terça-feira, 4 de novembro de 2014

Brasil agonizante: a revolta dos "feios" lavará os crimes petistas


Em qualquer país real, uma movimentação estranha da massa sem objetivos claros e decentes, contrária às leis e os bons costumes tendo o nome que tivesse seria reprimida à cassetetes em nome da ordem, respeitando a liberdade dos bons cidadãos e a Constituição. E quando um país inteiro cai nas mãos de uma quadrilha e espertamente como representante do poder permite, para melhor saquear, que os mais diversos agrupamentos de desordeiros, recalcados, marginais, psicopatas, inocentes úteis & inúteis rasguem a Constituição e imponham seu domínio sobre os cidadãos normais? E quando o caos estabelecido ataca claramente a família, mira as crianças na escola e começa sua destruição moral inviabilizando o futuro da Nação? E quando ataca os adultos e a própria natureza humana, subjugando a normalidade em nome de taras obscuras, impondo como lei que se respeite seu desrespeito, seu deboche, suas aberrações expostas a céu aberto?
Em qualquer país real, as bestas-feras -que existem em todo lugar- seriam mantidas à rédea curta, sociedade atenta para o menor rosnar, o menor sinal que possam emitir de confronto e imediatamente subjugadas. Aqui, no Brasil as porteiras se escancararam e o imenso corpo social rapidamente se transformou numa massa purulenta, vermes asquerosos se contorcendo à vontade, aos milhões, consumindo tudo que fora construído até agora em busca de um futuro respeitável.

Num mundo às avessas, aqui o Bem e o Direito são combatidos de imediato, não com argumentos e aplicação da lei e sim com deboche, imoralidade, agressividade livre sem punição, destruição de bens, ataques físicos aos cidadãos, imposição aos gritos da vontade daqueles que, presos até a pouco às coleiras das drogas, das anormalidades e aberrações sexuais, dos recalques raciais, da marginalização auto imposta por complexos de inferioridade devido à baixa inteligência ou simples indolência, finalmente se sentiram livres, na Era Petista... Para invadir o asfalto social qual zumbis caçando os ofensivos corpos e mentes normais para cobri-los com suas pústulas, em busca da pretensa igualdade de forma inconsequente, contra a própria razão, que destruirá a todos. O petismo nada mais é que a Revolta dos "Feios", permitida e estimulada pelo governo de marginais corruptos que aproveita a cobertura dada pelo alarido da plebe desvairada para explodir os cofres da Nação. Para instalar uma ditadura comunista onde sob o pretexto ideológico, será mascarado o total saque dos cofres públicos e o sucateamento da infraestrutura do país.
E sob esse ulular inumano, a corrupção saiu do controle até dos chefes da quadrilha que se digladiam de forma inconsequente, rumo à falência democrática do país, ao vexame e ao descrédito internacional que selará o conceito do antigo país -Brasil- como um porto de piratas a ser evitado. Hospitais aos poucos desabam sem manutenção, estradas praticamente somem entre buracos, escolas abandonadas, safras se perdem sem escoamento, estatais antes lucrativas estão em déficit sob o comando de petistas semianalfabetos infiltrados em todos -literalmente todos- os postos de chefia, da presidência da república ao chefe do almoxarifado, enquanto a milionária propaganda para tolos se despeja das bocas escancaradas das rádios, TVs, dos idolatrados artistas drogados, dos formadores de opinião, maquiando a realidade.
Maquiagem. O Brasil de hoje é uma prostituta maquiada de madame. O disfarce cai na primeira chuva mais forte. Um país inconsequente onde a violência é a lei e a degola dos bons cidadãos -desarmados ilegalmente- é permitida em nome do politicamente correto, do equilíbrio entre as classes em busca da igualdade em indolência sustentada por vales governamentais Cuba style. Maquiaram-se cidades para a Copa; maquia-se um estado de guerra civil.
Nosso problema é humano, não demos certo, não somos povo. O brasileiro é a mistura de portugueses de cruel sangue mouro, degredados, aventureiros, com o mais tribal e violento dos continentes, África, mais a indolência do indígena sul-americano. Em África, o rio Okavango e sua anual enchente no deserto do Kalahari traz a fartura e o verde depois de prolongada seca. Enquanto não vem a água redentora, as lagoas vão se transformando em poças onde os peixes se concentram e se debatem à superfície. As águias africanas chegam prontas para se alimentarem com facilidade, mas perdem tempo roubando o peixe capturado uma das outras pois está em seu comportamento, é genético, não se reprime mesmo diante da oportunidade para todas. Enquanto isso outro pássaro, o Marabú, vai tranquilamente caminhando e comendo até se fartar... Temos aqui neste pobre país agonizante, águias sem recuperação e espertos Marabús que aproveitam as brigas estúpidas e a algazarra inconsequente para se fartarem. Não há outra solução para nós, os outros animais que sofrem com a prolongada seca de democracia -pois não temos as asas do poder para chegar primeiro às poças da sobrevivência- senão o uso da violência  e o atropelar da balbúrdia instalada, conscientes que não há recuperação para aquilo que é inerente a um ser, faz parte dele. Ou cairemos no conto de fadas do desarmamento, do politicamente correto, da luta entre classes, da igualdade entre povos e pessoas. E quando as águas salvadoras do Okavango chegarem, poderá ser tarde demais.