Pobre Brasil, qualquer pediatra vê que essa criança deixou de crescer, os sintomas são claros, além da perda rápida da gordura acumulada tempos atrás. Pouco a pouco perdeu os verdadeiros amiguinhos e por imposição da monstruosa madrasta vai convivendo com menores do crime, gente de maus costumes, até de bairros distantes, evitados por crianças normais. Perdeu seu quintal e todos os brinquedos, tomados pela numerosa família de desocupados da madrasta que os trouxe para a casa que dela não era. Aliás casa que ela quando jovem assaltara várias vezes com seus comparsas de crime. Depois, esperta, vestiu-se de boa moça e após seu cúmplice assassinar a Democracia, mãe biológica do Brasil, conseguiu enganar e matar o viúvo pouco a pouco e depois apoderou-se de tudo qual grande senhora. E aí começaram os dias de penúria para a pobre criança. Era um Brasil alegre, brincalhão, com boas amizades, estudava. Crescia normalmente, aos poucos ia ficando mais forte, orgulho de seu pai. Hoje, já não estuda, não brinca nas ruas, permanece sentado numa sala cada vez mais suja assistindo repetidamente as mesmas fábulas... Desaprendeu até a jogar futebol. Criança perdida, inferiorizada, confusa com as mentiras que a madrasta e sua família falam sobre seus pais mortos... Hoje, dia dos pais, triste, sente saudades da mãe Democracia, sente falta da proteção dos tios que nunca mais apareceram, o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. E chora pelo pai perdido, o Futuro...
domingo, 10 de agosto de 2014
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Batalhas de La Lys e Quifangondo - Gomes da Costa, Santos e Castro e seus "aliados"...
As potências
europeias relembram esta semana o início da primeira grande guerra
e é claro que não poderíamos -os portugueses- deixar de lembrar do desastre da
Batalha de La Lys. (Clique) E das tentativas inglesas de jogar a culpa
nas abandonadas tropas portuguesas, não só pelo governo português,
por muitos oficiais, MAS TAMBÉM NOS FLANCOS QUE DEVERIAM ESTAR
GUARNECIDOS PELOS INGLESES, apesar de governo e aliados terem sido insistentemente alertados sobre a situação das tropas lusitanas -que acumulavam tempo no inferno das lamacentas trincheiras sem substituição- pelo
General Gomes da Costa, um guerreiro heroico em África, Índia e nos
campos europeus.
E também não posso
deixar de pensar que décadas após, os sul-africanos através do
General Ben Roos, desertor da batalha de Quifangondo, tentaria colocar
a culpa de seu ato em outro grupo português também comandados por
um herói, experiente guerreiro e criador dos Comandos: Coronel
Santos e Castro.
A “épica”
história da atuação da artilharia comandada pelo General Roos
chega a ser cômica, pois se descreve uma retirada cheia de
sacrifícios, rebocando os obuses 140 através de trilhas e lamaçais,
do Morro da Cal até Ambriz, para serem evacuadas numa fragata, isto
porque eles haviam sido abandonados no campo de batalha sem proteção
do nosso grupo e ninguém se interpunha entre eles -artilheiros
heroicos- e o inimigo... A citada trilha era uma ótima estrada
asfaltada e durante todo o combate o velho Santos e Castro permaneceu
tranquilamente na posição e nosso grupo, este sim abandonado em pleno combate
pela artilharia sul-africana, quando retornou ao Morro da Cal não
encontrou nenhum artilheiro, que levaram as culatras dos obuses para
que não os utilizássemos e fugiram de helicóptero para a fragata.
