sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Venezuela:um morto pode assumir a presidência



Depois de dominado o furacão Rose no Brasil,que também tem a ver com a região pélvica de presidentes,a galeria de Grandes Timoneiros Populares do Eixo do Mal Latino Americano sofre outra fratura importante com o zombie Hugo Chávez,com as partes pudendas desgastadas de tanto usá-las contra seu povo... Já pode estar morto,mas isto é apenas um detalhe em ditaduras de esquerda e já preparam uma farsa para a tomada de posse dia 10 deste mês. Depois ele morre oficialmente e seu lacaio vice presidente prossegue com sua herança. Nada de mais,apenas um atraso na certidão de óbito. Tudo dentro da lei,passado,testemunhado e assinado em Cuba,uma democracia irretocável,acima de qualquer suspeita. O que não pode ser admitido são novas eleições como manda a lei,pois Henrique Capriles assusta,governador que é de Miranda,o estado mais rico e populoso da Venezuela e principal nome da oposição.

Pobre Venezuela,se a farsa for em frente terão uma mistura de múmia de Lenin e Eva Peron para venerar por mais algumas décadas,onde só as fábricas de estátuas do Chapolin Colorado Bolivariano prosperarão. A ironia deliciosa é que se Chávez tivesse ido para algum centro de referência de câncer no satânico & capitalista EUA provavelmente estaria gozando de saúde por mais uns bons anos,mas obrigado a manter a linha Fidel Castro style,cercou-se de segredos e da péssima medicina cubana,cuja maior façanha é a propaganda oficial que transforma enfermeiros de baixo padrão em doutores carniceiros com diploma. E tem brasileiros lá estudando medicina,um punho cerrado para cima,com vivas ao Che Guevara e bisturi enferrujado na outra mão... Quando o planeta vai se livrar desses esquerdopatas anacrônicos? Mas não seria má ideia mandar o Lula lá...

O episódio Agonia &Morte do Chapolin Bolivariano,o culto à múmia Fidel,a beatificação do Inácio da Silva,aquele que nada sabe das coisas erradas deste mundo e por isso é premiado pelos céus com riquezas incontáveis,deixa claro que a manada latina,seja ela cubana,boliviana,brasileira,venezuelana é extremamente mansa,obtusa,incapaz de entender o dolo de ditaduras ferozes auto denominadas de populares que os condenam ao atraso em troca de esmolas pagas com o próprio dinheiro e assim esses canalhas do poder só saem por obra do tempo,de acidentes ou doenças. Alguém aí se lembra dos tempos das revoluções,pólvora e chumbo no ar? Ainda temos muita pólvora e chumbo mas acabaram-se os Homens...
 
 
 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

A Eutanásia,o suicídio e o romance "Johnny vai à guerra" de Dalton Trumbo



Aos que não admitem as duas alternativas citadas no título acima contra o sofrimento físico ou mental,sugiro que assistam ao sufocante e inesquecível filme originado deste aterrorizante livro,aterrorizante porque real,porque nos dá uma cutucada nas costas -hei,você!!- enquanto tentamos passar apressadamente por casos semelhantes fingindo nada ver e nos atira a podre hipocrisia social na cara. O romance baseado em fato real sobre um jovem soldado da primeira guerra mundial que mutilado -sem braços,pernas,cego,mudo- resume-se a um tronco jogado em uma cama mantendo um cérebro com consciência plena,na mais completa angústia de não poder se comunicar e -sem meios de se matar- ter a tortura de viver prolongada inutilmente em nome de princípios éticos e religiosos dos que o “cuidam”. Não é relevante que seja um mutilado de guerra;poderia ser uma vítima de acidente automobilístico,uma doença incurável ou mesmo sobre um ser saudável que por filosofia própria não deseje mais viver,mas seu sofrimento é prolongado inutilmente pelos demais membros da sociedade humana atrelados à regras,crendices,medos,covardias e de indevida autoridade sobre a vida alheia.

