Os
brasileiros mais sensatos fazem a óbvia escolha por Aécio Neves e
fariam por qualquer candidato oposto à barbárie destruidora do
sonho castrista/bolivariano de Dilma Rousseff e sua quadrilha,
chefiada por Inácio da Silva, vulgo Lula. Os brasileiros que se opõe
à terrorista búlgara a serviço de Fidel Castro, o fazem de maneira
típica dos que possuem uma razoável cultura, discernimento político
e educação, com brincadeiras bem humoradas, defesa de seu
candidato, indignação às propagandas enganosas no velho estilo
marxista e acreditando em eleições livres. E só. Do outro lado, a
canalhice impensável para cidadãos honestos com seus conhecidos
dossiês falsos, interferência na Internet, compra da mídia,
truques baratos e outros sofisticados nos debates na TV, conluios com
a marginalidade e gangues armadas denominadas de movimentos sociais –
a quem pretendem dar voz e poder após a reeleição- que se
movimentam de acordo com as ordens do poder central. Os crimes
eleitorais dos petistas são evidentes, cometidos claramente aos
olhos da Justiça e da oposição, impunemente. E, em verdade, à luz
da justiça toda a Era Petista deveria ser considerada ilegal, um
poder conseguido com fraudes, com crimes, incluindo os de sangue.
Vivemos numa das mais corruptas e violentas ditaduras que se têm
notícia nesta volúvel América Latina sob o disfarce de uma
democracia erigida pelo soberano voto popular – em urnas
eletrônicas, brinquedinhos primários! Tempos mais sombrios ainda
estão por vir, irreversíveis, destruidores, que, como na antiga
União Soviética ou na mendiga Cuba, levarão décadas para que
apodreçam naturalmente, com um custo terrível em vidas e
propriedades, destruição dos alicerces da nação, da história,
com o culto fanático a uma doutrina que nivela por baixo e impede o
desenvolvimento pessoal para manter o povo submetido. O Brasil está
sendo estrangulado no meio da rua, em pleno dia. E os cidadãos de
bem que passam se limitam a dizer: isso não é correto. Assim tem
sido o papel da oposição e dos que não querem a continuação dos
petistas no poder. O Brasil agoniza como Estado de Direito e morrerá
em breve se não rompermos com nossos pudores democráticos, que na
presente situação, servem apenas como capas de chuva que nos
protegem de normais intempéries, mas é inútil contra o lodaçal em
que estamos nos atolando. Sair às ruas, gritar mais alto que a escumalha guiada
pelas rédeas do ódio, não aceitar as fraudes das eleições mais
uma vez e sobretudo, exigir que as Forças Armadas cumpram seu papel
de guardiãs da Constituição e se levantem da humilhante posição
que se encontram, de joelhos perante uma terrorista e seu bando a
mando de forças externas.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Marilena Chauí e a rejeição dos malévolos paulistas às Forças do Bem
Marilena
Chauí odeia a classe média. Eu sou classe média. Logo, Marilena
Chauí me odeia. Os petistas se orgulham em afirmar que aumentaram a
classe média, logo Marilena Chauí odeia o resultado do trabalho
petista. Marilena Chauí logicamente, pela afirmação, não é
classe média. Mas também não é pobre. Logo, Marilena Chauí é
milionária. Juntem tudo e espremam, não sairá nada, tudo é falso
e contraditório como ela. Marilena Chauí não é pobre, não é
classe média, não é milionária. Ela se acredita uma deusa,
sentada no Olimpo, palpitando sobre os pobres humanos...
