sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval de Florianópolis homenageia ditadura e coloca tanque de guerra na avenida

Começou o carnaval – o oficial - já que informal dura o ano inteiro, principalmente na política onde o confete lançado ao alto é o dinheiro público. Mas amarguras à parte, estou é perplexo, último a saber que na belíssima e culta Florianópolis existe, na Lagoa da Conceição, um verdadeiro sítio arqueológico onde podemos encontrar raríssimos bolcheviques,isto mesmo,aqueles do início do século XX! Uma célula de anacrônicos dinossauros de ideologias já extintas ou em extinção pelo desuso,com o nome fantasia de “União da Ilha da Magia”. Aparentemente insatisfeitos com a falta de oportunidades no Brasil e desencantados com a falta de belezas naturais em sua ilha,adoram uma alheia,a paupérrima e sacrificada Cuba do “comandante Fidel”motorista da mais duradoura ditadura do planeta. Depois de um passeio guiado e vigiado nos domínios dos Castro voltaram encantados e com os superficiais conhecimentos que lhe foram socados nas cabecinhas com muito espaço vago,criaram - como no passado fizeram os nativos de Papua-Nova Guiné quando observaram um avião - uma espécie de religião onde cultuam o que o viram,com destaque para o mercenário argentino,Ernesto Guevara,aquele médico fracassado que repartiu um quarto de pensão com o jovem Fidel e foi convidado a empurrar a corroída ditadura de Fulgêncio Batista,que praticamente desabou sozinha. Mas ele acreditou que era bom em revoluções e quando cansou de fuzilar inocentes sem julgamento na pós revolução,quis sair pelo mundo tentando repetir o feito. Seu desconhecimento da máquina política deixou os soviéticos e Fidel de cabelo em pé pelo que poderia arranjar de confusões para eles e ficaram aliviados quando ele se meteu em um combate de verdade e obviamente foi capturado,tendo o mesmo fim de suas vítimas em Cuba. Fotogênico,virou camiseta,sua maior façanha e é assim que os profundamente politizados membros da UIM o conhecem,o homem de boina das camisetas. E,na democrática festa do carnaval,levarão seu culto para a avenida ao som de um belíssimo e filosófico samba enredo exaltando Chê e Fidel,já que o Comissário Político da agremiação declarou que “carnaval também é tempo de reflexão”...
Ah,a filha do argentino foi convidada e parece que vai desfilar em cima de um carro alegórico representando um tanque de guerra! Acho que já é intriga da Direita,exagero! Um tanque de guerra no carnaval...
Bom,isso não posso afirmar, mas tenho certeza de uma coisa: na tal União da Ilha da Magia,independente de ser carnaval,sempre terá mais de mil palhaços no salão...


PS. Esse pessoal não é o mesmo da farra do boi?Não?





Dupla mortal:AK-47 e RPG-7

O fuzil de assalto Kalashnikov AK-47,filho bastardo do alemão sturmgewehr STG44 - em que pese a negativa sempre irritada dos russos - é endeusado,paparicado,o preferido de nove entre dez especialistas do ramo e sempre leva os louros da vitória. Fabricado aos milhões,está presente em todas as situações mortais:guerras,guerrilhas, escaramuças. Barato,confiável,pede pouca manutenção e é de fácil manejo. Mas já notaram que em quase todas as fotos,filmes e relatos de conflitos,o onipresente AK-47 anda de mãos dadas com os filhos do germânico panzerfaust, os  RPG-7 ou RPG-2 ?

Vamos reparar essa quase injustiça em termos de fama alcançada. O RPG transformou grupos frágeis em unidades apoiadas por artilharia,uma artilharia leve,portátil - e como o AK-47 - barato,confiável e fácil de operar. Sem dúvida,em termos de precisão,só é efetivo à curta distância,diria 100 a 150 metros,mas o fuzil AK-47 também é inferior neste quesito aos colegas FAL,G-3(que é o filho legítimo do STG44) e outros mais sofisticados. A maior parte das frenéticas rajadas que vemos nas escaramuças no continente negro é perdida e os chineses,nos lotes de fuzil que enviavam para seus aliados africanos,reduziam na fábrica a capacidade de tiros por minuto tentando evitar o desperdício e disciplinar o tiro. (as informações não são técnicas,apenas observações minhas no uso destes equipamentos em combate)

Já o RPG foi progredindo e acompanhando seus alvos em potencial:concentração de infantes,blindados e helicópteros. Longe da sofisticação,preço (e complicação)de mísseis guiados eletronicamente,manteve praticamente a mesma estrutura despojada e modernizou apenas os projéteis,principalmente devido ao desenvolvimento das blindagens modernas. Mesmo assim,muitas vezes quando foram ultrapassados pela tecnologia,desenvolveram-se táticas de combate em grupo,atacando pontos vulneráveis ou forçando com vários lançamentos em sequência,criando-se grupos de caçadores de blindados ou helicópteros,com sucesso. Que o digam os americanos na Somália,os russos no Afeganistão...