O livro,de aproximadamente 230 páginas publicado em 1939 é encontrado em português;quanto ao filme,que recomendo pela sua dramaticidade plenamente explorada pelo próprio escritor que dirige sua obra no cinema,pode ser encontrado em DVD. Dalton Trumbo,autor do livro e diretor do filme,apesar de sua atribulada vida política,é um profissional ímpar,roteirista de obras como Spartacus,Exodus,Papillon,Roman Holiday(Oscar de melhor história,1953),The Brave One(também Oscar de melhor história em 1956). As lembranças,sonhos ou alucinações do jovem mutilado nos são apresentadas em cor,enquanto que no tempo presente,na cama de hospital,as imagens são em branco e preto. A angústia presente durante o transcorrer do drama é arrematada por um final que nos deixa sentados inertes,com uma sensação acovardada de “não devia ter assistido”... Não recomendo a quem prefere passar ao largo de verdades que nos apontam o dedo acusador. Recomendo firmemente aos contrários à eutanásia e os que criticam os suicidas.


Considero o suicídio uma decisão soberana de cada ser humano,um direito inalienável,indiscutível. Quanto à eutanásia,os ventos da racionalidade já começam a soprar favoravelmente com vários textos sendo analisados no Senado,além de uma legislação flexível que permite ao juiz julgar caso a caso e inclusive deixar de aplicar a pena. Em casos irreversíveis de doenças ou traumas,desde que atestado por dois médicos é permitido que aparelhos que mantenham artificialmente a vida sejam desligados.(ortotanásia). Aos que após assistirem o filme e começarem a ter pesadelos -plenamente justificáveis- lembro que é possível e legal o Testamento Vital,que segundo o Conselho Federal de Medicina,pode ser feito por qualquer pessoa maior de 18 anos,mentalmente saudável e inclusive -por vias de dúvida- nomear um representante legal para garantir que a vida do interessado não seja prolongada inutilmente e nem mesmo os parentes próximos poderão contestar.

Clique aqui e tire suas dúvidas

A vida não tem preço? Isso é um problema de cada um,único dono da própria;cabe somente ao proprietário estipular seu preço e sobretudo seu prazo de validade...



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“A morte, eleita livremente, a morte no tempo certo, com claridade e alegria, empreendida em meio a crianças e testemunhas, de modo que uma real despedida ainda é possível, onde este que se despede ainda está aí, assim como uma apreciação real do que foi alcançado e querido, uma soma da vida – tudo em contraposição à comédia deplorável e horripilante que o cristianismo levou a cabo com a hora da morte (…) a morte sob condições desprezíveis não é uma morte livre, ela não é uma morte no tempo certo, ela é a morte de um covarde. Dever-se-ia por amor à vida – desejar a morte de outra forma, a morte livre, consciente, sem acaso, sem a tomada de assalto…" (Nietzsche)



terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013... O ano novo e "O Deserto dos Tártaros" de Dino Buzzati


Nada muda,apenas o calendário,números... nem mesmo a idade física,pois a natureza não se prende a regulamentos criados pelo homem. Reúna um grupo de pessoas da mesma idade e verá as disparidades gritantes relacionadas à genética, conservação,personalidade. Nasceram na mesma época mas não morrerão juntos,mesmo que não sejam tolhidos por acidentes,mesmo que faleçam naturalmente.
 
Calendários são apenas a burocracia humana,contabilidade que generaliza.
 
Mas os animais mais fracos e imperfeitos da natureza -os humanos- necessitam de parâmetros,datas,pontos de apoio,de sininhos de vacas madrinhas a seguir. Ontem,último dia de um conjunto pré estabelecido de meses,foi farto de promessas, determinações,sonhos acordados como se levantássemos hoje -01 de janeiro de 2013- mudados,novos homens,nova personalidade,saúde zero quilômetro,dívidas apagadas...
 
Brindes,fogos de artifícios,alívio por o mundo não ter acabado em 2012,só porque o astrônomo maia ficou com preguiça de esticar o calendário além daquele ano... Saltar ondas,jogar flores no mar,roupa branca,lentilhas,mas que raio de ser é este que se diz racional?! Como sempre escrevo,não passamos de um conjunto mineral arrogante,premiado pelo acaso com uma consciência transitória que aliás não serve para nada além de complicar vidas que poderiam ser mais leves,divertidas... Debaixo da terra não haverá diferenças entre a freira e a prostituta a não ser talvez a quantidade de gordura... Olhe para trás e veja se,debaixo de tantas regras e parâmetros,sua vidinha exemplar não está transcorrendo como a do oficial Giovanni Drogo,personagem criado por Dino Buzzati em sua obra “O deserto dos Tártaros”. Não leu? Sugiro que o faça,mas depois da alegria pré-fabricada da passagem de ano,espere alguns dias,não quero ser o estraga prazerde sempre. É uma leitura que vai,ao avançar das páginas,se tornando mais e mais angustiante,espessa,completada por vazios,atulhada de nadas como a maioria das vidas passadas -e perdidas- e as presentes,ainda com chance de serem mudadas,motivo desse texto.
 
