quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Incan Chimera: pyramids in the Amazon?



In the early 1990s, I was assigned a mission to take a Bell 212―a two-turbine helicopter that seats 15 or carries a total load of 3,300 lbs―from a Petrobras base in Porto Urucu, in the State of Amazonas, to the banks of the Juruá River in Cruzeiro do Sul, State of Acre. The helicopter would be stationed there to provide support transportation for an oil probe in the Ipixuna River region.  We didn't have any passengers, nor did we carry any load. It was just my copilot Lia and I. We had a fuel stop scheduled for Eirunepé.



As usual, my copilot took over the control of the aircraft and I dedicated myself to meditating, resting my chin on my hands and watching the jungle beneath my feet through the lower window under the pedals. Keeping the Juruá River on our right and having two additional large tanks full of fuel, I wasn't concerned about keeping an accurate navigation path. We ended up drifting away to the left, a little more than it would have been acceptable. After correcting our course, we steered toward the river and flew over an area that usually is not in our regular flying path. One thing caught my eye: groups of small hills that are not typical of the green Amazon carpet. According to my previous experiences flying over mining territory in the State of Rondônia, I assumed they were cassiterite mines, which are usually found in small elevations that stand out among the vegetation. We were not using a GPS and, when you contact fly, it is always prudent to use your World Aeronautical Chart (WAC) to write down landmarks for reference. I did it automatically, drawing small hills on the map on an approximate position. I didn't give it a second thought.

After landing at the airport in Cruzeiro do Sul, I was collecting my belonging inside the helicopter and saw someone approaching my copilot on the ground. She called me, so I stepped down and went to greet that typical European man: short, slightly balding, red-faced and sweaty, wearing a khaki outfit full of pockets, like the explorers we see in Hollywood movies...

He introduced himself in French, saying he researched the Incas. “Have you by any chance seen a set of pyramids on the right bank of the Juruá River?” he inquired about my flight path. Having ignored those atypical elevations seen during the flight, my brain suddenly revised the information I had registered as mere navigation landmarks. That was when an important detail came to mind: casseterite mines are usually isolated, not found in a group!

“Lia, would you pass me the WAC?” I asked my copilot, so I could show the Frenchman the hills I had drawn on the map. His face got redder.

“Exactly! Exactly! This is the point where the Juruá River becomes wider. That was where they went into the jungle!”

“And who are 'They,' monsieur?”

“The Incas, of course!”

It was my turn to be shocked... According to his theory, the Incas had gone down the river looking for safe shelter away from the Spaniards or their internal wars. In order to avoid going through the wider section of the river, which could already be inhabited, they would have gone into the jungle to found their own city...

My story can be confirmed by the copilot, by airport operators who allowed the Frenchman to come into the aircraft yard, and the air mission registered on log books and air taxi records. This story was so interesting that I decided to mix fiction and reality and write a novel called Quimeras Incas, which was translated into English as "Incan Chimera" by Rafa Lombardino,CEO of Word Awareness, a California translation company.



Everything I wrote and happened before a third party is real, witnessed and proven, although being arranged in a mosaic of facts that does not necessarily represent a chain of events. Fiction only comes into the core of the story happening inside the jungle, where there were no witnesses―or survivors, as the pages of the novel show. It's up to the reader to separate fiction from reality...





By Rafa Lombardino

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sete anos do Referendo:a nossa Batalha das Termópilas