A desvantagem é a falta de proteção do infante em um confronto sempre desigual,pois o sucesso depende da proximidade do inimigo e as cargas,incômodas de transportar,tiram a mobilidade tão necessária neste tipo de ação,quando avançando. Já emboscado,a situação fica bem favorável,desde que se prepare o terreno para não indicar o ponto de lançamento com a poeira levantada ou tenha uma rota de fuga rápida. O colega AK-47 possui também a desvantagem dos carregadores longos e curvos,que não podem ser transportados na cintura,sendo que no porta carregadores peitoral padrão sua retirada exige que o infante erga ligeiramente o busto ou faça um rolamento parcial ou total,todas posições que o colocam  a descoberto. Para ações rápidas alguns irregulares costumam usar o expediente de unir carregadores com fita adesiva,mas o peso resultante é grande,influindo na eficiência e deixando os carregadores expostos à sujeira. Tem mais sucesso um simples saco de tecido ou lona,que se leva à tiracolo.

Quando grupos que se defrontam,à primeira rajada de armas automáticas atiram-se ao solo e devolvem o fogo,mas ao som da explosão de um RPG-7 procuram abrigo. Sua onipresença e força é tamanha que blindados e helicópteros sofisticados e caros foram obrigados a desenvolver técnicas outras que as normais,baseados na mobilidade constante para não se transformar em alvo,pois um grupo de garotos bem posicionados com tal arma pode causar um desastre ao inimigo mais poderoso e bem equipado.

AK-47 e RPG-7 são armas com funções diferentes mas mais do que nunca complementares,quer em termos de rendimento de um grupo de combate,quer em construção,manutenção e manejo até por pessoal inexperiente. A defunta e anti democrática União Soviética conseguiu a façanha de democratizar a morte e a destruição,aperfeiçoando duas máquinas portáteis de fazer guerra,uma,a arma de infantaria com mais sucesso em todo mundo e a outra,sua guarda-costas,a artilharia que se leva nos ombros. Quer fazer uma revolução? Pegue uma dúzia de homens,adicione várias Kalashnikovs e uma pitada de RPG-7...

quinta-feira, 3 de março de 2011

Líbia:a global dança dos incompetentes

Sem a costumeira cobertura ao vivo das emissoras de TV e graças à rapidez com que os conflitos se espalharam do outro lado do Mediterrâneo,o que assistimos é uma mostra do despreparo das nações,de toda a comunidade mundial para enfrentar situações de guerra sem o essencial trabalho prévio de coleta de informações. Países acima de qualquer suspeita agem de forma inconsequente e atabalhoada,baseadas em rumores sem fontes confiáveis. Pelos artigos de jornalistas que escrevem sentados em sua redação na Europa ou América,conclui-se que instalou-se o caos,já não há controle algum na Líbia. Mesmo sem necessidade de missões rocambolescas,os britânicos logo invadiram o espaço aéreo alheio com Hércules C-130 para resgatar compatriotas no deserto;a pacata e um pouco fora de forma Holanda soube e quis também:simplesmente pousaram um helicóptero militar na cidade líbia de Sirte para resgatar dois civis(só um deles holandês)e obviamente foram presos. Delicadamente os civis foram encaminhados para a embaixada holandesa pelos militares líbios e já abandonaram o país pelas vias normais – bastava apanhar um avião de carreira,pois... Mas os intrépidos rambos holandeses ficaram detidos,afinal foi uma invasão a um território por enquanto soberano. Quem diria,a Holanda! Que coisa feia hein,que vexame...
Como sempre,os EUA deslocam sua frota. Dois navios de guerra atravessaram Suez e entraram no Mediterrâneo,discretos elefantes passando pelo estreito,vulnerável e indefensável canal. Não seria melhor deslocar algum barquinho do Atlântico,passando pelo seguro e bem armado Gibraltar?
E os relatos confiáveis continuam sendo publicados;hoje pela manhã li um sensacional num jornal português. O repórter diz estar em Brega – sugestivo nome – e descreve com pompa o combate,entremeado de frases iguaizinhas àquelas que escrevíamos nas redações escolares. O artigo é longo e  vai alimentando o circo:vai meu filho,lute pela liberdade e dê sua vida se necessário!(citando a mãe de um rebelde)...
Os americanos,depois das declarações equivocadas de Obama parece que estão acordando e Hillary Clinton já menciona o temor de que "a Líbia se transforme em uma Somália gigante, possibilitando a ação de terroristas ligados à rede Al Qaeda.”Afinal!
E a cereja no confuso bolo:Chávez,o Chapolin Colorado Bolivariano apresentou uma proposta de mediação,confirmada pelo porta-voz da Líga Árabe,Hisham Yusef. O inquieto Chávez também telefonou à Kadaffi sobre o envio de uma “força de intervenção”...Como todo mundo mete a colher,finalmente quem pode e deve intervir,a Liga Árabe,pronunciou-se e declarou sua recusa à qualquer intervenção estrangeira (entenda-se não árabe).
Desconsiderando o avanço do Islã,entrementes,a dinâmica e sempre atuante Igreja Católica,ali pertinho em Roma,não cava trincheiras mas anuncia que vai lançar dia 10 deste mês,aproveitando que o mundo está em paz,o segundo volume do livro Jesus de Nazaré,de Bento 16,onde ele absolve em boa hora(extrema-unção,pelo sim pelo não?) o povo judeu das acusações sobre a morte de Cristo,questionando que o evangelho de Mateus quando cita que todo o povo pediu a crucificação de Cristo não é o relato fiel de um fato histórico. O Papa afirma que era a "aristocracia do Templo" que queria Jesus condenado à morte, e não todos os judeus da época.
Ou seja,sobrou,para variar,para as elites. E para o São Mateus...