Com
a boca espumando de indignação, atontada, com seu maravilhoso
cérebro aturdido pelo incompreensível, a bruxa velha quer um
conciliábulo de colegas para estudarem a vitória acachapante do
malévolo Alckmin sobre as forças do Bem petistas: “a reeleição
do Alckmin no primeiro turno é uma coisa verdadeiramente espantosa”
(clique)
Verdadeiramente
espantoso é o cérebro dessa mocreia senil! O que não está de
acordo com seu pensamento esquerdopata está errado; e se for
confirmado, é estarrecedor, incompreensível e deve ser estudado em
prol da salvação do gênero humano... O cérebro humano é um
computador autônomo e egoísta que gosta de pregar peças, já que é
ele que processa o real que chega em seus arquivos. O palpável real
se transforma no que ele bem entender e, sem outros à volta para
informar delicadamente que o rei está nu como na conhecida
fábula, o indivíduo passa a viver num mundo paralelo mas para ele
perfeitamente normal. Escrevi sobre isso no livro "A conspiração de Santo Antonio do Desamparo", onde, dentro do cérebro de um
paranoico, descrevo a lógica e o mecanismo do pensar de todos seus
atos, tidos como “loucura” pelos demais. Dois mundos, ambos
lógicos. Afortunadamente não estamos no mundo de Marilena Chauí,
um mundo Saci Pererê só com uma perna esquerda, braço esquerdo,
olho esquerdo. Ela
merece nossa compaixão e principalmente nossa compreensão, vítima
das traquinices de seu cérebro-saci-canhoto. Marilena, já
que você gosta tanto de gritaria nos palcos da sociedade, porque não nos poupa, desce do Olimpo e une o útil ao desagradável? Minha sugestão: carreira artística. Cover da Aracy de Almeida!
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Aécio x Dilma: somente o populismo vulgar atrairá votos no mapa vermelho
Aécio
é um membro diplomado da velha escola de raposas políticas de Minas
Gerais, do pré-primário a pós-graduação em Tancredo Neves. Sabe
o que faz e o que fala. Não é preciso temê-lo ou dissecar suas
ideias porque sabemos que concordando ou não, teremos diálogo e
ajustes de acordo com aspirações e resultados, não é um candidato
a ditador psicopata da escola marxista de Dilma Rousseff. Mas para
ser eleito é necessário tirar votos da adversária, que além de
todas as fraudes, corrupção, ameaças, uso da máquina
governamental no comportamento típico das esquerdas, usa a
ferramenta de mais sucesso no trato com a grande massa ignorante: o
populismo mais chão, mais barato, mais vulgar.
Aécio,
confiando no discernimento e fidelidade dos que nele votaram no
primeiro turno e que entenderão uma nova postura, tem que partir
para um discurso de nível petista dedicado à Grande Manada ou não
vai sensibilizá-la Se Dilma oferece R$20,00, terá que oferecer
R$20,99. Infelizmente, na falida democracia eleitoral impraticável
num país como o Brasil com metade da população que ignora qualquer
noção de pátria, instituições, progresso, educação, posições
políticas e só se preocupa com o presente, com o que têm em mãos
de imediato, só o discurso na língua deles funcionará. Que se
registre em cartório, com carimbos enormes e selos multicoloridos
uma promessa de não só manter as bolsas esmolas que compraram os
seus votos mas atualizá-las, aumentá-las e realmente isso poderá
ser feito com lucro, pois com o expurgo dos petistas de todos os
níveis administrativos onde se infiltraram, o dinheiro que não mais
será roubado pagará os cidadãos-parasitas com folga e ainda
sobrará troco para alguma bolsa extra, tipo Universidade do Funk,
Campus do Pancadão, vale-tênisdegriffe, etc. Parece ridículo? É
ridículo! Mas a manada deve ser pastoreada, alimentada e mantida em
seus estábulos ou continuará nos atropelando. Não adianta acenar
com futuras pesquisas científicas para o enriquecimento de novas rações,
ela quer é pasto imediato, capim à farta, o amanhã é algo
abstrato...