*Bene Barbosa


Para quem não devora história grega, essa batalha foi travada em 480 a.C., no chamado desfiladeiro das Termópilas. Naquele local, Leônidas, rei de Esparta, acompanhado de 300 dos seus melhores soldados e não mais de 7.000 aliados, enfrentou o exército invasor persa liderado por Xerxes, que contava com nada menos que 250 mil combatentes.
Na iminência da derrota, Leônidas ordenou que apenas os espartanos ficassem e combatessem. A resistência durou poucos dias, pois foram surpreendidos pela retaguarda, traídos pelo soldado Efialtes, que mostrou aos persas um caminho alternativo para o ataque.
Antes de serem completamente massacrados, dada a disparidade numérica, os gregos conseguiram infligir um grande número de baixas aos persas, além de retardar o avanço das tropas de Xerxes, chegando assim ao objetivo de salvar Atenas, o que para muitos historiadores significou salvar a nascente da civilização ocidental.
Lutamos hoje a nossa Batalha das Termópilas, onde um inimigo ainda não completamente identificado tenta nos fazer render, tenta nos desarmar, e por desarmar entenda-se não somente a privação de armas, mas também o arrancar de nossas almas a vontade de lutar.
Essa batalha, ao contrário daquela conduzida por Lêonidas, não dura apenas três dias, já dura anos e teve ápice no referendo promovido em 2005.
Nossos Persas eram o governo, as igrejas, redes de rádio e televisão, jornais, ONGs financiadas aos milhões de dólares por organismos estrangeiros, dezenas de deputados e senadores, artistas de TV, grandes empresas e centenas de milhares de inocentes úteis, que repetiam sem pensar o discurso fácil do desarmamento.
E nós, os Trezentos... Duas ou três ONGs, entre elas o Movimento Viva Brasil que orgulhosamente presido, meia dúzia de deputados, alguns corajosos jornalistas e algumas dezenas de pessoas que, não se conformando com tal absurdo, lutaram bravamente, orgulhosamente: os nossos trezentos!
Vencemos o referendo. Mas os “persas” não desistiram. Recuaram, momentaneamente, para rearticular suas tropas, para localizar o seu “Efialtes”, para tentar entender o que teria acontecido, da mesma forma que imagino Xerxes tentando entender como 300 guerreiros poderiam ter enfrentado 250 mil soldados...
Jamais vão admitir, nem mesmo para si, que a diferença está em lutar por aquilo em que se acredita de verdade! Por liberdade, por vontade própria e não por ser pago para isso, ou por ser forçado - mesmo que moral ou institucionalmente -, ou ainda por ser arrastado para frente de batalha pela “manada”.
Não importa. Reagrupam-se os “persas” e voltam a atacar. As viúvas do referendo, aquelas que negam a sua derrota e querem impor suas “verdades”, continuam a todo custo tentando arrancar-nos o direito de defesa. Para eles, o problema é que os Trezentos continuam aqui. Continuam combatendo. Continuam dizendo “Não”, como fizemos há sete anos.
Poderemos ser massacrados um dia, como foram os bravos espartanos? Mesmo que a resposta seja sim, enquanto houver um destes trezentos em pé, ao ordenarem a entrega das nossas armas, teremos a mesma resposta dada por Leônidas aos Persas: Μολών Λαβέ – que, em bom português, significa “Venham buscar!”.

*Bene Barbosa – Bacharel em direito, especialista em segurança pública, presidente do Movimento Viva Brasil (
www.mvb.org.br) e orgulhosamente um dos 300!

OBS: Texto atualizado pelo autor, publicado originalmente na Revista Magnum

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A arma é civilização

Major L. Caudill - Corpo de Fuzileiros dos EUA (aposentado)
Veiculo:Agência Viva Brasil
Tradução de Ricardo Jung (Colaborador do MVB - Movimento Viva Brasil)


As pessoas só possuem duas maneiras de lidar umas com as outras: pela razão e pela força. Se você quer que eu faça algo para você, você tem a opção de me CONVENCER VIA ARGUMENTOS ou me obrigar a me submeter à sua vontade pela FORÇA. Todas as interações humanas recaem em uma dessas duas categorias, SEM EXCEÇÕES. Razão ou força, só isso. Em uma sociedade realmente moral e civilizada, as pessoas somente interagem pela PERSUASÃO. A força não tem lugar como método válido de interação social e a única coisa que remove a força da equação é uma arma de fogo (de uso pessoal), por mais paradoxal que isso possa parecer.