quarta-feira, 2 de março de 2011

O Mercado da Insegurança e a demissão de Túlio Kahn

A saida de Túlio Kahn da Coordenadoria de Análise e Planejamento,orgão da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não tem grande importância quanto aos fatos em si,mas para onde eles apontam. A descoberta da venda de informações sigilosas extraidas das estatísticas criminais comprovam que dados  sobre violência são realmente escondidos ou mascarados para servirem a diversos fins políticos e econômicos e a demissão que se seguiu é a assinatura do governador Alckimin confirmando essa realidade.
A declaração que a existência de sigilo neste tipo de informações é necessário “para não alarmar o público”soa ridícula,hilária! Como conseguir alarmar mais uma população em pânico que vive confinada atrás de grades,evitando sair às ruas e quando o faz por necessidade,não sabe se voltará para casa? Morre-se mais por violência no Brasil que no Iraque e as estatísticas -não sigilosas- isso demonstram com a clareza fria dos números.
As informações sonegadas ao principal interessado,que é a população – que paga por elas e que é a atingida mais diretamente – pouco servem em termos de diminuir a criminalidade; se assim fosse,o homem que nomeou Túlio Kahn para o CAP em 2003,o então Secretário de Segurança de São Paulo,Saulo de Castro,ainda no governo e com acesso a esses dados,não teria sido vítima de assalto em sua residência dias atrás...
Para que tornar sigilosos os dados então? Porque assim se transformam em uma mercadoria a mais no bilionário Mercado da Segurança,um setor poderoso em nossa economia. Companhias de seguros,de vigilância patrimonial,segurança pessoal,imobiliárias,empresários,investidores,pagam para saber onde pisam,onde atuar,atualizar planilhas de preços e serviços. E para nossos governantes e seus lobistas vestidos de assessores -regiamente recompensados- implementarem a política de desarmamento,necessária para o aumento da insegurança e a dependência da proteção privada. A população é uma massa dócil e doce,vigiada por formigas...

terça-feira, 1 de março de 2011

Brasil,o país que já foi jovem

A temporada de carnaval já começa de forma triste,lamentável. Quinze mortos eletrocutados em uma pequenina cidade do sul de Minas Gerais é uma tragédia que marcará seus habitantes para sempre.
-“O folião que lançou a serpentina metalizada que atingiu os fios elétricos ainda não foi identificado”
Simples,o responsável foi o pobre coitado que lançou ao ar uma tirinha metalizada. Encontra-se o vilão,apresenta-se na TV com estardalhaço e a justiça está feita,até a próxima tragédia por omissão,descaso,incompetência. Por acaso as autoridades responsáveis já estão se mobilizando rapidamente para proibir,recolher e fiscalizar as tais serpentinas metalizadas? Se é de fabricação formal,quem autorizou?Se é informal,procurar alertar a população de maneira emergencial,já que o carnaval está ai. Brasil não é um hospício como diz o Olavo de Carvalho,mas é um Porto de Piratas onde cada um faz o que bem entende e a Lei só cai na cabeça de quem não tem condições de se defender. Vivemos remendando furos,tapando buracos,fazendo oferendas aos deuses depois dos desastres. Prevenção nunca. Só de aloprados que se julgam à frente de seu tempo e fazem campanhas tipo anti pedofilia com excessiva propaganda atraindo atenção e gerando mais pedófilos e depois distribuem preservativos em escolas para crianças de 12 anos...Os mesmos que se preparam para distribuir um vídeo pornô anti homofobia na rede escolar que vai constranger a molecada que quiser ir ao banheiro depois. Enchentes,deslizamentos de terra,a natureza dá alertas,grita. Todos lamentam e nada fazem,nem mesmo gastam as verbas para prevenção colocadas à disposição dos estados. Pelé alerta que passaremos vergonha nas Olimpíadas e Copa. Ninguém expressa preocupação e riem das declarações. Mas se não houver um choque na gestão desses eventos,vamos passar vergonha sim! Voltando ao carnaval,temos anualmente uma ideia da mentalidade pós e não pré dos brasileiros:sempre chove na época,mas os carros alegóricos e fantasias são confeccionadas com material sensível à água;no trajeto para a avenida,os postes estão na mesma distância de sempre,os fios na mesma altura,as esquinas nos mesmos ângulos. Mas será aquele desespero e choradeira quando descobrirem,na última hora e pela milésima vez que construíram o carro largo demais,alto demais,comprido demais...
Falta aos brasileiros conhecimento básico,responsabilidade,respeito ao direito alheio,instinto de prevenção,precaução inerente a qualquer ser vivo.
Num trânsito neurótico, estressado, responsável por milhares de mortes, ciclistas gaúchos resolveram fazer uma passeata para difundir o saudável uso das bicicletas.(ciclistas,leiam de forma racional e não emocional antes de protestarem) É de se pensar em algo como uma demonstração da possibilidade de convivência pacífica entre ciclistas e os motoristas,já com seus instintos eriçados por motoboys em luta mortal. Mas não,resolvem,na contra mão da lógica,segurar o trânsito,torná-lo lento e com algumas placas provocativas prevendo a irritação de quem tem pressa: “se gostar de bicicletas,buzine”. Deu no que deu,um dia de fúria. Daria para ser diferente? Sem dúvida,mas neste porto de Piratas cada um faz o que bem entende sem considerar nem os demais nem as consequências.
Deixamos,com a inversão da pirâmide de idades,de ser um país jovem. Somos agora,um país imaturo...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Desarmamento:maquiavelismo ou cartesianismo?