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
República Bolivariana Brasileira X República Federativa do Brasil
Já
temos a fronteira. Na provável e ilegal comprada vitória petista e a sonhada instalação
do regime bolivariano que já está a meio caminho, é só esperar a
migração dos conscientes e trabalhadores cidadãos irmãos do
norte/nordeste que não foram aliciados por vales e que não se
deixarão submeter à ignorância reinante em seus estados e aí
então fecharemos a porteira pelas armas. Um Brasil do Sul para os
cidadãos, um Brasil do Norte para a manada.
Somos
todos brasileiros assaltados por um bando de marginais esquerdopatas,
doentes, corruptos, prepotentes que estão destruindo a nação e
instalando um regime autoritário, anacrônico, um sistema que
fracassou em todo o mundo. O Brasil verdadeiro é onde estão seus
cidadãos, independente de localização geográfica. Ande pelas ruas
de São Paulo e vá perguntando as origens de cada um. Teremos todos
os estados. O Sul/Sudeste também é Ceará, também é Bahia. Mas
nunca será Venezuela, nunca será Cuba!
domingo, 5 de outubro de 2014
Hoje,eleições, saberemos pelos números se vale a pena lutar ou partir...
Hoje,
e não no segundo turno, é que saberemos o número e os nomes dos bois da Grande
Manada. Depois de uma década de corrupção, desmandos, atentados à
liberdade e agressões à Constituição e à soberania nacional, com
o descalabro da situação brasileira bem clara aos olhos de todos os
cidadãos mergulhados em uma guerra civil com mais de 50.000
homicídios anuais e a população honesta sendo desarmada, teremos
os números dos inimigos do Brasil e os estados ou regiões que terão
força suficiente para enfrentar a ditadura e se necessário partir
para a secessão:
-os
votos para Dilma representarão os inimigos do Brasil e da liberdade,
a escória responsável pela atual situação, indivíduos que
querem, sem trabalhar, atacar os verdadeiros cidadãos chamados de
“elite” e se apossar de seus bens além de perpetuar-se no ganho
fácil dos vales e cotas;
-os
votos para Marina representarão aqueles militantes que, embora não
tenham inteligência suficiente para deixar de lado uma ideologia
doentia, fracassada, começam a ver que há algo errado no governo
petista, com tantos escândalos, com a verdadeira elite da corrupção
no poder, com rios de dinheiro escoando para desmedidos luxos ditos
capitalistas enquanto o país vai sendo sucateado. São cidadãos
passíveis de serem recuperados, embora de segunda classe em termos
de progresso, que sempre necessitarão serem empurrados pelo Estado.
É a manada vulgar, que dá massa às nações e requer apenas um
controle, uma vaca madrinha com um sino no pescoço para que possam
seguir atrás.
-os
votos para Aécio representarão os verdadeiros cidadãos
responsáveis, patriotas, com cultura política, trabalhadores que
querem progredir sempre junto com seu país e oferecer um futuro
melhor aos seus descendentes. Não é uma escolha de partido ou
pessoa, é uma escolha em quem representa uma chance real de fugirmos
do completo caos, uma escolha consciente, um voto racional, visto não
haver outras opções.
-os
votos para Luciana Genro representarão a turba que não deve ser
combatida como os eleitores de Dilma, mas devem ser tratados,
internados, pois poderão causar danos a si mesmos, totalmente
despreparados para a vida.
-Os
votos restantes representarão aqueles que nem deveriam sair de casa
hoje, representam um papel inútil, atrapalham o trânsito,
desperdiçam o voto por simpatia sabendo que de nada vale. São
eleitores que só servem para lastro, número, estatística.
Teremos
hoje, o número que poderemos contar realmente para a sobrevivência da
nação e a definição se eleições ditas democráticas de um
homem/um voto ainda são viáveis no Brasil ou já não há
esperanças; se devemos lutar ou partir...
sábado, 4 de outubro de 2014
Eleições: votos são aplausos da plebe para os bufões que mais divertem...
Não
é natural. Não consta dentre as regras da Natureza...