Quando eu porto uma arma, você não pode lidar comigo pela força. Você precisa usar a Razão para tentar me persuadir, porque eu possuo uma maneira de anular suas ameaças ou uso da Força

A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma mulher de 50 Kg e um assaltante de 105 Kg, um aposentado de 75 anos e um marginal de 19, e um único indivíduo contra um carro cheio de bêbados com bastões de baseball.

A arma de fogo remove a disparidade de força física, tamanho ou número entre atacantes em potencial e alguém se defendendo. Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. São essas pessoas que pensam que seríamos mais civilizados se todas as armas de fogo fossem removidas da sociedade, porque uma arma de fogo deixaria o trabalho de um assaltante (armado) mais fácil. Isso, obviamente, somente é verdade se a maioria das vítimas em potencial do assaltante estiver desarmada, seja por opção, seja em virtude de leis – isso não tem validade alguma se a maioria das potenciais vítimas estiver armada.

Quem advoga pelo banimento das armas de fogo opta automaticamente pelo governo do Jovem, do Forte e dos em maior número, e isso é o exato oposto de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da força.

Há também o argumento de que as armas de fogo transformam em letais confrontos que de outra maneira apenas resultariam em ferimentos. Esse argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem armas envolvidas, os confrontos são sempre vencidos pelos fisicamente superiores, infligindo ferimentos seríssimos sobre os vencidos.

Quem pensa que os punhos, bastões, porretes e pedras não constituem força letal, estão assistindo muita TV, onde as pessoas são espancadas e sofrem no máximo um pequeno corte no lábio. O fato de que as armas aumentam a letalidade dos confrontos só funciona em favor do defensor mais fraco, não do atacante mais forte. Se ambos estão armados, o campo está nivelado.

A arma de fogo é o único instrumento que é igualmente letais nas mãos de um octogenário quanto de um halterofilista. Elas simplesmente não funcionariam como equalizador de Forças se não fossem igualmente letais e facilmente empregáveis.

Quando eu porto uma arma, eu não o faço porque estou procurando encrenca, mas por que espero ser deixado em paz. A arma na minha cintura significa que eu não posso ser Forçado, somente persuadido. Eu não porto porque tenho medo, mas porque ela me permite não ter medo. Ela não limita as ações daqueles que iriam interagir comigo pela razão, somente daqueles que pretenderiam fazê-lo pela força. Ela remove a força da equação... E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado.

Então, a maior civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados


 