As muitas tentativas sempre desastradas e fracassadas da ditadura petista em desarmar a população – diga-se classe média – demonstra que a quadrilha no poder tem um fim, uma meta e tudo o mais é apenas encenação para tentar dar um ar de legitimidade à coisa. A manipulação e interpretação do mapa da violência é de uma penúria de racionalidade pungente, a insistência de que armas nas mãos dos cidadãos honestos são a causa da presente situação de guerra no país é tão ridícula e absurda,que nos leva a ter certeza que mesmo os  petistas & comparsas, indivíduos de inteligência borderline, quase normal, não seriam capazes de deduzir tais disparates,sendo pois uma farsa estudada, preparada e determinada a atingir seus fins.

Para chegarmos a ser a Grande Cuba sonhada por esses infelizes sem pátria, a classe média deve ser esmagada e dissolvida, os donos do dinheiro lá em cima devem ser deixados sossegados, felizes com o lucro crescente, produzindo reservas para depois serem confiscadas e todos então transformados numa massa não pensante – a Educação, falida, tem feito sua parte com perfeição – dependentes do Poder para tudo, enfileirando-se no final do mês para receber seus vales ovelha. Parece paranoia? Pesquise e leia os pensamentos e teorias desta turminha que se apossou do poder, é assustador, principalmente pela primariedade de pensamento.

Uma evidência disto é que todos sabem que a causa maior da violência são as drogas, não as armas! Podem desarmar a todos, a violência continuará com armas brancas, paus e pedras! É a droga que tem que ser combatida, é a raiz dos problemas, os demais crimes são a consequência, desde os grandes assaltos até o neto que mata a avó de 90 anos para roubar vinte reais. Mas o mercado da droga é poderoso, infiltrado em todos os seguimentos – por falar nisso, como ficaram as denúncias da doação de 5 milhões de dólares das FARC para a campanha do Lula, lembram-se?

Mas querem liberar as drogas! Proíbem-se as armas de defesa e libera-se a violência!

Mas a droga tem a vantagem de acelerar o processo de amansar a manada, destruir a vontade de um povo...

E os que resistem às drogas e à droga desta ditadura que nos é imposta sob a máscara hipócrita de uma democracia eleita pelo voto? O governo militar metia o pé na porta dos cidadãos? Esta ditadura petista sempre farsante conseguiu uma maneira de entrar na casa de todos, tornando crime possuir uma arma para a defesa do lar, da família! Basta que um opositor comece a incomodar, que terão este álibi para invadir e vasculhar...

E o plebiscito que deixou claro que não queremos ser desarmados? Nem Maquiavel nem Descartes,é Thomas Hobbes:
 
"Respeitar tratados e convênios,não é uma questão de direitos,é questão de conveniência."