Líderes
surgem espontaneamente e são seguidos pelo seu valor. A manada caminha atrás dos
mais fortes, que abrem caminho para novas pastagens, para a fartura.
Estes indivíduos mais fortes sempre serão minoria nos rebanhos,
principalmente se houver misturas de animais diversos. Mas,
encabeçando o grupo, deixarão a trilha mais fácil para os demais,
escolherão os caminhos mais seguros, atacarão os predadores à
espreita e desviarão dos perigos. Se porventura a maioria mais fraca
colocar seus iguais à frente, a marcha irá diminuindo defronte a
obstáculos até estagnar num lodaçal ou despencar num penhasco.
Não
é natural. São os reis que comandam, não os jograis, os bufões.
Mas votos majoritários em eleições nada mais são que aplausos da plebe
desocupada aos que mais os divertem com arremedos, cantos e danças
grotescas. E o som dos aplausos mais fortes conduzem ao trono falsas
personagens. Bobos da corte, vilões burlescos que em posse de uma coroa se transfiguram
em tiranos cruéis vingando seu passado de insignificância e
atacando os mais nobres e sua riqueza até que todas as moedas do
reino desapareçam, todos os tesouros sejam diluídos em festas, em
banquetes, em danças rodopiantes que fazem vibrar o solo e estasiam
a plebe inútil e esquecida do trabalho. E então, a manada estagna
no lodaçal que ela mesmo criou debaixo de seus pés ou, em busca cega e desesperada, cai pelos penhascos da fome, da miséria...
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
A Parábola do Brasil Apodrecido e a Secessão
A
princípio era apenas um descampado, longe da civilização. Um grupo
de amigos com ideais comuns resolveu comprá-lo e lá construir
suas casas, criar um novo bairro com pessoas que queriam viver
tranquilas, com liberdade, assistindo seus filhos e netos crescerem e
brincarem juntos. O bairro progrediu, cada vez mais bonito, moderno,
acompanhando o progresso. Belos jardins, ruas limpas, cadeiras na
calçada, aqui e ali uma boa música. Um belo dia chegaram pessoas
proclamando-se autoridades em nome da vizinhança e cobrando impostos
sobre o que os amigos haviam construído; depois disseram-se donos
das áreas onde não havia construções. Começaram a construir
outras casas, fora do alinhamento tradicional. Destruíram os jardins
do bairro para que mais carros passassem. Jogaram lixo nas ruas.
Transformaram a escola em clube. Músicas de mau gosto começaram a
ser ouvidas, altíssimas. Pessoas estranhas circulavam pelas
calçadas, esbarrando nas cadeiras onde conversavam os antigos
moradores e os agrediam. As cadeiras foram recolhidas... As crianças,
depois do primeiro atropelamento, não brincaram mais nas ruas. Agora
as autoridades vão mudar o nome do bairro e declarar que as casas
ali construídas não têm mais donos, são de todos...
O
velho morador toma seu chá...
-É,
minha cara esposa, envelhecemos nesse nosso amado bairro que
construímos para nossos filhos... É nosso patrimônio, nossa
herança, nosso orgulho..
-Meu
marido, esse bairro já foi nosso orgulho, não é mais! Nem dentro
de nossas casas estamos em paz, em segurança!
-Mas
nossa casa é tão bonita...
-Mas
dela não podemos mais sair! E fora dela o lixo tomou conta,
selvagens rondam, somos como estranhos em nosso próprio bairro! Logo
invadirão nosso lar!
-Mas
é dele que se originou toda nossa história, onde está toda nossa
família!
-Mas
qual o futuro dela aqui? Temos que pensar, foi nosso bairro, nosso
motivo de orgulho, já não é nosso, nem motivo algum de orgulho.
-Devemos
sair? Mas não seria trair nossos amigos e nossos sonhos? Nós que
ajudamos a construir cada parede, plantar cada flor?