Ou,ao se deparar com o último inimigo -a morte- verão que não houve nem haverá o sempre apenas sonhado “combater no alto das muralhas,entre estrondos e gritos exaltados,sob um céu azul de primavera,nada de amigos ao lado cuja visão reanima o coração,nada do acre cheiro de pólvora e tiros de fuzil nem promessas de glória. Tudo acontecerá no quarto de uma estalagem desconhecida,à luz de um candeeiro,na mais despojada solidão. Não haverá combate para voltar coroado de flores,numa manhã de sol,entre os sorrisos de jovens mulheres. Não haverá ninguém para olhar,ninguém para elogiá-lo”

Medite. A única determinação a ser seguida não tem regras ou trilhos:é viver...
 
 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Armas & Massacres em escolas:EUA começam a decidir pela solução racional

Ao contrário da tendência do desarmamento suicida de poucos americanos ingênuos e de uma manada de facínoras brasileiros disfarçados de políticos ou homiziados em ONGs devoradoras de verbas a fundo perdido,os estados de Utah e Arizona estão adotando o rumo certo,óbvio,racional para deter,combater,desestimular os massacres covardes em escolas:treinar e armar professores e funcionários!
...estando armado, "o professor não apenas poderia enfrentar um atirador, mas desestimularia os alunos maus com a consciência de que os professores de Utah utilizam armas", disse à AFP Bill Scott, membro do USSC, que atraiu 400 educadores interessados em aulas de tiro.
... paralelamente, o procurador-geral do Arizona, Tom Horne, apresentou um projeto de lei para permitir que o diretor e outro funcionário designado de cada escola possam portar armas dentro da instituição, após o devido treinamento na polícia. Veja a matéria completa AQUI
Alguém aí já viu um desses valentes “loucos e furiosos”invadindo um quartel e matando indefesos mariners? Massacrando o pessoal do BOPE na hora do recreio? Espalhando o panico num acampamento de Comandos?

NÃO É A POSSE DE UMA ARMA QUE CAUSA MASSACRES E SIM A NOÇÃO DE QUE AS VÍTIMAS SÃO INDEFESAS!

E em países onde o valor humano está falindo,como o Brasil*,a arma é apenas um detalhe,pois a certeza da impunidade e o desarmamento ilegal do cidadão imposto pelo governo faz com que os marginais se armem muitas vezes apenas de ameaças verbais para conseguir seus intentos. Agressão a idosos,estupros,roubos,assaltos em plena luz do dia. Armem os cidadãos de bem e essa onda de bestialidade cairá vertiginosamente,pois o desarmamento tem tido um claro -e óbvio- efeito contrário! Aprendam com o país mais armado do mundo,os EUA,que apesar dos tão divulgados massacres têm uma taxa de homicídios irrisória se comparado ao pacífico e desarmado Brasil,onde anualmente se mata três vezes mais que no inferno iraquiano...




*Por uma falha minha chamei de "país"o Brasil,já extinto,hoje apenas um morro dominado pela Grande Quadrilha.
 
 
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Massacres & Armas - O sangue na ponta de uma faca é menos vermelho?


Bene Barbosa*
Dia 14 de dezembro de 2012, um homem invade uma escola primária e consegue atacar 22 crianças. Não, não estamos falando do mais recente e hediondo ataque em uma escola norte-americana. Estamos falando de mais um ataque ocorrido na China. Não, ele não usou uma arma de fogo, usou uma pequena faca que roubou da cozinha de uma senhora que também foi esfaqueada.