As peças foram posteriormente levadas para Ambriz pela FNLA. Um
pequeno grupo sob meu comando permaneceu ainda cerca de 10 dias na
posição, que segundo o General Roos estaria deserta até que, sem
armamento adequado, tive que abandonar o Morro da Cal sob forte
bombardeio e cercado pelo inimigo que finalmente avançava, tudo isso enquanto o heróico General Roos já bebia seu chá quentinho em Pretória... Na net e em alguns livros abundam relatos em inglês
sobre a “epopeia” do General Roos, denegrindo o
nome do Coronel Santos e Castro, que em nenhum momento abandonou a
posição:
(...)Colonel Santos e Castro's Portuguese Angolan commando force was also in disarray due to the loss of most of their Panhard armoured cars and the death of some of their crews in the previous day's battle. They had consolidated a short distance northeast of their earlier occupied position on a ridgeline, leaving the SADF guns and a small SADF force there to protect the SADF's guns as the most forward element and vulnerable to any MPLA-Cuban ground attack. SADF Brigadier General Ben Roos threatened to withdraw his artillery guns immediately from northern Angola if his guns were not protected by a line of troops forward of the guns. Roberto was furious at the Portuguese Angolan officers for leaving the SADF guns exposed. (clique)
O
General Gomes da Costa de 1918 foi esquecido e abandonado e a
inversão de valores em Portugal chegou até nos nomes, aparecendo a
figura do traidor General Costa Gomes, considerado um dos “salvadores da nação” na famigerada revolução dos cravos em 1974. O Coronel Santos e
Castro, já no Valhala, nunca teve uma página que o defendesse dessa
calúnia dos “aliados”.
"Na guerra, a primeira vítima é a verdade..." (Ésquilo)
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Eleições 2014 - Ordem aos cidadãos: calar baioneta!
(...)segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ganhará as próximas eleições de outubro, e continuará governando inspirada nas realizações e logros de Lula. Se assim é, não só o povo brasileiro estará lavrando a própria ruína, e mais cedo do que tarde descobrirá que o mito sobre o qual está fundado o modelo brasileiro é uma ficção tão pouco séria como a da equipe de futebol que a Alemanha aniquilou. E descobrirá também que é muito mais difícil reconstruir um país do que destruí-lo. (Mario
Vargas Lhosa) Clique
Vejo
com preocupação, abismado até, uma certa euforia nas redes sociais
com números de pesquisas, rejeição à Dilma, avanço da oposição,
numa grande corrente que acredita que pelo voto eliminaremos a Grande
Quadrilha do poder. Mais assustador ainda é assistir às promessas dos
opositores que as fazem sem levar em conta o atoleiro, a desgraçada
situação em que os Porcos Petistas em sua Revolução dos Bichos
deixou a Granja Brasil! Aparentemente acreditam numa vitória nas
urnas eletrônicas (se os hackers petistas falharem, suponho eu) e no
dia seguinte verão a Dona Dilma arrumando as malas e reabrindo sua
loja de 1,99 lá no sul, enquanto que o povo trabalhador e patriota
cantará o virandú -à capela, é claro- de mãos dadas correndo por
entre campos floridos de uma nova primavera constitucional...
Como
dizem claramente os espumantes e raivosos porcos vermelhos, se a
oposição ganhar haverá guerra. Nem seria necessário, pois uma vez
caído o tapume de propaganda petista que esconde a real situação
brasileira, veríamos as ruínas que sobraram da década mais
corrupta, anti Brasil, criminosa, de todos os tempos em nossa
história. Mas a certeza da permanência fraudulenta no poder e da
apatia do povo honesto, tem feito com que se roube descaradamente,
que se enriqueça abertamente aos olhos de todos num rodopiante e
barulhento funk ostentação sem a menor preocupação em apagar
pistas e provas. Numa eventual perda de poder, uma superficial
devassa colocaria todos os chefes e chefetes da Era Petista atrás
das grades, portanto, como bem esclareceu a laranja da quadrilha,
eles farão o diabo nas eleições...
E
não tenham dúvidas, eles têm condições de paralisar o país
(mais ainda) numa eventual queda da ditadura. Com violência jamais
vista, com a massa furiosa insuflada e temerosa de perder seus vales,
com os movimentos “sociais” já armados e treinados e confiando
na indecisão de Forças Armadas enfraquecidas, infiltradas e
chefiadas por fantoches políticos.
Oposição
consciente e honesta, só tem a prometer sangue, suor e lágrimas
numa reconstrução penosa de pós-guerra, tempos de penúria. Mas
para isso também tem que prometer mão firme no expurgo imediato das
instituições extirpando o câncer petista em sua devastadora
metástase, uma tecnocracia recuperadora sem privilégios de
distribuição politica de cargos, recuperação e carta branca para
as Forças Armadas e policiais na repressão dos movimentos
narco/marxista/bolivarianos que não aceitarão largar o corroído
osso.