-Meu
velho, chega um tempo que é preciso ter a coragem de enfrentar as
perdas e reconhecer que os tempos mudaram, Fomos invadidos, estamos
cercados e dominados por estranhos sem honra, sem princípios, sem
vontade de progredir, estudar, viver em paz. Definitivamente não é
mais nosso bairro, não há motivo de sentimentos de traição a um
nome, um lugar. Quando essa turba consumir tudo o que criamos, nos
atacarão em busca de mais; e depois virão tempos de barbárie, de
fome, de devassidão... O nosso antigo bairro, aquele de nossos
ideais, está em nosso coração, estará conosco por onde
caminhemos, busquemos um novo lugar para ele e para nossos amigos.
Temos o dever para nossas crianças, não se vive, não se cria, não
se educa sem a perspectiva de um futuro livre. Devemos, confiando em
nossa plena capacidade, buscar um novo descampado, plantar nossas
casas, jardins e escolas. Mas desta vez construiremos altos muros
para que a invasão do Mal não aconteça novamente...
Caminhamos,
graças a uma maioria descerebrada de habitantes, para o comunismo. O
bairro se chama Brasil. Não é desonra, não é traição proclamar
a verdade: esse país apodreceu, foi corrompido, não é mais um
lugar onde pessoas decentes possam criar suas famílias. Não mais é
uma PÁTRIA! Falar em patriotismo hoje é ser como o velho iludido
preso em sua casa. Não mais existem os jardins, nem crianças
brincando nas ruas, nem futuro. E é preciso reconhecer a derrota,
aqueles que procriaram como ratos tomaram conta de tudo e estão
felizes; na falsa democracia, são eles que mandam. Que fiquem com o
hino, a bandeira, o país. MAS nós os antigos moradores que aqui
deixamos nosso patrimônio moral e físico para ser delapidado,
roído, espoliado, temos direito a uma indenização. Queremos o
direito de migrar para um novo “descampado”, reconstruir a vida
pelos nossos padrões. Por bem ou por mal. Independente de posição
geográfica, o Brasil verdadeiro estará conosco. Seja o Sul pela
posição geográfica privilegiada para uma secessão, ou um isolado
Roraima com divisa internacional ou um Acre, com os olhos voltados
para o Pacífico. Porque não poderemos ficar como agora, cercados
pelo inimigo. Num novo Brasil, serão recebidos todos os verdadeiros
cidadãos que não querem ser escravizados debaixo de uma ideologia
que comprovou através da história ser o chicote de seres anormais,
aberrações, doentes, antro de toda espécie de lixo humano. Por
dever aos nossos filhos e ao futuro, devemos se necessário, pegar em
armas e conquistar um espaço só de Homens. E não precisaremos de
muito espaço para rapidamente criar uma grande nação de homens
livres, pois nossa força não estará mais sendo sugada.
Como
fazer? É plausível? Sabe aquele moleque que menorzinho, dá uma
porrada de surpresa no grandão e sai gritando pelo socorro da mãe? A “mãe”
pode ser a comunidade internacional, a ONU... Bater forte, manter o
terreno e gritar mais forte ainda por uma intervenção internacional para o
cessar fogo. E depois negociar. Um governo, mesmo sendo de canalhas
comunistas como o nosso, reconhecerá que é melhor perder uma
pequena porção de um gigantesco território que suportar uma
desgastante guerrilha, que como qualquer guerrilha, é impossível de
vencer. E para nós, verdadeiros cidadãos em minoria, é melhor
perder um gigantesco território que perder o futuro de nossas
crianças.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
As redes sociais como instrumento de luta e o brasileiro infantilizado
Com uma doente
mental raivosa e inconsequente falando em nosso nome para o mundo na
ONU e defendendo diálogo com assassinos psicopatas, caçadores de
cabeça que sentem prazer em degolar seres humanos indefesos; com a
bandidagem a solta impune e as famílias desarmadas e encurraladas;
com as forças armadas desmoralizadas, infiltradas e inertes
abandonando postos de fronteira, abertas para o narcotráfico
necessário para amansar mais ainda a plebe estúpida; com a clara