Os ataques à escolas primárias na China são extremamente comuns e causam centenas de mortes e mutilações em crianças e adultos. O governo Comunista Chinês decidiu inclusive vetar informações sobre os ataques, para evitar os possíveis copiadores, ou seja, pessoas que resolvem agir da mesma forma. Assim, dificilmente teremos número reais da quantidade de ataques que ocorrem na gigantesca e censurada China.
Ao contrário, os EUA vivem uma democracia que venera a liberdade de imprensa e por isso não existe qualquer freio – e não deve haver mesmo - para noticiar-se esse tipo de ocorrência, que sempre causa comoção no mundo com os vídeos e fotos que são veiculados em milhares de jornais, revistas e canais de televisão.
No Brasil, imediatamente dois tipos de sentimentos aparecem em comentários, debates e reportagens, quase sempre juntos: o antiamericanismo e o desarmamentismo. O discurso de modo simplista e simplório de que o americano é belicista, que os EUA são a cultura das armas, que o cinema vangloria a violência, etc. E, claro, num tom professoral, que os EUA deveriam restringir a compra de armas de fogo pela população, em detrimento da chamada Segunda Emenda.
O mais interessante é que esses doutos especialista brasileiros moram em um país onde o desarmamento vem sendo implantado desde 1997. Em um país onde o porte – legal – de armas é proibido, onde a compra de um reles .22 tem tamanha burocracia e custos que inviabiliza a aquisição para 99% da população. Ou seja, um país desarmado, mas em que se mata 55 mil brasileiros por ano! Onde 45% dos jovens que não morrem por causas naturais são assassinados.
Os EUA possuem 5 vezes menos homicídios que o Brasil. Connecticut teve, em todo o ano de 2010, menos de 150 assassinatos, e a pequena cidade de Newton, onde ocorreu o massacre, tem em média dezesseis crimes violentos por ano, e apenas um homicídio!
Qual o motivo destes “especialistas” que culpam as armas, o belicismo, o cinema ou o próprio capitalismo não se manifestarem tão veementemente sobre as mais de cem crianças mortas a facadas, machadadas ou marretadas na China, só em 2010?
Será que o sangue inocente de uma criança chinesa no gume de uma faca é menos vermelho que o sangue de uma criança norte-americana no chão de uma escola? A verdade é que o que define o horror e que “alguma coisa precisa ser feita” é a ideologia cega e burra dos especialistas de plantão.
*Bene Barbosa é bacharel em direito, especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Segurança Pública em São Paulo:era de vidro e se quebrou


Bene Barbosa*
Veículo: Agência Viva Brasil / Veiculação: On-line
www.movimentovivabrasil.com.br


Nos últimos anos, mais precisamente a partir de 1999, o Estado de São Paulo se vangloria de vir diminuindo consideravelmente a criminalidade violenta. Indubitavelmente os homicídios em São Paulo caíram e os especialistas, ora do Governo Estadual, ora do Governo Federal, tentavam trazer para a sua sardinha a brasa do acerto. Argumentos como investimentos bilionários estaduais, São Paulo o estado que mais prende no Brasil, campanhas de desarmamento do cidadão foram e ainda são disputados por políticos em defesa de seus governos.

Acontece que o crime não compactua com certos desacertos, não se incomoda com números e muito menos com discursos mais inflamados de muitos egos e nas últimas semanas declararou guerra ao poder público, ao Estado Democrático de Direito, elegendo a polícia militar de São Paulo como alvo. O trágico saldo é de quase 100 policiais mortos somente este ano, além de centenas de civis.

Afinal o que deu errado? Essa deveria ser a pergunta mais óbvia e a partir daí tratar de modificar o que é necessário. Certo seria, mas e os egos? Quem assumirá que errou e continua errando? Dificilmente alguém fará isso. E “a la Pôncio Pilatos” lavam suas mãos com sangue que escorre pelas ruas, protegidos por aparatos de segurança e carros blindados.

De que adianta São Paulo ser o estado que mais prende, mostrando a eficiência da polícia, se nossa legislação penal é leniente com o crime? Se a nossa Constituição Federal trata qualquer latrocida como este fosse um perseguido político dos anos de chumbo? De que adianta prender se o criminoso fica muitas vezes menos tempo na delegacia que a guarnição que o prendeu? Que o bandido vai para cadeia sabendo que terá visita íntima, telefone celular, acesso á Internet, drogas e tudo que o dinheiro sujo e a lei fraca permitir?

De que adianta as campanhas voluntárias de desarmamento e as restrições quase intransponíveis do malfadado Estatuto do Desarmamento se os criminosos através dos milhares de quilômetros de fronteiras se abastecem com o que há de mais moderno em armamento? Alguém olha com o olhar do criminoso as tais campanhas? Não conseguem perceber que cada vez que o Ministro da Justiça vai à televisão e orgulhoso mostra os cidadãos honestos entregando suas armas manda a mensagem de rendição aos criminosos? Que esses mesmos criminosos sabendo disso atacam tão somente aqueles que ainda têm alguma chance de impor a lei e a ordem?