Mas na farsa da democracia eleitoral, tais promessas conseguem concorrer
com a propaganda oficial e populista, com os vales, com as cotas, com
a exaltação da preguiça e do paternalismo, do incitamento do ódio
entre classes sociais e entre raças, com as mentiras da mídia
comprada ou chantageada contrapondo-se à censura e ameaças a quem
ousar desafiar a presente ditadura?
Não.
Portanto,
se quisermos ressuscitar o Brasil como Nação enquanto ainda há um
sopro de vida, temos que nos prepararmos para lutar. Luta de verdade.
Não com palavras, não se dialoga com porcos.
sábado, 2 de agosto de 2014
O inimigo está no poder: 2 de agosto, meu batismo de fogo
E lá se vão 40 anos do início de minha luta armada contra o marxismo. Nunca imaginaria que iria sobreviver para contemplar, décadas depois, o meu país ser tomado e destruído pelo mesmo inimigo nefasto, agora anacrônico e repelido mundo afora. Ressurgido das cinzas da defunta URSS e usando de fraudes e mentiras a um povo incauto, se instalou no poder de forma pretensamente "legítima", derrotados que foram repetidamente pelas armas todas as vezes que com elas tentaram atacar a democracia brasileira. Eram e são covardes como homens e incompetentes como guerreiros, exatamente como seus camaradas, guerrilheiros marxistas da Frelimo que tentaram tomar a colina onde, num dia 2 de Agosto como hoje, me encontrava...
"Noroeste de Moçambique, aldeia de Cóbue, às margens do Lago Niassa, 1974. Jantava com o guarda africano Abdul na casa do Administrador que havia viajado para Vila Cabral, capital da província, há uma semana, no barco da Marinha. A Companhia de Fuzileiros Especiais fora retirada após a Revolução de 25 de Abril e no quartel de 39 salas eu era o único ocupante... Após um mês sem qualquer novidade, cansado de carregar a pistola-metralhadora FBP inutilmente, deixara-a no quartel e, banho tomado, vestia um confortável traje civil.
"Noroeste de Moçambique, aldeia de Cóbue, às margens do Lago Niassa, 1974. Jantava com o guarda africano Abdul na casa do Administrador que havia viajado para Vila Cabral, capital da província, há uma semana, no barco da Marinha. A Companhia de Fuzileiros Especiais fora retirada após a Revolução de 25 de Abril e no quartel de 39 salas eu era o único ocupante... Após um mês sem qualquer novidade, cansado de carregar a pistola-metralhadora FBP inutilmente, deixara-a no quartel e, banho tomado, vestia um confortável traje civil.
São 19:40h. Quando vou cortar um pedaço do apetitoso peixe grelhado colocado à minha frente uma longa e estridente rajada de Kalashinikov AK-47 rasga o silêncio da noite, tomando-me totalmente de surpresa. Voam vidros partidos e o som vem de muito perto da casa! Em frações de segundos estou rastejando para o quarto, Abdul para a cozinha e o criado correndo, deixando cair a bandeja metálica com estardalhaço. Os tiros espoucam pelo lado do aldeamento. Todos os palavrões possíveis vêm à minha cabeça! Desarmado, com roupa clara, pego como um principiante que acreditava não ser! Agachado, protegido pelo muro de um metro e meio de altura que prudentemente cerca a casa, corro para o abrigo contra morteiros. Abdul chega e salva a situação, pois vem com sua G-3. Responde fogo, dando-me cobertura enquanto corro para o quarto do quintal onde apanho uma pistola Walter 9mm e as granadas que posso, retornando ao abrigo.
Da parede ao nosso lado saltam lascas de reboco dos projéteis das AK-47 e PPSH russas. As informações que temos é que os ataques têm sido feitos com um canhão sem recuo de 76 mm. Se o usarem, estaremos perdidos. Estamos em posição mais alta que o inimigo mas este avança para nós, camuflando-se no meio do alto capinzal. São dois grupos de oito ou nove homens cada e se auto protegem. Economizo munição tentando ver os clarões das armas para depois disparar naquela direção. Abdul está em dificuldades com a G-3: estarrecido, verifica um pouco tarde demais que os carregadores que trouxera eram de FN, um fuzil belga e não se encaixavam em sua arma! Começa a esvaziá-los para carregar o único que serve e com isso paramos praticamente o fogo. O inimigo está perto e atira a esmo.