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Apedreja o cão que deixou seu dono para te seguir ( proverbio árabe)

O Islã não quer adesões,nós os infiéis devemos ser exterminados. Obama rompeu as relações diplomáticas com a Líbia. Uma medida demagógica,oportunista e tão burra como foi a deposição de Saddam Hussein,sunita que servia de barreira protetora ao Ocidente. Os EUA as haviam reatado mesmo depois de comprovadas as relações de Kadafi com o terrorismo internacional e isso fizeram em nome de interesses comerciais. Agora pulam para fora do barco,demonstrando sua fraqueza e falta de visão. Deveriam permanecer e tentar manter um Kadafi disposto a concessões ou a uma mudança gradual no poder. E Israel deveria ajudar nisso. Absurdo? De maneira nenhuma se olharmos de uma forma global. Veja o mapa,as rebeliões parecem abraçar a Europa e esta é a meta. As brasas da Guerra Santa Islâmica voltaram a encandecer nas cinzas que nunca arrefeceram,apenas haviam sido amainadas à força pelo Ocidente. Fico abismado em ler e ouvir os “especialistas”no assunto,na mídia entusiasmada com a força dos jovens,os ventos da liberdade e outras sandices que de maneira alguma se aplicam ao que está acontecendo por aquelas bandas. Os caras pintadas árabes são apenas inocentes úteis. Uma guerra de Civilizações está em andamento e diante disto a legitimidade ou não de atuais governantes fica em segundo plano. A mídia caolha também acreditava que com Kadafi a história se repetiria e eu,leigo,amador avisei logo de inicio no Twitter,16 de fevereiro,que seria diferente.
O que era óbvio para todos nós(só não o era para os especialistas) pode ser visto no número de mortos,já com quatro dígitos...E afirmo que no Irã o governo não será deposto nem mesmo as rebeliões se tornarão mais fortes,porque lá a teocracia anacrônica,estúpida e perversa do islamismo já está instalada! Acordem ovelhas! Eu me pergunto até quando no Ocidente continuará este medo,este pudor idiota de deixar bem claro que temos sim um inimigo perigoso,cruel,obcecado,bárbaro,que vive na idade média e cujo objetivo único é eliminar os infiéis e instalar o governo de Alá no planeta! Continuamos a permitir este avanço,esta mancha que se espalha com rapidez e se infiltra em nossos países pela  passividade ocidental. Todos somos coniventes pela inércia:
...Sim,o louco atirou uma pedra ao poço mas nenhum dos mil cordatos que passaram por lá retirou(proverbio árabe)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A escola está nua



A impecável senhora coordenadora de cabelos cuidadosamente arranjados, anéis, brincos e balangandãs foi direta, concisa: sou contra o uso de uniformes nas escolas! O uso de roupas da escolha de cada um irá ajudar na formação da personalidade, individualidade... e outras baboseiras das quais já não me recordo, pois fiquei boquiaberto ouvindo o disparate.
A nobre coordenadora de ensino de não sei onde com certeza nunca teve que tomar um ônibus apertado ou um trem de subúrbio para chegar até a escola, suada, amarrotada.
A nobre coordenadora de ensino de não sei onde com certeza nunca teve que lavar a única calça jeans à noite e secar pela manhã com o ferro de passar.
A nobre coordenadora de ensino de não sei onde com certeza nunca teve que remendar ou intercalar as poucas roupinhas compradas em liquidações.
A nobre coordenadora de ensino de não sei onde com certeza não teve um pai ganhando salário mínimo, desempregado ou vivendo de sub emprego.
A nobre coordenadora de ensino de não sei onde com certeza nunca sentiu os sorrisos de escárnio dos colegas pelas costas ou ouviu chacotas a respeito de sua indumentária.
Porque a juventude, com a inconsequência,normal na faixa etária, é geralmente cruel com os que não são escolhidos em seu grupinho...
Formação da personalidade! Mas de personalidades inferiorizadas ou perversas dependendo do quanto os pais podem ou estão dispostos a investir no desfile de moda em que se transforma o ato de assistir aulas! Sem contar no apelo exibicionista do corpo pelas jovens,influenciadas pelas danosas novelas e programas juvenis das TV, o desleixo obrigatório dos rapazes em sua tentativa de fazer parte do contexto, tudo levando à indisciplina e ao baixo rendimento.
O uniforme iguala, facilita, é pratico, pode ser durável e econômico se escolhido com inteligência e nos dias de hoje, com as escolas infiltradas por traficantes, pedófilos, desocupados transitando em seu interior, ajuda até na segurança dos alunos.
O uniforme, Dona Coordenadora,se não ajuda na formação da personalidade e individualidade, pelo menos não penaliza os mais carentes, fazendo da escola um oásis de esperança, onde podem sonhar e se empenhar buscando um futuro melhor em igualdade de condições intelectuais e não um palco onde compareçam para exporem as cicatrizes de uma sociedade desigual e omissa, dirigida por personalidades como a Senhora, distantes da realidade, sujeitas ao mesmo destino de outra do mesmo tipo que comentou:
-Não têm pão? Que comam brioches!