Anos de leniência ao crime, desarmamento da população, ações de direitos humanos – menos para os humanos direitos – desvalorização dos policiais e corrupção deram poder para que um grupo criminoso provasse que a Segurança Pública em São Paulo, como diz a cantiga, era vidro e se quebrou. A nós cidadãos indefesos de todas as formas possíveis restam-nos rezar.


*Bene Barbosa é bacharel em direito, especialista em segurança e presidente do Movimento Viva Brasil.
 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Mapa da Violência 2012:cota racial para assassinatos já!


Olá caros leitores,estou dando uma passada por aqui,tudo bem? Sumi,? Bem,eu prometi e estava cumprindo,desisti de lutar contra a Grande Quadrilha,reconhecendo que eles venceram,como expliquei em Chega de aleivosias,sou brasileiro e desisto! e também anteriormente já deixara de perder tempo em me exasperar com os afrodescendentes xiitas,depois do texto definitivo do Danilo Gentili também por mim explicado em Os pretos,os negros e os macacos de Danilo Gentili. Aborrecimentos inúteis em um Porto de Piratas disfarçado de país,comandado por facínoras amorais que dividem para espalhar o terror e reinar. Ficara eu indignado,um ano atrás pela interpretação maldosa do tal Mapa da Violência,que insinuava que os negros estavam sendo exterminados e no texto Mapa da Violência,as armas e os negros. De novo! minha pergunta era:por que não divulgam também a cor dos assassinos?
Pois bem,estava hoje,29 de novembro de 2012 quieto em minha poltrona,aguardando notícias sobre a morte do grande Joelmir Beting,quando eu -denominado de caucasiano eurodescendente,já que a nacionalidade brasileira usada por todos no passado foi extinta- fui mais uma vez agredido pela divulgação do tal Mapa da Violência e a repetição anual das absurdas conclusões de cientistas políticos,sociólogos e sei mais o quê de títulos pomposos,além daquela senhora que chefia a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial,cuja denominação Promoção da Igualdade Racial só pode ser sarcasmo,já que luta pelo contrário promovendo o ódio entre brasileiros com a imposição pela cor e não pela competência,a conquista gratuita de benesses pela afrodescendência,não pela classe social. E têm a cara de pau de citar dados de assassinatos na Bahia,por que não Santa Catarina,por exemplo! Tenho ficado calado,mas não venham rir na minha cara!
Saio de minha letargia não para discutir o que não é levado em conta -a verdade,a lógica- sei que é inútil,pois estão determinados a se perpetuar no poder pelo nivelamento por baixo,a criação,reprodução e manutenção da Grande Manada indolente e dócil.Estamos na Era das Cotas,onde os problemas de dignidade,competência,valor,se resolvem matematicamente. Nossos governantes são gênios! Vou dar apenas uma sugestão,plenamente de acordo com os tempos em que estamos vivendo,esperando assim não ser mais agredido com interpretações imbecis que ofendem nossa inteligência.
Diz o Globo: Assassinatos de brancos caem 25,5%, mas de negros aumentam 29,8%. Em números absolutos, o total de vítimas negras subiu de 26,9 mil, em 2002, para 34,9 mil, em 2010, ante uma redução de 18,8 mil para 14 mil nos assassinatos de brancos, no mesmo período. É o que revela o Mapa da Violência 2012 - A cor dos homicídios, divulgado nesta quinta-feira pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Veja mais: (Clique)
Eu sugiro: COTA RACIAL PARA ASSASSINATOS JÁ!
Tão simples como resolver a desigualdade social dando cotas em universidades para quem não está a fim de estudar ou prefere outras atividades. No momento há um déficit de 34,9 mil negros mortos menos 14 mil brancos = 20,9. Ok,não podemos ressuscitar o superavit negro então matemos 20,9 mil brancos! A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial poderia,todos os anos -sugiro que seja no dia do escravagista notório conhecido como Zumbi- promover um fuzilamento festivo de brancos para igualar as cotas,cumprindo assim sua política de igualdade na base de números, cifras,porcentagens. E nós,a minoria caucasiana -que sobrar- poderemos continuar quietinhos em nossas casas sem sermos anualmente ofendidos...



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Semeando dúvidas:nós realmente existimos?

(sobre um mineral arrogante...)