Passa-me uma ideia pela cabeça, perdidos por um, perdidos por mil: levanto-me, subo ao topo do abrigo completamente desprotegido, destacando com minha roupa clara do céu negro e grito: Frelimo! Frelimo! Por um momento os terroristas param de atirar e escutam. Penso em passar-lhes a conversa que a guerra acabou, a revolução, etc, etc, mas a pausa dura apenas alguns segundos. Uma saraivada de balas passa por mim, retalhando um mamoeiro ao lado! Com um sonoro “FDP” gritado com toda a vontade, encerro minha carreira de parlamentar, dando graças porém a já famosa falta de pontaria dos adversários. Salto para o solo e faço o que me resta fazer: muito barulho, blefar com nosso poder de fogo. Atiro três granadas em rápida sucessão para a baixada onde já se escutam ruídos de homens e descarrego um “pente” da Walter; Abdul, no mesmo momento metralha com a G-3. O efeito é bom e as granadas parecem que atingiram alguém. Os guerrilheiros que não esperavam encontrar reação e estavam próximos, recuam; os que no aldeamento tentavam saquear a cantina não o conseguem devido a uma inesperada defesa de dois milícias e seguindo sua tática de sempre batem em retirada, pois ficaram tempo demasiado atacando e reforços podem chegar. Mal sabem que isso é quase impossível!
Com alguma comida roubada e seis mulheres raptadas, a “gloriosa” Frelimo desaparece. Recarregamos nossas armas e após uns terríveis dez minutos de silêncio total salto pelo muro, seguido de Abdul e desço à aldeia empunhando a Walter no meio da escuridão. É loucura, mas prefiro isso ao suspense de aguardar entrincheirado no alto da elevação onde estava. Mas o inimigo realmente fugira. Com exceção dos dois que defenderam a cantina e suas famílias, os restantes milícias haviam abandonado as armas e saltado para o lago, entre os caniços ou se metido no meio do mato!
E assim recebi meu batismo de fogo, no topo de uma colina africana e juntamente com Abdul, rechaçara um ataque de guerrilheiros que possuíam superioridade em efetivos e material, o que não fora suficiente para suplantar sua covardia..." (trecho do livro A Opção Pela Espada )
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Templo de Salomão: a sanidade mental e a filial de Deus no Brás.
O Vaticano já era.
O Cristo Redentor já é chamado de baixinho. Santuário de Aparecida
virou kitnet. Foi inaugurado o Templo de Salomão do Edir, cem mil
metros quadrados de obra, 54 metros de altura! (Clique) Com a presença da
marxista Dona Dilma se esforçando para parecer que levava tudo
aquilo a sério, governadores, prefeitos, ovelhas de
rebanhos de todo o mundo. Até de Israel, que apesar de ter problemas
de espaço territorial, perdeu 40.000 metros quadrados de boa pedra
de Hebron, Cisjordânia, que foi usada no revestimento das paredes do
mega templo. E, acredite se quiser, já tinha fiéis com os cornos
encostados nelas a rezar igualzinho no original Muro das Lamentações,
enquanto que o Bispo Macedo passeava fantasiado de profeta com
direito à longas barbas brancas! Incorporou! Encarnou! E
aparentemente o próprio Deus tentou enviar sua mensagem, mas falhou,
é Brasil, e nos telões externos apareceu: sinal fraco ou
inexistente. A ateia
Dilma apostaria no
“inexistente”...
A
construção foi cercada de
milagres, milagres que nós infiéis não temos a graça de receber:
IPTU zero por 35.000 metros quadrados de terreno no coração de São
Paulo, além de, por ser uma obra do Senhor e sendo Ele quem criou a
Terra, o alvará foi considerado, muito apropriadamente, como de
reforma e não de construção, que ficaria milhões mais caro! Tem
lógica.