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Um continho nada infantil



Era uma vez três pintinhos chamados Pedro,Pedrão e Pedrinho.
Todos os três de uma só ninhada,gêmeos diria.
Mas um não se parecia com o outro,o que,creio eu,influenciou na escolha dos nomes. Ora vejamos:nascido de parto normal,Pedro demonstrava a tranquilidade de quem quebrou a casca do ovo como manda o regulamento do instinto animal;já Pedrão,que por falta talvez de cálcio na ração materna,que diga-se de passagem custam cada vez mais caro e são cada vez mais fracas,nascera um dia antes,prematuro mas nem tanto,o que lhe deixara com a sensação de ser mais forte. Afinal quebrara antes a casca,coisa que os irmãos pintos não conseguiram. Em verdade o que ocorrera era que ela era fina demais...
Mas o mundo é feito de ilusões,auto fabricadas ou não...
E falta o Pedrinho.
Na minha leiga e humilde opinião,o cálcio que pertenceria por óbvio direito ao ovo do Pedrão,desviara por obra do destino para o invólucro do Pedrinho. Resultado:casca grossa demais,colocou entraves para o fiel cumprimento do regulamento e traumatizou Pedrinho,que de lá só saiu com ajuda do Pedrão,que não quis deixar de dar sua bicada quando,dois dias após o nascimento de Pedro,o normal,nada de novo acontecia com Pedrinho.
Surgido desta cesárea fraternal,claustrófobo e complexado,Pedrinho se sentia um fraco. Afinal Pedrão se gabava que fora fácil partir-lhe a casca. O que era mentira do malandro,doía-lhe ainda o bico.
Mas machão é machão,tinha que manter a farsa.
E assim se prepararam para o circo da vida...
Fisicamente iguais,a prematuridade de um,a normalidade do outro e a cesárea do último,tornara-os três cidadãos diferentes:
Pedro,o normal;
Pedrão,o forte;
Pedrinho,o fraco.
Fora problema de casca e estas diferenças casca eram.
Pedrão era o que mais sofria. Sabia que no fundo seu medo era imenso,mas tinha que se sobressair,tinha que vencer,era o mais forte e os outros esperavam isto dele. E fazendo das tripas coração,lançava-se de cabeça em lugares de onde Pedro prudentemente se mantinha afastado e Pedrinho fugia esbaforido.
Este último se julgava um trapo,uma galinha. Pois se Pedrão fazia,matutava,era porque não tinha medo e então ele naturalmente era um covarde...
Pedro por sua vez não pensava em medo e sim em utilidade ou não. Porque disputar o milho com os galos se eles nunca comem tudo e sobrará o suficiente para um simples pintinho?
E nesta primeira etapa,o forte comia primeiro à custa de pancadaria;o normal comia a seguir,tranquilo e o fraco só muito tempo depois se atrevia a aparecer,temendo represálias e abusos,bicando o que restava,quase nada.
As diferenças casca eram,disse eu.
Três galináceos cidadãos,irmãos e iguais,com a mesma potencialidade mas que abrigaram em suas mentes a partir do nascimento,ideias diferentes de si mesmos...
Resultado:já na puberdade,Pedrão já se distanciara em físico dos irmãos,tornara-se realmente forte de tanto correr,saltar e lutar,cheio de cicatrizes,era matreiro, mordaz e contestador. Tinha uma úlcera no estomago de tantos maus bocados passados mas era o primeiro a comer,incontestado,temido por sua experiência de combate e admirado pelas frangas,até mesmo por algumas respeitáveis galinhas com quem tivera arrojados romances para se auto afirmar.
Tudo isto provocava náuseas em Pedro,tornado intelectual,bem tratado,pois em sua sabedoria engordara,comendo sempre tranquilo. E balançava a cabeça,pensando que a vida violenta do irmão logo teria um fim trágico. Por que não viver como ele,correto e respeitador das normas impostas pela sociedade? E lembrou-se do pobre Pedrinho,que mal completara sua infância,fugindo de tudo e de todos,pequeno e magro,o que lhe determinara o caminho do cadafalso na tétrica cozinha,terminando seus dias como galeto no espeto. Afinal não tinha futuro mesmo,pensaram todos.
É,ninguém chora por um fraco...
E enquanto pensava que o caminho da paz e tranquilidade social,do não reagir era o único a seguir,o gordo Pedro viu-se de repente ser arrancado do chão,o mundo rodopiou à sua volta e as últimas palavras que ouviu foram:ótimo para uma canja!
Restou o Pedrão,defensor implacável de seu espaço,galo eleito por maioria absoluta graças ao terror que inspirava nas novas gerações de frangotes e à abertura política no galinheiro que permitiu às galinhas votarem...
E com suas cicatrizes e úlceras no estômago viveu até a velhice,respeitado e dando conselhos aos mais novos,seus filhos,netos,bisnetos e demais súditos para que não se transformassem em um Pedro,o normal,que passou a vida segundo os padrões que lhe foram impostos e no último instante descobriu que apenas servira aos interesses de terceiros...






Do direito de não gostar,raças,escravidão e... as cotas.

penso,logo é melhor ficar calado... 