Ianques Assassinos versus Pacíficos Tupiniquins

Bene Barbosa*

Todos os dias, pela manhã, recebo a clipagem das notícias de interesse do MVB, veiculadas pelos diversos órgãos de impressa de todo o país. Hoje, um texto me chamou a atenção, não pelo seu conteúdo, uma vez que é, maxima data venia, claudicante e simplório, mas sim por ser de autoria de um proeminente membro da magistratura brasileira e, também, coincidentemente, um ex-professor de quando cursei direito.
Nesse artigo, basicamente ele sustenta a velha tese que quanto mais armas, mais homicídios, externando parecer-lhe absurdo querer copiar os “ianques” em suas leis sobre a posse e o porte de armas. Obviamente, ele se baseou tão somente eu sua ideologia e não em fatos e dados, repetindo apenas aquelas velhas cantilenas que nos chegam aos ouvidos e nem mesmo nos lembramos de onde partiram. Não fosse isso, não teria escrito o descalabro de que o comércio de armas aumentou no Brasil, quando, em verdade, sofreu uma redução superior a 90% desde o ano 2000.
Ainda assim, levando-se em conta apenas e tão somente a teoria sustentada no artigo, no sentido de que a arma de fogo causa homicídios da mesma forma que o mosquito Aedes Aegypti causa a dengue - teoria esta abandonada até mesmo pela ONU, diga-se de passagem -, comparei um estado “ianque” e um estado “tupiniquim”, Utah e Alagoas, respectivamente.
Ambos os estados possuem aproximadamente três milhões de habitantes. Utah é um dos mais armados dos EUA, com quase 2,5 milhões de armas, ou seja, praticamente uma arma para cada morador. Alagoas é um dos estados mais desarmados do Brasil, com apenas 9.558 registradas, de acordo com informações da Polícia Federal, ou seja, 0,003186 arma por habitante.
O porte de armas em Alagoas é proibido, como em todo o Brasil, e a Polícia Federal não informa quantos portes há neste estado. Em Utah, o porte de arma, isto é, a permissão para que o cidadão ande armado, é do tipo “Shall-Issue”, que consiste na permissão de porte desde que o cidadão apresente certas prerrogativas, como, por exemplo, idade mínima, comprovante de residência, tenha um curso preparatório para o uso de armas, dentre outros. Porém, uma vez que o cidadão se enquadre nestes requisitos, obrigatoriamente o órgão policial é obrigado a expedir o porte de arma. Lá, diferente daqui, não existe a temerária discricionariedade, que coloca o cidadão ao jugo dos humores das autoridades.
Em todo ano de 2010 – últimos dados disponíveis pelo FBI –, Utah registrou 53 homicídios. Alagoas, terra de desarmamentistas como Renan Calheiros, registrou em 2010 a assustadora soma 2.084! Enquanto os “ianques belicistas” de Utah possuem a taxa de 1,9 homicídios por 100 mil habitantes, os “pacifistas tupiniquins” de Alagoas engolem a taxa de 66,8 por 100 mil habitantes. Os “belicistas” matam 40 vezes menos que os “pacifistas”.
Uma vez provado, com dados e fatos, que armas não significam crimes, gostaria apenas de frisar que o termo “Ianque” é tão depreciativo quanto o “tupiniquim” aqui utilizado. Não, os brasileiros não são assassinos natos, não são violentos propensos ao homicídio e barbárie. A diferença é que lá quem é punido é quem comete o crime, e não sua vítima, como acontece no Brasil, onde se desarma o cidadão e os criminosos podem agir com segurança, invadindo casas, roubando, estuprando e, quando lhes dá vontade, matando sem piedade.
*Bene Barbosa é bacharel em direito, especialista em segurança e presidente do Movimento Viva Brasil


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Anders Breivik:hoje um condenado;amanhã,um herói a ser cultuado





Minha opinião sobre o hoje ainda chamado de terrorista ou louco,Anders Breivik já foi exposta em "Atentado na Noruega:Breivik,um terrorista racional e eficiente". Não a mudei,mas minha convicção sobre o valor de seu patriotismo,de sua visão política e social se acentuou e não tenho dúvidas que -se a Europa sobreviver- este homem será visto no futuro como um herói não só da Noruega mas de todo o Mundo Ocidental. E suas inocentes vítimas,como mártires necessários para o desencadeamento de uma luta justa,de um despertar de consciências,de uma sacudidela vigorosa ao agarrar pelo colarinho os atuais pretensos líderes europeus e sua covardia perante a um inimigo declarado,implacável,sinistro.

Ontem,Breivik foi condenado a 21 anos de prisão. Lutou não para se livrar da condenação,mas para escapar do véu negro da insanidade que é lançado sobre todos aqueles que ousam enfrentar a verdade nua,apontar o dedo em riste para o local de onde realmente vem a ameaça,o racismo,a intolerância,o perigo imediato a ser combatido. E conseguiu com a cabeça erguida,sorriso nos lábios,orgulho nos olhos,ser considerado mentalmente são,um homem que sabe o que fez e o que faz por sua Pátria e Civilização. Reconheceu seus atos como “atrozes mas necessários”para salvar a Noruega do famigerado,estúpido,degradante multiculturalismo que apodrece,obscurece toda a Europa. Consciente de seu ato,declarou que não recorreria da condenação,aceitando ser julgado pelas equivocadas leis hoje em vigor;sabe ele que o verdadeiro julgamento a História o fará daqui há décadas,talvez não tão longe no tempo...