Olho
tudo isso meio assustado, preocupado com o declínio da sanidade
mental da grande manada e estarrecido ao ver que
a sociedade regride, com autoridades
de todos os setores e matizes políticos, pelo sim pelo não,
sentadinhas escutando a pregação do poderoso dono da Record, amigo
do dono do Mundo,
dentro da
réplica de um templo dos tempos em que se considera que os homens
eram infinitamente mais ignorantes que nós, os modernos, com nossa
ciência, descobertas, tecnologia. Com
arca da aliança e tudo. Só
faltava a Dilma ter um estremilique,
se jogar no chão, dizer que encontrou Jesus e
o paralítico Brasil retornar a andar!
Mas
neste país pobre e bizarro, de gente cada vez mais estranha e
andando para trás, não há grande diferença entre políticos que
representam a Terra e os sacerdotes que representam o Céu, aqueles
com seus estádios e estes com seus templos, pois em detrimento da
educação, alimentação, saúde, bem sabem eles que a plebe rude
quer mesmo é prazer imediato e esperanças de algo grande para si,
mesmo que nunca se concretize, fazendo das construções e
espetáculos gigantescos, imensos consultórios de psicologia (e
psiquiatria!) a granel, terapia no varejo, pastoreando fiéis e
eleitores, pouco importando se os gnus rumam impávidos e cegos para
o grande desfiladeiro do Caos.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Hamas x Israel: um mundo ingênuo ou antissemita?
Não sou judeu. Mas
desde muito jovem aprendi a admirar esse povo notável a quem o mundo
moderno deve muito em seu progresso nas artes e ciências. Um povo
que sempre ressurgiu das cinzas de várias tentativas de extermínio,
que enfrenta um preconceito que parece crescer à medida que cresce o
politicamente correto que permite que o Islã, um inimigo milenar do
Ocidente, se espalhe mundo afora colhendo as benesses de nossa
civilização ao mesmo tempo que a corrói.
Ao contrário dos
sinistros islâmicos, Israel se fecha, não alicia, não pede favores
nem esmola por benefícios alheios. Sua riqueza e sua força está na
união e na não miscigenação. Não enfraquecem sua raça que
conquistou 20% dos prêmios Nobel até agora... E talvez nessa forma
radical mas correta em termos de sobrevivência que obviamente não
os torna simpáticos, é que floresce o antissemitismo que, peneirado
os fanatismos doentios, nada mais é que inveja que os menos dotados
têm dos mais ricos e capazes.
Israel não pode ser
visto como um inimigo da paz ou até mesmo como genocida, Israel é
um dos fortins avançados na defesa da civilização contra a
barbárie! Deveria ser ajudado e louvado, não vítima da campanha,
ingênua ou maldosa, de que é vítima atualmente quando responde aos
ataques insanos e constantes que sofre, com todo o poder que uma
nação deve usar para sobreviver cercada de inimigos irracionais.
Não passa pela
cabecinhas histéricas mundo afora o absurdo de que na presente
situação, Israel, com sua conhecida competência, bombardeasse
escolas e hospitais em vez de buscar apoio mundial para sua causa,
sem causar o mínimo de repúdio em operações de guerra
milimetricamente cirúrgicas?!? Oras, façam-me o favor! O que se
passa é amplamente conhecido, fotografado, filmado mas todos ignoram
ou fingem conhecer o fato do inimigo plantar suas plataformas de
lançamento de foguetes e outros artefatos em área urbana, em
locações civis que causem comoção se atingidos na resposta aos
ataques. O que está havendo por parte de Israel é apenas uma
impecável ação de combate, onde, após atacados, a origem é
plotada e destruída imediatamente. O Hamas impede a fuga dos civis
palestinos para que sejam atingidos e com isso angariem apoio dos
simplistas povos ocidentais. Notaram que conhecendo melhor os seus,
os países árabes têm feito menos barulho a respeito do conflito do
que republiquetas bananeiras como o Reino de Dilma e seus puxadinhos
bolivarianos?