As regras não escritas da Sociedade aliadas à leis estúpidas com finalidades eleitorais exigem do cidadão uma postura falsa, impedido de exercer e expressar sua opinião, seus gostos pessoais e mesmo preferências de ordem estética podem constituir crime! Estas imposições ditatoriais, antinaturais, partem de exigências de minorias agressivas entranhadas em suas próprias comunidades pacíficas, que exigem em nome de todos, conquistas sociais sem esfôrço ou levar vantagem sobre concorrentes alegando discriminação,colocando-se no papel de vítimas para usufruírem de algumas benesses que depois não saberão gerir, pois conquista, progresso,como a palavra diz, vem aos poucos,com alicerce,com sedimentação;uma casa rapidamente construída sem fundamentos pode desmoronar... Estamos entrando no perigoso terreno das questões raciais e políticas,das minorias barulhentas cujo diálogo se resume em "ame-me ou processo-te"...

O preconceito é irracional e deve ser sem dúvida evitado, mas o pós, o conceito, é um direito a ser exercido sem coerção de leis. Após conhecer, conviver, ver ou sentir, o ser humano naturalmente incluirá, excluirá ou evitará em seu círculo social indivíduos, tipos ou raças que por motivos concretos ou vagos não condizerem com seus gostos pessoais ou costumes. E isto é um direito natural que não pode ser objeto de esbulho por parte do Estado. E se após repetidas experiências pessoais ou de um grupo, o tomar do todo pela parte ao julgar coletivamente não poderá ser denominado preconceito, pois partiu do conhecimento. A palavra preconceito aí teria em verdade o contexto de prevenção, que é parte integrante do inconsciente humano ditado pela auto preservação.

Somos animais, façamos um paralelo com os cães: mesma espécie,mesma fórmula dentária, patas com cinco dedos, unhas não retráteis etc, etc... O Chiuaua, com seus vinte centímetros e cerca de um quilo e meio é um cão. O São Bernardo com seus cem quilos também. O inteligente pastor alemão é um cão, o "agressivo" pitbull também... E de chofre, iluminados teóricos em busca de publicidade ou afirmação pessoal, resolvem declarar que todos os cães são iguais e têm direito ao mesmo tratamento e oportunidades;todas as casinhas deverão ter o mesmo tamanho da do São Bernardo, pitbulls poderão guiar cegos e cuidar de crianças e os Chiuauas serão treinados pela Policia Militar para ajudar no patrulhamento..

Falta de bom senso,para não dizer pura estupidez..

Por quê não reconhecer a diversidade da natureza, suas diferenças criadas ao acaso e insistir em colocar elefantes para arar a horta e raposas para cuidar de galinheiros? A especie humana é extremamente diversa em suas divisões, cada uma com suas peculiaridades , aptidões, padrões de beleza, senso estético. Não podemos estabelecer um padrão rígido de comportamento. Existirão sempre as exceções e estas não podem ser tomadas como regras para teorias forçadas e sem fundamento de igualdade comportamental entre raças e tipos humanos, geralmente fabricadas para fins escusos, desonestos,políticos. E isso se aplica não só às raças mas também dentro da mesma raça,em termos de praticidade ou simples preferência pessoal,sejam em relação a brancos, negros, amarelos, obesos, magros, calvos, altos, baixos, sexos, etc, etc... E que nossos gostos pessoais ou de ordem funcional não sejam desvirtuados para darem margem a um processo por racismo ou discriminação. Por quê uma firma de origem asiática,por praticidade e por querer auxiliar os membros de sua raça e companheiros de tradições e costumes,não poderia empregar só orientais e seus descendentes?Pela lei,ridícula e eleitoreira,não. Cada um,seja indivíduo,grupo ou raça tem o direito de livre escolha e associação desde que não crie estados dentro de um Estado e permaneça contribuindo para que uma diversidade reconhecida e clara seja UNA em termos de resultados de trabalho para o bem comum.

Uma atitude artificial e ditatorial que podemos observar é criação de cotas em Universidades para a raça negra;ora,as vagas naturalmente serão sempre para que tiver capacidade para conquistá-las,podendo serem tomadas em sua totalidade por qualquer raça. Obter vagas para indivíduos que não as conseguiram em concurso com outros mais dotados é produzir maus profissionais que só agravarão os problemas sociais posteriormente,servindo ainda mais para aprofundar as diferenças raciais além de criar mesmo naqueles que ingressaram no ensino superior por seus próprios méritos,a indelével marca dos doutores quarenta por cento,deitando por terra todo um esforço de auto afirmação de uma raça. Mas deixa claro que as autoridades consideram realmente que não somos todos iguais além de agir de maneira discriminatória com outras raças e minorias diversas não contempladas com suas cotas. Quão estúpido seria,nesta linha de ação, que se reservasse nas representações olímpicas dos países,cotas para caucasianos nas equipes de atletismo ou de basquete,por exemplo,forçando muitos negros mais hábeis e vigorosos a ficarem de fora, substituídos por atletas medíocres! Ou latinos pleitearem vagas em cursos específicos dominados por altamente eficazes amarelos...Temos em verdade é de ficarmos satisfeitos com a diversidade racial, que dá margem a que indivíduos naturalmente capazes se ocupem de atividades de sua competência, favorecendo a todos.