No absurdo da obviedade,onde óbvio é sinônimo de dogma,aceitamos sem mais pensar a divisão hierárquica entre seres vivos,inanimados,animais,minerais, vegetais... E os vivos,em racionais e irracionais baseados em pura especulação. Não temos nenhuma diferença dos minerais quando se trata de viver ou morrer. Vida,pelo conceito que a define, só pode existir se houver morte,esta é que especifica a outra,algo com final. Mas a morte dos seres vivos é apenas uma transformação igual à de qualquer mineral no decorrer do tempo de sua vida também. Uma transformação físico-química que torna a pedra areia,a água em vapor,que oxida o ferro,que nos torna uma massa de minerais dissolvidos no solo,dando origem à outras composições. Os ditos seres brutos como os minerais,têm uma vida superior,mais uniforme,menos vulnerável que nós humanoides,simples estágio efêmero,aleatório,que não consegue se manter nesta fase senão por uma parcela ínfima de tempo,retornando ao estágio mineral.
 
Somos um incidente num mundo uniforme. Acreditamos que nosso desgovernado cérebro é um complemento que nos distingue em superioridade,quando em verdade nos condena a constante angústia de nos situarmos no Universo,em meio à outras formas já estabilizadas e tranquilas. Necessitamos compreender para fazer,mesmo que seja para tomar um gole d'água:temos que escolher um receptáculo,considerar nossa sede para dosar o conteúdo,realizar cálculos e extrapolações inúteis acerca de fatos que provavelmente não acontecerão,como se o líquido não vai escorrer pela boca,cair na camisa e se cair como faremos para secá-la,se naturalmente,se com o ferro de passar ou se trocaremos de traje,e se trocarmos qual será e por aí vamos,apenas devido a um copo de água. Trabalho inútil,realizado por um complemento mal organizado,o cérebro humano. O cachorro tem sede,simplesmente bebe a água e se satisfaz,sem mais cálculos supérfluos. Quem é superior?
 
A mistura que nos forma têm como componentes os elementos presentes em qualquer dos outros seres, viventes ou não,gases,líquidos, sólidos,pastosos,pensantes ou não. A matéria por nós chamada bruta é uniforme,constante,duradoura,sofrendo apenas mínimas transformações superficiais que dão origem aos seres viventes,que não conseguem manter uma uniformidade constante nem possuem a durabilidade de seu material de origem. Através de fenômenos também presentes em manifestações brutas,como a eletricidade,os animais produzem formas de energia encadeadas,chamadas de pensamento,que torna a sobrevivência penosa,por contrariar acontecimentos naturais simples como a complementação ou desagregação material. Uma rocha de quartzo simplesmente se transforma em areia,continuando sua presença no Universo;um homem,ao começar se desfazer, cria,através de seu cérebro,uma cadeia de reações contrárias,tentando deter o elementar caminho da natureza. Decidido ao domínio de tudo e todos,considera que somente ele possui a chamada inteligência superior,uma série de fenômenos físico-químicos que conduzem a atos inúteis, ignorando que o restante dos animais também a possuem de forma mais refinada,mais coerente,precisa. Um cavalo desce por uma ribanceira realizando cálculos exatos a cada instante ou despencaria;um homem,racional,como no caso citado anteriormente ,do copo d'água,realizada uma sequência maior,menos precisa e repleta de cálculos inúteis.
 
Não podemos penetrar no cérebro alheio,nada confirma que seja totalmente igual ao nosso,uniformes no sentir e captar... O seu verde pode não ser igual ao meu. Pode até ser completamente diferente,tipo quadradinhos cor laranja,ou melhor se expressando,quadradinhos cor laranja no receber e interpretar do MEU cérebro. No seu,simplesmente é o verde. Não podemos penetrar no cérebro alheio em termos de visualização processada e o mundo pode - e é - completamente diferente para cada animal,provavelmente não só entre as Espécies mas também entre os espécimes...O meu triângulo pode ser redondo para você. Explicando de uma maneira simples,nota-se que geralmente os pais não conseguem enxergar feiura de seus rebentos,ou seja,o que é feio para um,pode não ser para outro,pois a visão não é um sentido soberano e assim como a dor,o tato,etc,nosso mundo é o que um computador-o cérebro-interpreta e nos diz. Um computador falho,variável,intermitente e diferenciado até mesmo entre os humanos,dados como os que melhor interpretam o mundo a sua volta. E o mundo existe? E se você for o único ser real,sendo o restante produto de seu cérebro louco? Seria você o Deus ou um deus colhido em seu próprio turbilhão de emissões mentais,sozinho no Universo,mergulhado no nada? Se dúvidas temos ao visualizar uma cena insólita,muitas das vezes não aceitando o que os olhos nos mostram,dúvidas também podemos ter em relação a dor,por exemplo e não aceitá-la,pois tudo que sentimos ou percebemos nada mais é que uma transmissão ao cérebro,que por ele é processada. Tal qual um computador,podemos também programar nossa mente para trabalhar,aceitar ou excluir eventos não desejados. E eventos,a vida,o planeta Terra realmente existem? Este texto existe? Você,leitor,existe? Prove...