Mas pela primeira
vez começo a temer pela sobrevivência desse povo, que mais do que
bombas e foguetes, agora enfrenta o antissemitismo (Clique) já de forma
aberta, descarada, vindo da ONU, mídia parcial, mentirosa e de
muitos governos que se acreditavam sérios, além dos brasis agora insignificantes pois nas mãos de políticos anões que desconhecem a História...
segunda-feira, 28 de julho de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
Gaza: Alá em pessoa ordena recusa de trégua e os cretinos brasileiros torcem e aplaudem
Brasil sob a Ditadura Petista/Narco/Marxista é uma festa de militontos, idiotas úteis, só faltam os grandes desfiles de 1º de maio e fotos gigantes de Marx & Cia. Mas a do Groucho, não do Karl...
Acreditando no teatro de comédia da Dilma com a depauperada economia e a crítica situação social escondida atrás dos tapumes coloridos da bilionária propaganda, acreditando nos livros criminosamente aliciantes do MEC sobre a história dos povos, os mentalmente imberbes se indignam e se revoltam sobre qualquer coisa mundo afora que não venha da patológica e arcaica esquerda e até do fanatismo religioso e irracional do terrorismo islâmico, nosso secular inimigo. Podemos palpitar, somos uma potência! Lenin ressuscitou! Desenterramos a Guerra Fria e demos uma requentada! Morte aos Yankees e seus aliados! Mas ninguém parece se preocupar com o próprio quintal, em chamas:
Derrubada do voo da Malaysia Airlines na Ucrânia? Moleza:
“Diariamente, no Brasil, matamos o equivalente a um avião grande cheio de gente (em 2014 estamos beirando 300 mortos diários). Foram 101.149 óbitos em 2012: 56.337 intencionais e 44.812 no trânsito”
Conflito Hamas/Israel? Tiramos de letra:
Em 48 horas de ataque terrestre israelense na Faixa de Gaza, cem pessoas morreram. Muitos brasileiros possivelmente não sabem que esses números são próximos da nossa mortandade genocida e fratricida diária: em 2012, 276 pessoas foram mortas por dia, sendo 154 assassinatos intencionais e 122 no trânsito. (Luiz Flavio Gomes) (Clique)
Ou, como afirmou o Jornal da Band, no mesmo período que morreram 1.000 pessoas na Faixa de Gaza, aqui perdemos 3.000 para a violência. E a Dona Dilma acha inadmissível a atuação de Israel?! E são perdas diuturnas, não se trata de um conflito esporádico contra fanáticos comandados por Alá em pessoa, subornados com um Paraíso, 40 (quarenta) virgens e almofadas de ouro, segundo consta. Também temos paraísos para os petistas, mas fiscais, algumas virgens (quarenta vai ficar meio difícil) e em Brasília certamente encontraremos as tais almofadas de ouro (cheias dele). Somos solidários e não confundimos o povo palestino com o Hamas, mas também estamos em guerra, que tal nos indignarmos pela nossa causa, nossa casa, também?
Basta uma rápida pesquisa no Twitter por exemplo, com a hashtag “#Gaza” e veremos uma gritaria histérica de jovens e nem tanto, alguns até com razoável cultura, contra a violência na região com total apoio ao Hamas, que chamam de povo palestino seguindo a política cretina da Dona Dilma enquanto aceitam por aqui uma violência maior, sem direito de defesa, desarmamento da população, direitos humanos para os bandidos e abandono das vítimas pelo Estado. Lá pelo menos os hospitais de campanha funcionam a pleno, para ambos lados, cortesia de Israel, a população de Gaza é avisada antes dos bombardeios e os israelenses pelas sirenes, tendo chance de defesa e abrigo. Por aqui nossos mortos e feridos são pegos de surpresa em cada esquina, em pleno dia, no caminho do trabalho, da escola, de um magro lazer.
Mas parece que vivemos em completa paz e, sem maiores preocupações, podemos palpitar sobre os “pobres coitados em guerra”. Essa turminha, se visitasse alguma favela, sairiam de lá confundindo moradores com os traficantes e defendendo o Comando Vermelho toda vez que o BOPE sentasse a porrada nos meliantes...
Amadureçam!
sábado, 26 de julho de 2014
Cordel Histórico II: A Copa do Apagão
Pedro Silva (autor de Cordel histórico: o casamento de Lula e Dilma no Inferno)
**********************************
Os direitos dessa obra eu dei para o Pedro Marangoni do Blog, paulista cabra da peste, amigo arretado para que ele faça o uso que bem quiser mas que aguente a cacetada se alguma vier, lavo minhas mãos. Eu, Pedro, poeta da família Silva do Sítio do Lagarto na valorosa e destemida Paraíba, assinei.
