desenvolvimento pessoal para manter o povo submetido. O Brasil está sendo estrangulado no meio da rua, em pleno dia. E os cidadãos de bem que passam se limitam a dizer: isso não é correto. Assim tem sido o papel da oposição e dos que não querem a continuação dos petistas no poder. O Brasil agoniza como Estado de Direito e morrerá em breve se não rompermos com nossos pudores democráticos, que na presente situação, servem apenas como capas de chuva que nos protegem de normais intempéries, mas é inútil contra o lodaçal em que estamos nos atolando. Sair às ruas, gritar mais alto que a escumalha guiada pelas rédeas do ódio, não aceitar as fraudes das eleições mais uma vez e sobretudo, exigir que as Forças Armadas cumpram seu papel de guardiãs da Constituição e se levantem da humilhante posição que se encontram, de joelhos perante uma terrorista e seu bando a mando de forças externas.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Marilena Chauí e a rejeição dos malévolos paulistas às Forças do Bem


Marilena Chauí odeia a classe média. Eu sou classe média. Logo, Marilena Chauí me odeia. Os petistas se orgulham em afirmar que aumentaram a classe média, logo Marilena Chauí odeia o resultado do trabalho petista. Marilena Chauí logicamente, pela afirmação, não é classe média. Mas também não é pobre. Logo, Marilena Chauí é milionária. Juntem tudo e espremam, não sairá nada, tudo é falso e contraditório como ela. Marilena Chauí não é pobre, não é classe média, não é milionária. Ela se acredita uma deusa, sentada no Olimpo, palpitando sobre os pobres humanos...

Com a boca espumando de indignação, atontada, com seu maravilhoso cérebro aturdido pelo incompreensível, a bruxa velha quer um conciliábulo de colegas para estudarem a vitória acachapante do malévolo Alckmin sobre as forças do Bem petistas: “a reeleição do Alckmin no primeiro turno é uma coisa verdadeiramente espantosa(clique)

Verdadeiramente espantoso é o cérebro dessa mocreia senil! O que não está de acordo com seu pensamento esquerdopata está errado; e se for confirmado, é estarrecedor, incompreensível e deve ser estudado em prol da salvação do gênero humano... O cérebro humano é um computador autônomo e egoísta que gosta de pregar peças, já que é ele que processa o real que chega em seus arquivos. O palpável real se transforma no que ele bem entender e, sem outros à volta para informar delicadamente que o rei está nu como na conhecida fábula, o indivíduo passa a viver num mundo paralelo mas para ele perfeitamente normal. Escrevi sobre isso no livro "A conspiração de Santo Antonio do Desamparo", onde, dentro do cérebro de um paranoico, descrevo a lógica e o mecanismo do pensar de todos seus atos, tidos como “loucura” pelos demais. Dois mundos, ambos lógicos. Afortunadamente não estamos no mundo de Marilena Chauí, um mundo Saci Pererê só com uma perna esquerda, braço esquerdo, olho esquerdo. Ela merece nossa compaixão e principalmente nossa compreensão, vítima das traquinices de seu cérebro-saci-canhoto. Marilena, já que você gosta tanto de gritaria nos palcos da sociedade, porque não nos poupa, desce do Olimpo e une o útil ao desagradável? Minha sugestão: carreira artística. Cover da Aracy de Almeida!