Você pode ser o único indivíduo do Universo,um Deus louco dominado pelos seus pensamentos desordenados...Tudo que o cerca pode ser produto de seu cérebro borbulhante. Eu não escrevo,isto não é um texto,nós somos frutos de você. Não? Prove...

Olhe ao redor. São as coisas,pessoas,móveis,imóveis,mas são outras, impenetráveis,estranhas,isoladas de seu corpo por mais próximas que estejam. Pegue uma folha de um suposto livro,entre o indicador e o polegar...esfregue os dedos nela...feche os olhos...está sentindo? Mentira,é o seu cérebro que está lhe ordenando que acredite,verifique com cuidado:em verdade,mesmo com os olhos fechados você está visualizando o material,formato,cor,está usando dados do computador cerebral para acreditar. Em sua cabeça de Deus louco,em sua suposta consciência,incontáveis recipientes de dados se misturam,num quadro psicodélico,surrealista,nem um pouco diferente dos sonhos e pesadelos. Um caleidoscópio fantástico de informações solto no nada,solidão total,rodando em torno de um tortuoso eixo,alternando realidade falsa e sonhos concretos. Você pode existir mas é indiferente existir ou não,sua presença torna-se irreal porque só por si percebida;auto devorando-se nada sobrará para perceber sua ausência,comprovando-se sua anterior inexistência... E os outros? Que outros,criatura? Nós somos você,projeções animadas mas impalpáveis de sua loucura. Sentimento de loucura? Meros conceitos,se não há parâmetros,um ser único não pode ser louco ou normal,seria o normal ser louco...Nos pode sentir? Sua mão sente ou seu cérebro diz que sentiu? E porque tudo isso agora? Porque nós/você/universo podemos ser apenas uma ideia em circuito inútil,que corre atrás de si mesma. E se você não existir,habitando apenas no pensamento de alguém,daí os imprevistos,as surpresas,os fatos inexplicáveis?
 
Este texto em suas supostas mãos existe ou é uma distração da mente,sendo escrito,fabricado à medida que a pretensa leitura avança? Faça isso:largue o livro ou o computador,vá até a sala vizinha e lá fique parado,estático,por um minuto. Uma vez na sala vizinha,a leitura,o texto já se tornaram passado,impalpáveis e nesta sala será impossível provar que realmente estava lendo ou que a sala onde estava existiu. Ao voltar ao local da leitura,sentar-se e reiniciar a leitura,prove a você mesmo que saiu por instantes e ficou estático em outra sala...Não terá sido apenas um vaguear da mente enquanto lia,repousando o livro no colo num leve cochilo? Relembre o seu passado. Totalmente impalpável...A sala onde esteve a pouco continua lá,estática,vazia,silenciosa e sem você,ou seja,lá sua existência não é comprovada. Ou invertendo-se o raciocínio,existirá a sala apenas quando lá estiver? Mas posso colocar lá uma câmera de televisão e daqui visualizar o local... Interpretação apenas,de um monitor,que poderia estar passando um filme de ficção,por exemplo,tal qual o cérebro. Por quê ruínas,artefatos,escritos,provam a existência de uma civilização passada? E se as ruínas,artefatos,escritos existirem apenas como exatamente o que são,ou seja o caco de cerâmica não é um vaso e sim um caco de cerâmica que nasceu caco de cerâmica,ou a ruína que sempre foi ruína...toda existência,trabalho,filosofia,crescimento é inútil porque é imediatamente engolfado pelo tempo que acompanha qualquer presença. Existindo ou não,fugazes ou imortais,humanos ou deuses,diamante ou carvão,nada pode ser superior ao Nada,que não requer esfôrço,premente utilidade ou valor,busca, conhecimento,espaço,manutenção...
 