manipulação de pesquisas eleitorais para avalizar posteriormente a
fraude das urnas eletrônicas e a continuação da ditadura petista;
com a calamidade da seca nunca antes vista que não encontra um poço
de honestidade para deixar clara a situação e lutar de forma direta
e urgente; com a CPI da Petrobras manobrando hipocritamente para ter
acesso às informações da delação premiada para que seus asseclas
possam se preparar e sabotar, pois todos do alto escalão estão
envolvidos e como tudo isso pouco importa à massa cretina dos
semicivilizados brasileiros, as redes sociais servem de elo entre os
mais conscientes que em minoria, pouco poder têm de ação concreta
no terreno, mas podem trocar ideias e estabelecer posições
desnudando nossa tragédia, alertar aos incautos, agregar mais
cidadãos para a causa da sobrevivência do Brasil como nação e
servir de alerta à quadrilha no poder, pois a classe mais
esclarecida é que detém boa parte da renda contribuidora dos
estratosféricos impostos que numa súbita desobediência civil, pode
esvaziar as veias do monstro que de Brasília, a todos extorque. Não
temos massa para arrebentá-lo, mas podemos matá-lo por inanição.
Por isso tudo as redes sociais são o jornal, a televisão, o carro
de som até agora não censurados -embora continuadamente sabotados-
e devem ser usados com intensidade neste que é um dos períodos mais
negros de nossa história, em que a barbárie assume ares de lei, que
o patriotismo é considerado fascismo, que se zomba oficialmente nos
feriados nacionais de nosso hino, de nossa bandeira, que aos poucos
mas agora mais do que nunca acelerando para a lama pretendem sufocar
qualquer suspiro de vida do antigo Brasil democrático. A falsa
vitória nas urnas forjada mais uma vez sem que venha a ter
contestação como tem sido em uma década de desgraças, pode
significar o golpe de misericórdia, o sinal de que a nacionalidade,
o patriotismo, o espírito de uma nação foi definitivamente
dominado e morto. Mas entrementes, enquanto uns tentam
desesperadamente alertar para as trevas que nos ameaçam, outras
futuras vítimas em potencial, possuidoras de família, bens e
instrução, passam o tempo a usar o poderoso instrumento cibernético
para joguinhos infantis e sua interação conosco e a sociedade se
resume, insistentemente, em nos convidar para sua fazendinha virtual,
seu poker colorido, marcar gols no goleiro saltitante, orgulhosos em
demonstrar seu ranking, infantilmente ignorando que há apenas um
aplicativo em jogo no mundo real: seu nome é Futuro.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Depressão – a sua imposição como arma política de dominação
A
depressão, na forma como a concebemos hoje, é produto tanto da
influência sutil da indústria farmacêutica no modo como encaramos
a nossa vida emocional quanto da medicina psicológica. Os
fabricantes de antidepressivos fazem questão de que a aflição seja
entendida como depressão para criar a necessidade dos seus produtos.
(Jeremy Holmes)
E
eu acrescentaria os estados totalitários disfarçados de
democráticos para manter a manada atontada e dócil através da
química farmacêutica, num brilhante trabalho que faz com que as
próprias vítimas se voluntariem para serem dominadas e drogadas.
ATENÇÃO!
Já notaram a ofensiva em todos os meios de comunicação em que a
depressão é a estrela? As ameaças diretas que você deve se cuidar
para escapar dela? As ameaças da OMS (Organização Mundial da
Saúde) de que em poucos anos a depressão será a “doença” mais
incapacitante do mundo?
“Pelo
protocolo médico, em 90% dos casos de depressão é utilizado
medicamentos antidepressivos por seis a 12 meses, para tratar o
episódio agudo. Mesmo que ele saia da crise antes, é importante não
interromper o tratamento para evitar recaídas. E nos casos de
depressão recorrente, os médicos fazem uma manutenção. Aliar o
tratamento medicamentoso com terapia também é muito bem-vindo.”