Sob a pressão da ingênua e equivocada sociedade nenhuma das testemunhas de defesa ousou defender a ação de Breivik,mas as vozes consideradas extremistas se fizeram ouvir sem medo durante o decurso do julgamento:
 A Noruega está em guerra, ela está no caminho da balcanização". "Não estamos sendo apenas atacados. Estamos em vias de erradicação". (Tore Tvedt)
 "Islã,uma religião de violência, uma religião de guerras" Maomé,um delinquente sexual, saqueador de caravanas, assassino, criminoso de guerra". "Consideramos o Islã uma ameaça para a sociedade e para os valores noruegueses".(Arne Tumyr). Clique.

E essas claras e diretas palavras são válidas para toda a Europa,na linha de frente nesta absurda batalha onde as espadas da barbárie decepam as mãos dos tolos civilizados que teimosamente as oferecem em cumprimento...



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Retomar as Cruzadas ou oferecer o pescoço à cimitarra do Islã!




As sombras da ignorância voltam a toldar o mundo cristão e a nossa Civilização Ocidental. A Europa,com seus líderes frouxos se coloca imediatamente de joelhos e aceita qualquer imposição absurda que venha do mundo muçulmano,que intolerante em todos os seus princípios,exige a total tolerância em casa alheia,mesmo estando claro para todo o planeta que essa turba ensandecida,parida,educada e crescida dentro de uma atmosfera medieval,persegue apenas um fim:a imposição do islamismo no planeta e a destruição dos infiéis,leia-se Civilização Ocidental. Continuem se ajoelhando,mas lembrem-se que assim colocam o pescoço à disposição de uma sangrenta cimitarra dita religiosa que já degolou milhões de ocidentais...
 
Na semana passada,no moderno,aprazível e amigo Paquistão,uma cidadã foi presa por ter rasgado ou queimado algumas folhas de um livreto chamado Qaeda Noorani,usado para a iniciação do estudo do Alcorão. A cidadã em questão tem 11(onze)anos e é portadora da Síndrome de Down,mas isso é um detalhe que não conta,Alá sabe o que faz.Clique. Em Moçambique,após agitações e pressão por parte da agressiva comunidade “religiosa”,o governo(entende-se por governo a longa ditadura da Frelimo)cedeu e permitiu o uso do lenço muçulmano nas escolas. O diálogo e questionamentos seriam risíveis e considerados absurdos se não fosse a covardia com que enfrentamos qualquer assunto que envolva o Islã:alegaram os líderes que se as freiras católicas usam véu,por que as muçulmanas são proibidas!Clique. Ora seus cretinos,freiras usam o traje de sua ordem,um uniforme assim como padres,militares,porteiros,motoristas! Não são os católicos,o povo cristão que usa qualquer adereço obrigatório nos cornos que dificulte sua identificação! Neste caso poderíamos reivindicar o uso de capacete porque o exército também o usa! E não esqueçamos que num carnavalesco país sul americano que se chamava Brasil(hoje apenas uma comunidade do crime)uma muçulmana exigiu fazer o exame de motorista no Departamento de Trânsito debaixo do véu -Clique- sendo que qualquer acessório como chapéu,gorro,boina é proibido para os brasileiros durante tais provas,fiscalizadas à distância por câmeras conectadas aos computadores do Detran. É a barbárie querendo curvar até a tecnologia!
 
Parecem aos tolerantes e omissos ocidentais e cristãos detalhes de menor importância? Pensem nisso quando assistirem suas Bíblias sendo queimadas em praça pública e suas mulheres sendo apedrejadas até à morte... Eles estão chegando,tão tranquilamente quanto nossa covardia politicamente correta admite,suporta,se curva,submete-se,diz amém...


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Chega de aleivosias,sou brasileiro e desisto!