Temos o direito ao gosto puramente estético ou comportamental. Temos o direito de não gostar desde que isso não signifique tentativa de extermínio físico. E este direito é para todas as raças,tipos ou tendências.

Através de nossa herança genética, como meio de auto preservação,temos medo do desconhecido,aversão e prevenção contra estranhos,sejam eles estranhos por originários de outros lugares ou por características físicas diferentes de nós. As normas e teorias de igualdade comportamental foram criadas pelos intelectuais europeus, quando ainda não atingidos pelo problema em seus países antigos e homogêneos e importadas pelos seus colegas inconsequentes de outros continentes. Com o fim da colonização em África e a dissolução do império soviético,começaram a afluir os imigrantes africanos e asiáticos... Rapidamente a máscara caiu e o que era obrigatório para os demais em nome dos direitos humanos,agora já não serve para a nobre Europa e mesmo países tradicionalmente exportadores de mão de obra,como Itália e Portugal,além da França que a todos entulhava com belas teorias,admitem seus problemas sociais causados pelas diferenças comportamentais, endurecendo as leis para a entrada de estrangeiros e a proposta de uma retaliadora Polícia Continental para coibir os ilegais vindos principalmente do norte da África e Médio Oriente. E a maioria dos governos europeus agora tendem à direita, xenófoba e racista, levados ao poder pelo basta da população submetida ao exagero e permissividade de leis que acabaram transformando a discriminação em intolerância. A própria palavra discriminação,tão ao gosto dos teóricos também significa discernimento (Aurélio) e o que é discernimento? Segundo o mesmo dicionário, é a faculdade de julgar as coisas clara e sensatamente. O comportamento humano, instintivo,animal,não pode ser mudado por uma simples determinação escrita e a discriminação, no sentido de distinguir, separar, evitar, sempre existirá e é administrável com o uso de inteligência e sobretudo dignidade por parte do atingido,mas medidas artificiais criadas para combatê-la só conseguem transformar um sentimento natural em aversão,em intolerância,pela imposição. Como um casamento forçado,sem amor. É contra a intolerância que devemos lutar,quando a discriminação passa a ser provocação e agressão. E sem dúvida nenhuma os conflitos surgem provocados pelos atos dos que pensam estarem ajudando na integração das raças. O patrulhamento social,cultural,é tão agressivo,que torna este simples e natural ato de expor uma opinião numa audácia que explorada emocionalmente -e de forma irracional- como costuma acontecer,pode ser enquadrado como crime!

Centenas de anos de escravidão aliada a uma profunda discriminação a nível mundial e tentativas de extermínio,têm o poder de subjugar uma raça, prejudicá-la em seu desenvolvimento de maneira que seja necessário empurrá-la para progredir,obrigá-la a pensar e se instruir,colocá-la por força de lei em postos de trabalho e escolas em detrimento dos demais?

A resposta está no povo judeu,a quem me refiro acima. Esta raça,discriminada hoje e sempre,não se sentou sobre sua infelicidade em lamentos,trabalhou com afinco,com capacidade crescente, habilmente manipulou a crença religiosa como aglutinadora racial e política. Forçada no caminho material para sobreviver no mundo opressor,nunca deixou de percorrer uma trilha paralela de desenvolvimento mental e o resultado pode ser sentido pela magnífica contribuição judaica às letras,artes e ciências do planeta.

Este é o exemplo a ser seguido:ou se mantém a identidade da raça abrindo suas próprias estradas ou se miscigena e se esquecem as origens, lutando de igual para igual. O que não é admissível é tentar exigir as benesses conseguidas por outros grupamentos e querer manter agressivamente suas características socioculturais como uma lança extorsiva cravada na vida alheia,acabando por penalizar justamente os melhores elementos da comunidade que progridem por seus próprios méritos e que se transformam no anteparo que recebe toda a reação contrária,já com o laivo discriminante.

Forçar o contato e aceitação através de leis,obrigar o cidadão a esconder seu gosto pessoal ou abrir mão de escolhas pessoais,contradizer o instinto,instalar a hipocrisia social é que constitui o verdadeiro crime,aí sim um atentado aos direitos humanos. A única maneira honesta de ser aceito em todos os níveis é com competência crescente,conquistando seus degraus sociais com trabalho,sem que isso inclua um diploma de graça,beleza ou simpatia. Gosto pessoal não pode ser imposto por lei.



Condensado e adaptado do livro O infinito não tem pressa