(clique)
Entenderam?
Mesmo que tudo fique bem após o tratamento é importante não
interrompê-lo... A indústria farmacêutica agradece e o governo
também, com seus cidadãos robotizados e dóceis, dependentes de
comprimidos coloridos e seguindo abobados um profissional qualquer da
área como se de um guru tratasse. Escrevi no livro “O infinito
não tem pressa” no ano 2000: “não
cair nas armadilhas da torrente, conhecidas pelo nome de psicólogos,
psiquiatras, analistas, conselheiros e outros eufemismos usados para
mantê-lo sem se debater, sem lançar água fria nos demais com seus
porquês embaraçosos... Um psicólogo ou um analista nascem feitos,
não é necessário um diploma ou um curso; sua avó pode sair-se
muito bem neste papel, com sua vivência em tempos melhores. Ou uma
criança, ainda não contaminada, com suas observações
perturbadoras. Como seguir conselhos que podem mudar seus rumos,
dados por alguém muitas vezes mais inexperiente, que após dormir na
sala de aula por alguns anos e colar nas provas, recebe um pedaço de
papel e um título que lhe concede o direito de dar palpites exóticos
sobre os destinos alheios! O que é repassado é apenas o que estava
escrito em livros, ideias e conceitos individuais, metidos com certa
delicadeza em cérebros aturdidos, ávidos por qualquer indicação
de rumo. E esses conceitos são os da Grande Manada e apenas apontam
para uma direção: volte para nós, você se desviou, está agindo
incorretamente, não pense demais, como pode estar certo e todos nós
errados?”
Atentem
para os sintomas da “perigosa doença”: “tristeza, baixa
autoestima, falta de interesse. Dores de cabeça, nas costas, ombros
ou dores generalizadas também afetam em média 65% das pessoas
deprimidas”. Muito bem...
Tristeza:
você é um brasileiro
honesto que
ao chegar em casa, cansado, liga a televisão e vê inocentes
morrendo em número
maior do que em qualquer guerra atual, marginais sendo paparicados
pelos direitos humanos e protegidos pela lei, crianças
sendo abusadas, violência gratuita, pornografia explícita em
horário normal, idiotas com grandes nádegas sendo tratadas como
intelectuais, intelectuais verdadeiros fugindo do país para viver no
exterior, polícia
desmoralizada, Forças Armadas apáticas sendo humilhadas pela
terrorista que comanda uma quadrilha no poder, corrupção presente
em todos os níveis, Justiça atuando em benefício de poucos para
mascarar gigantescos roubos, impostos altíssimos sem retorno nas
ruas esburacadas, ferrovias enferrujadas, portos caindo aos pedaços,
estatais saqueadas... Você fica obviamente triste... NÃO, você não
tem porquê estar
triste! Você está doente, você tem depressão e deve tomar as
pilulinhas da alegria e tudo estará bem!
Baixa
autoestima: PQP! Se eu sou esse brasileiro acima descrito, como
posso ter orgulho de mim, simples carneiro espoliado, que nem uma
arma posso ter para defender minha família? Que nada faço para não
afrontar os marginais hoje intitulados de autoridades porque assim
fui educado, me é difícil entender e romper com o medo e ir para
as ruas e me mantenho alheio ao desgraçado momento em que o país
está? NÃO, você deve primeiro se amar e depois amará seu país!
Você está doente, você tem depressão e deve tomar as pilulinhas e
tudo estará bem!