Meus leitores continuam preocupados com minha queda de rendimento nas postagens. Tá ficando velho? Foi ameaçado? Chantageado? Comprado? Tudo bem,25% da culpa cabe a novos contatos com o passado com algumas incursões no ramo de assessoramento e...vá lá,confesso,outros 25% devido a um par de belíssimas pernas. Mas infelizmente os outros 50% se devem ao desânimo,a tristeza,a constante decepção e total falta de esperanças no futuro de nosso ex-país. Brasil já era mermão... A Grande Quadrilha venceu e o povão está mais preocupado com a novela das oito e só se organiza para entrar na fila dos vales isto&aquilo,pelos quais vendem seus votos.
 
Andei pesquisando meus textos e das 468 postagens,282 falavam sobre o Brasil. Trabalho perdido,discursos no deserto. A Grande Quadrilha já consegue fabricar idiotas desde a infância através das escolas capitaneadas pelo MEC,sob o descaso dos pais e essa nova massa que cresce já é atacada por todos os lados,inclusive por detrás com a ofensiva gayzista instalada em todos os níveis governamentais,pela ingênua e histérica ofensiva verde contra a necessária infraestrutura,pela desconstrução de nossa História e a montagem de novos e falsos heróis,pelo aplastamento e humilhação de nossas Forças Armadas,pela apologia às drogas e endeusamento dos marginais e pelo império nunca antes visto da corrupção. Parabéns a todos os imbecis que colocaram o PT no poder. Mas por favor,rebatizem o país,este não é o que todos nós havíamos construído e sonhado para nossos netos.
 
Tô fora,desisto. Vou passar a escrever sobre livros,África,Portugal(se os bravos patrícios não o deixarem afundar também) e assuntos aleatórios. Dar palpites em guerras alheias. Não há como discorrer sobre o momento atual pois o que assistimos é briga entre quadrilhas,pura ALEIVOSIA,palavra que reúne em seus sinônimos,a perfeita descrição da política brasileira:farsa,hipocrisia,deslealdade,perfídia,traição...




Recomendo a leitura sobre o emprego do covarde  GRAMSCISMO para a destruição da Nação Brasileira.




domingo, 19 de agosto de 2012

A Revolução dos Bichos de Orwell e os porcos petistas

Uma amiga presenteou-me o fantástico livro A Revolução dos Bichos de George Orwell, pseudônimo de Eric Arthur Blair que o publicou quando contava pouco mais de 40 anos, já homem maduro e experimentado em combate por suas crenças, pois lutara ao lado dos republicanos na Guerra Civil Espanhola, facção que reuniu voluntários fanáticos e ingênuos esquerdistas de todo o mundo. Mas seu livro tornou-se para a democracia uma poderosa arma de propaganda contra a expansão perversa do totalitarismo marxista sob a liderança de Stálin, na fábula facilmente identificado sob a pele do porco Napoleão enquanto que o perigoso guerreiro Trotsky aparece como “Bola de Neve”, também outro suíno como todos os líderes de esquerda que conhecemos...

Confesso que torci o nariz diante do presente, já o lera e assistira ao desenho animado nele baseado. Mas acabei relendo-o de uma só tacada, tomado de outro espírito que o de minha juventude, instalados que estamos hoje na Ditadura Petista que transformou o Brasil numa autêntica “Fazenda dos Bichos”, sob os aplausos e coro das ovelhas:

-Quatro pernas bom, duas pernas ruim!  Vivemos tempos de quadrúpedes...

O livro, além de várias edições à venda nas livrarias,pode ser encontrado na Net para free download, além do filme (01:30h) e do desenho animado (01:10h). Recomendo aos que não o leram que o façam e aos que já o conheciam que o releiam como fiz, inseridos neste contexto quase irreal, com o pobre Brasil mergulhado numa fábula assustadora. Aos petistas quadrúpedes de carteirinha pediria, embora sem muita convicção de ser atendido, que tentassem soletrar o exemplar; se se identificarem com alguns dos personagens ou com a situação ainda têm alguma chance de recuperação e retorno ao mundo dos homens, caso contrário continuem usufruindo de seus vales para comprar pinga no boteco da esquina ou usar seu grande tempo ocioso para ovacionar, batendo os cascos, à Lula, Dilma, Dirceu, Haddad e demais porcos da Granja Brasil...