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A COPA DO APAGÃO
Nossa pátria foi ferida
não posso dizer que não
como pode ser esquecida
na Copa do Apagão
a surra bem merecida
sete a um sem perdão!
Em vez de ficar quieto
o Brasil se ufanou
queria aqui a Copa
e com o Diabo tratou
Lula e Dilma, outra vez
que ele ainda não levou!
A tal de Fifa malandra
de dinheiro encheu a mão
estádios que nem palácios
nas cidades e até no sertão
onde o povo passa fome
e o governo diz que não!
Ficamos sem hospitais
sem escolas e sem orgulho
pois de craques tão brilhantes
só restou muito bagulho
estádios que nem elefantes
e alemão fazendo barulho!
Lula, Dilma, Felipão
é muita a nossa desgraça
e por falta de juízo
passamos longe da taça
ficamos com o prejuízo
e argentino fazendo graça!
Até o burro mais burro
não mistura doce com limão
o que era um bom esporte
do povo pobre a diversão
nas mãos da presidenta
virou arma de eleição!
Fechada em seu palácio
de costas prá nossa nação
mal sabia dona Dilma
quem era o Felipão
que igual a nossa energia
pode sofrer apagão!
O treino dos brasileiros
foi feito com muito desvelo
manicure, pedicure, modista
mostrando pro mundo inteiro
jogador bonito e artista
salto alto, barba e cabelo!
Enquanto o mundo avança
no futebol e na política
o pobre Brasil afunda
sem humildade, sem crítica
uma presidenta furibunda
e uma seleção raquítica!
Não podia ser diferente
com tamanha incompetência
confiando só em crendices
foi surrada sem clemência
e tamanha idiotice
é conta da presidência!
Escondida na tribuna
da festa na contramão
não pode fugir das vaias
para cumprir a missão
pegou a taça como pinga
prá dar pro seu patrão!
Depois de sua arrogância
dando circo pro povo sem pão
a Dilma com deselegância
perante a multidão
entregou a taça sem jeito:
toma lá seu alemão!
E foi assim que passou
mais um vexame brasileiro
depois que o petê assumiu
a gerência do nosso dinheiro
pois botamos as raposas
prá cuidar do galinheiro!
Mas agora é vingança
por conta da goleada
Felipão já encheu a pança
e Dilma está abastada
resta ao povo a esperança
de fazer a derrubada!
Prá mais uma temporada
vem aí Copa e eleição
na Brasília descarada
tira a madrasta, põe irmão
e na seleção da palhaçada
bota jogador alemão!
fim
fim
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Não somos anões internacionais! Conseguimos roubar a Cruz Vermelha, a Somália, a África do Sul e o Japão!
E também das vítimas dos deslizamentos da região serrana do Rio, para dar uma pitada nacional. E com mãe no meio e tudo, corrupção em família, somos uma nação unida. Oras esses judeus, o quê entendem de economia! E além de tudo somos sim diplomáticos: a funcionária da Cruz Vermelha que levantou a lebre dos desvios das doações foi sutilmente ameaçada de... morte!
Para apurar os desvios escandalosos, feitos sem maiores cuidados como de praxe na Era Petista, chamaram logo uma consultoria inglesa, a More Stephens, nada de CPIs bananeiras ou baixarias de STF. E que facilmente apurou que “os 212.000 reais para as campanhas da Somália e Japão e 1,6 milhão de reais para a tragédia fluminense – foram repassados a uma ONG comandada pela mãe do vice-presidente da Cruz Vermelha no Brasil à época, Anderson Marcelo Choucino.” (Clique)
O Instituto Humanos de São Luís do Maranhão, damãedovice recebeu cerca de R$15.000.000,00 (quinze milhões) da Cruz Vermelha em dois anos, sem que se tenha nenhuma prova de seu uso, pelo menos para os necessitados.
Cruz Vermelha no Brasil é Cruz Enrubescida. De vergonha...
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