Falta
de interesse: com a grande manada semianalfabeta selvagemente feliz,
cultuando o funk, sexo e cerveja tudo pago pelos vales do governo e
votando para perpetuar a quadrilha no poder, com as Forças Armadas
omissas em defender a Constituição, com a polícia fechando os
olhos para os grandes crimes mas desarmando os cidadãos, com os
corruptos vencendo e sendo aclamados na sociedade, com o
politicamente correto patrulhando sua normal indignação como se
discriminação ou agitação política fosse, você vai tentar dar
murros em ponta de faca ou ficar quieto em casa, pois sabe que
ninguém o seguirá? NÃO, você deve sair, participar das marchas
patrióticas da maconha, das vadias, dos pancadões, carnaval,
futebol e praia, este é o nosso país, nosso povo e nosso estilo de
vida! Somos um povo feliz e hospitaleiro! Se assim não sente, você
está doente, essa falta de interesse pelo belo é depressão e
portanto deve tomar as pilulinhas e tudo estará bem!
Dores
de cabeça, nas costas, ombros ou dores generalizadas: oras, só
porque você não dorme direito devido ao desrespeito generalizado
pelo sossego público, fica tenso porque não tem certeza que voltará para casa incólume da violência e só porque viaja diariamente algumas horas em
transporte público sucateado é que vai culpar nossas atuantes e sacrificadas
autoridades por sua dor de cabeça ou dores no corpo! É o cúmulo!
Você está doente, são sintomas de depressão! Tome as pilulinhas e
tudo estará bem!
E
num exército de robots abobalhados, todos estarão em paz e felizes
nesse verdadeiro paraíso abençoado por Deus...
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
"O diário da morte -a tragédia do Cessna 140"- Assassinados pela burocracia brasileira
![]() |
| O piloto Milton Verdi |
No dia 29 de agosto de 1960, Milton Terra Verdi, pilotando o Cessna 140 PP-DOO e tendo como passageiro seu cunhado Antonio Augusto Gonçalves, fez um pouso forçado numa clareira na selva boliviana quando voavam entre Corumbá e Santa Cruz de la Sierra, para reabastecerem sua aeronave com um galão reserva de combustível que levavam a bordo. Fora da rota e sem maiores referências do terreno e sem conseguir decolar com ambos a bordo, perderam a vida de forma dramática enquanto seus familiares se debatiam inutilmente com a burocracia brasileira e a ineficiência e descaso das nossas autoridades aeronáuticas. O passageiro morreu na primeira semana após, transtornado pela sede, beber gasolina, mas o piloto, jovem de apenas 25 anos, resistiu por setenta dias esperando em vão as buscas que não aconteceram. Mesmo nas condições extremas em que se encontrava de fome, frio e principalmente sede, Milton Verdi teve forças para escrever um diário no verso de mapas e revistas, que deve ser conhecido por todos para que sua morte não tenha sido em vão. Seu tio, o advogado Walter Dias, que participou de toda a frustrada epopeia de lutar contra a desinformação, erros grosseiros e descaso do estado brasileiro, transcreveu as anotações em um livro onde relata passo a passo como a burocracia conseguiu ser mais forte que um ser humano que resistiu a 70 dias na selva... “O diário da morte: a tragédia do Cessna 140”, com duas edições rapidamente esgotadas tornou-se raro e bastante procurado por não ter sido mais republicado. A aeronave foi recuperada da clareira no ano de 2000 e se encontra no Museu da TAM em São Carlos, interior de São Paulo. (Clique)
Para
os leitores em geral, uma lição de força de vontade, resistência
e grandeza ao, mesmo em agonia, deixar o legado de uma experiência;
aos pilotos e aventureiros, um alerta para o eficaz planejamento, a
busca de conhecimento de sobrevivência em ambientes hostis, o porte
de equipamentos mínimos como o imprescindível facão, água, mapas
detalhados.
Para
que todos possam acessar o cerne dessa tragédia, solicitando a
compreensão dos detentores dos direitos autorais, copio abaixo
somente o texto do diário, do livro em questão: DIAS, Walter.
Diário da morte: a tragédia do Cessna 140. São Paulo: Edições
Autores Reunidos, 1961. Clique nas imagens para ampliá-las.
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