 
O Nada é a perfeição,limpo,sem defeitos,estático,sem tempo. Até mesmo"Deus",invenção humana que pretendia ser o modelo da perfeição,caso existisse,teria que ser,estar de um modo ou de outro e portanto inferior ao Nada que simplesmente não é,não precisa ser,não precisa estar. Esta pequena mancha de bolor surgida fora do Nada a que denominamos Universo,é um amontoado de inutilidades surgidas ao acaso e que atingem o auge de impacto nos chamados animais racionais que carregam além da inutilidade da existência,o incrível fardo da mente,que os faz ter noção de si mesmo e do espaço à sua volta... Este conjunto químico,instável,de curta duração e exigente manutenção,passa felizmente por uma transformação chamada morte,onde os diversos elementos se desagregam novamente,perdendo a capacidade de atividade mental,mas continuando a formar novas agrupações,quer animal,quer mineral,numa existência mais suportável porém igualmente inútil. A terra gordurosa que agora se dissolve sob o ataúde é superior ao conjunto químico pensante que ali foi colocado após a transformação chamada morte,tal qual a areia está um passo à frente do bloco de quartzo,rumo ao quase Nada.
 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Incan Chimera: pyramids in the Amazon?



In the early 1990s, I was assigned a mission to take a Bell 212―a two-turbine helicopter that seats 15 or carries a total load of 3,300 lbs―from a Petrobras base in Porto Urucu, in the State of Amazonas, to the banks of the Juruá River in Cruzeiro do Sul, State of Acre. The helicopter would be stationed there to provide support transportation for an oil probe in the Ipixuna River region.  We didn't have any passengers, nor did we carry any load. It was just my copilot Lia and I. We had a fuel stop scheduled for Eirunepé.



As usual, my copilot took over the control of the aircraft and I dedicated myself to meditating, resting my chin on my hands and watching the jungle beneath my feet through the lower window under the pedals. Keeping the Juruá River on our right and having two additional large tanks full of fuel, I wasn't concerned about keeping an accurate navigation path. We ended up drifting away to the left, a little more than it would have been acceptable. After correcting our course, we steered toward the river and flew over an area that usually is not in our regular flying path. One thing caught my eye: groups of small hills that are not typical of the green Amazon carpet. According to my previous experiences flying over mining territory in the State of Rondônia, I assumed they were cassiterite mines, which are usually found in small elevations that stand out among the vegetation. We were not using a GPS and, when you contact fly, it is always prudent to use your World Aeronautical Chart (WAC) to write down landmarks for reference. I did it automatically, drawing small hills on the map on an approximate position. I didn't give it a second thought.

After landing at the airport in Cruzeiro do Sul, I was collecting my belonging inside the helicopter and saw someone approaching my copilot on the ground. She called me, so I stepped down and went to greet that typical European man: short, slightly balding, red-faced and sweaty, wearing a khaki outfit full of pockets, like the explorers we see in Hollywood movies...

He introduced himself in French, saying he researched the Incas. “Have you by any chance seen a set of pyramids on the right bank of the Juruá River?” he inquired about my flight path. Having ignored those atypical elevations seen during the flight, my brain suddenly revised the information I had registered as mere navigation landmarks. That was when an important detail came to mind: casseterite mines are usually isolated, not found in a group!

“Lia, would you pass me the WAC?” I asked my copilot, so I could show the Frenchman the hills I had drawn on the map. His face got redder.

“Exactly! Exactly! This is the point where the Juruá River becomes wider. That was where they went into the jungle!”

“And who are 'They,' monsieur?”

“The Incas, of course!”

It was my turn to be shocked... According to his theory, the Incas had gone down the river looking for safe shelter away from the Spaniards or their internal wars. In order to avoid going through the wider section of the river, which could already be inhabited, they would have gone into the jungle to found their own city...

My story can be confirmed by the copilot, by airport operators who allowed the Frenchman to come into the aircraft yard, and the air mission registered on log books and air taxi records. This story was so interesting that I decided to mix fiction and reality and write a novel called Quimeras Incas, which was translated into English as "Incan Chimera" by Rafa Lombardino,CEO of Word Awareness, a California translation company.



Everything I wrote and happened before a third party is real, witnessed and proven, although being arranged in a mosaic of facts that does not necessarily represent a chain of events. Fiction only comes into the core of the story happening inside the jungle, where there were no witnesses―or survivors, as the pages of the novel show. It's up to the reader to separate fiction from reality...





By Rafa Lombardino